
antofágica
Items in this hypelist
Books

Vidas Secas
Graciliano Ramos

Viagem ao Redor do meu Quarto
Xavier de Maistre

Viagem ao Centro da Terra
Jules Verne

Úrsula
Maria Firmina dos Reis

Um Teto Todo Seu
Virginia Woolf

Um Conto de Natal
Charles Dickens

Triste Fim De Policarpo Quaresma
Lima Barreto
Policarpo Quaresma ama o Brasil. Ama porque é a terra mais fértil do mundo, porque tem a fauna e a flora mais lindas e exuberantes, porque é a cultura mais rica, a melhor comida, em variedade e sabores, porque possui as mulheres mais belas e, segundo ele, até mesmo... os melhores governantes. Funcionário público, fluente em tupi, estudioso da cultura indígena e grande apreciador das modinhas de violão — para ele, o único estilo de música verdadeiramente nacional —, Policarpo, como Dom Quixote de La Mancha, enfrenta moinhos de vento para provar a todos o seu ponto de vista, bradar ao mundo o amor por sua musa, não a Srta. Dulcineia de Toboso, mas a mui amada pátria brasileira. Mas, afinal, que fim poderia ter a aventura de Policarpo? Repleto de personagens fortes e carismáticos, o romance de Lima Barreto é, ao mesmo tempo, um ensaio sobre o idealismo, uma crítica profunda, mas permeada de comicidade, da realidade brasileira do fim do século XIX e início do XX e um retrato das mudanças pelas quais o Brasil passava naquele momento, como o despertar do feminismo. Lindo, inteligente, comovente! Um clássico da literatura nacional.

S. Bernardo
Graciliano Ramos

Romeu e Julieta
William Shakespeare

Quincas Borba
Machado de Assis

Pais e Filhos
Ivan Turguêniev

Os Sofrimentos do Jovem Werther
Goethe

Os Assassinatos na Rua Morgue e Outros Contos
Edgar Allan Poe

Orgulho e Preconceito
Jane Austen

O Sonho de um Homem Ridículo
Fiódor Dostoiévski

O Processo
Franz Kafka

O Pequeno Príncipe
Antoine de Saint-Exupéry

O Navio Negreiro
Castro Alves

O Nariz
Nikolai Gógol

O Morro dos Ventos Uivantes
Emily Brontë

O Medico e o Monstro
Robert Louis Stevenson

O Magico de Oz
L. Frank Baumm

O Grande Gatsby
F. Scott Fitzgerald

O Fantasma de Canterville
Oscar Wilde

O Curioso Caso de Benjamin Button
F. Scott Fitzgerald

O Cortiço
Aluísio Azevedo

O Amante de Lady Chatterley
D.H. Lawrence

O Alienista
Machado de Assis

Noites Brancas
Fiódor Dostoiévski
Em Noites Brancas, O Jovem Dostoiévski Mostra A Sua Versatilidade Como Escritor De Gênero Breve Ao Abordar Um Encontro Inesperado Entre Um Homem E Uma Mulher Que Se Repetirá Por Quatro Noites. São Petersburgo, Século Xix. Um Homem Solitário Vaga Pela Cidade Noite Adentro, Deixando Que O Sentimento De Cada Rua, Esquina Ou Calçada O Penetre. Durante A Caminhada, Avista Uma Mulher Aos Prantos Encostada No Parapeito De Um Canal. Ao Acudi-la, Tem Início Um Idílio Fadado A Se Dissipar Como A Tênue Claridade Das Noites De Verão Na Rússia. Quanto Mais O Anônimo Narrador Se Aproxima Da Jovem Nástienka, Mais Parece Se Distanciar De Sua Melancólica Vida Anterior. Em Quatro Encontros, No Entanto, A Crescente Intimidade Dos Dois Personagens Chega A Um Inesperado Desfecho, Quando A última Noite Por Fim Termina. A Novela De 1848, Tida Como Uma Das Obras-primas De Dostoiévski No Gênero Breve, é Acompanhada Neste Volume Pelo Conto Polzunkov, Escrito No Mesmo Ano, Que Mostra Uma Faceta Mais Caricata De Um Dos Maiores Autores Da Literatura Russa.

Na Colônia Penal
Franz Kafka

Mrs. Dalloway
Virginia Woolf

Mogli
Rudyard Kipling

Moby Dick
Herman Melville

Memórias Póstumas de Brás Cubas
Machado de Assis

Memórias de um Sargento de Milícias
Manuel Antônio de Almeida
Edição de bolso com prefácio de André Seffrin e ilustrações de Maurício Veneza “O que há de extraordinário em Manuel Antônio de Almeida é justamente ter ele podido escrever assim. provido de qualidades de despojamento e precisão estranhas a seu tempo e sua idade.” Temístocles Linhares. em História crítica do romance brasileiro “O escritor que pela primeira vez escreveu como se fala no Brasil.” Marques Rebelo. autor de Vida e obra de Manuel Antônio de Almeida Publicado anonimamente em folhetins no Correio Mercantil do Rio de Janeiro. entre 1852 e 1853. este romance de Manuel Antônio de Almeida incorpora a linguagem das ruas. em um estilo jornalístico e direto. afastando-se dos padrões românticos da época. Obra pioneira na paisagem urbana. Memórias de um sargento de milícias retrata uma imagem descontraída e insinuante da sociedade. por meio de uma galeria de tipos: o menino malandro. a alcoviteira. o barbeiro. o compadre. a comadre. o mestre de cerimônias. a cigana e assim por diante. O protagonista da história é o malandro Leonardo. filho de Leonardo-Pataca e Maria da hortaliça. e as memórias da vida no Rio de Janeiro no tempo do rei D. João VI foram relatadas a Manuel Antônio de Almeida pelo sargento de milícias Antonio César Ramos. Esta edição da BestBolso ganhou prefácio do crítico literário. ensaísta e escritor André Seffrin e ilustrações de Maurício Veneza.

Madame Bovary
Gustave Flaubert

Macunaíma: o Herói sem Nenhum Caráter
Mário de Andrade

Jane Eyre
Charlotte Brontë
Charlotte Brontë characterized the eponymous heroine of her 1847 novel as being "as poor and plain as myself." Presenting a heroine with neither great beauty nor entrancing charm was an unprecendented maneuver, but Brontë's instincts proved correct, for readers of her era and ever after have taken Jane Eyre into their hearts. The author drew upon her own experience to depict Jane's struggles at Lowood, an oppressive boarding school, and her troubled career as a governess. Unlike Jane, Brontë had the advantage of a warm family circle that shared and encouraged her literary pursuits. She found immediate success with this saga of an orphan girl forced to make her way alone in the world, from Lowood School to Thornfield, the estate of the majestically moody Mr. Rochester, and beyond. A selection of the Common Core State Standards Initiative.

Helena
Machado de Assis

Frankenstein
Mary Shelley

Êxtase e Outros Contos
Katherine Mansfield

Eu Morreria por Ti e outras Histórias
F. Scott Fitzgerald

Esaú e Jacó
Machado de Assis

Emma
Jane Austen

Drácula
Bram Stoker
Nesta nova edição revisada, trazemos uma das mais famosas e horripilantes histórias de terror de todos os tempos. Drácula é uma história de vampiros e de mortos-vivos baseada no folclore da Transilvânia e em um personagem real (o voivoda Vlad, o Empalador).<br/><br/>Bram Stoker construíu um romance epistolar que marcou gerações consecutivas de leitores, transformando-se em um ícone adaptado para o cinema, quadrinhos e TV. Na história, um casal e seus amigos são atormentados por Conde Drácula, uma entidade sobrenatural e hematófoga que, presa em uma maldição contagiosa, pretende se mudar de seu recluso castelo na Transilvânia para a efervescente Londres do século XIX. Com a ajuda do professor Van Helsing, o grupo de amigos pretende enfrentar o morto-vivo, mesmo com todos os perigos que a ofensiva trará.<br/><br/>Ainda nesta edição há uma sessão de “Arquivos do Drácula”, na qual trazemos muitas curiosidades e informações extras sobre o impacto desse fenômeno que é o Drácula de Bram Stoker.

Dom Quixote
Miguel de Cervantes

Dom Casmurro
Machado de Assis

Coração das Trevas
Joseph Conrad

Cartas a um Jovem Poeta
Rainer Maria Rilke

Carta ao Pai
Franz Kafka

Cândido, ou o Otimismo
Voltaire

Bartleby, o Escrivão
Herman Melville

Amar, Verbo Intransitivo
Mário de Andrade

Alice no País das Maravilhas
Lewis Carroll

Alice Através do Espelho
Lewis Carroll

A Revolução dos Bichos
George Orwell

A Morte de Ivan Ilitch
Liev Tolstói

A Metamorfose
Franz Kafka

A Letra Escarlate
Nathaniel Hawthorne

A Ilha Do Tesouro
Robert Louis Stevenson

A Desobediência Civil
Henry David Thoreau

A Alma Encantadora das Ruas
João do Rio

1984
George Orwell
<b>Written more than 70 years ago, <i>1984</i> was George Orwell’s chilling prophecy about the future. And while 1984 has come and gone, his dystopian vision of a government that will do anything to control the narrative is timelier than ever...<br><br><b>• Nominated as one of America’s best-loved novels by PBS’s <i>The Great American Read •</i></b><br></b><br>“<i>The Party told you to reject the evidence of your eyes and ears. It was their final, most essential command.</i>”<br><br>Winston Smith toes the Party line, rewriting history to satisfy the demands of the Ministry of Truth. With each lie he writes, Winston grows to hate the Party that seeks power for its own sake and persecutes those who dare to commit thoughtcrimes. But as he starts to think for himself, Winston can’t escape the fact that Big Brother is always watching...<br><br>A startling and haunting novel, <i>1984</i> creates an imaginary world that is completely convincing from start to finish. No one can deny the novel’s hold on the imaginations of whole generations, or the power of its admonitions—a power that seems to grow, not lessen, with the passage of time.
