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clássicos

O retrato de Dorian Gray
Oscar Wilde · 2022
Clássico da literatura, esta nova edição O retrato de Dorian Gray conta com luxuoso projeto gráfico e textos auxiliares inéditos. "Não há livros morais nem imorais. Os livros são apenas bem ou mal escritos", do prefácio de Oscar Wilde. Publicado em 1890 na lendária revista Lippincott's Monthly Magazine, O retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde, já nasceu escandaloso. O editor inclusive submeteu o original a cortes por considerar algumas passagens "indecentes". O cultuado escritor irlandês revisou essa versão, excluindo alguns trechos, e acrescentou a ela um prefácio e sete capítulos. Com isso, buscou realçar alguns temas – como a tensão entre classes sociais na era vitoriana – e disfarçar outros – como as insinuações homoeróticas "libertinas". A história foi lançada em livro em 1891. Mesmo após Wilde fazer alterações, buscando um tom mais comedido, ele e a obra foram tachados de "imorais". Nestas páginas, o artista Basil Hallward, o jovem e belo Dorian Gray e o lorde Henry Wotton, seu mentor, conduzem leitoras e leitores pelos prazeres do corpo e do espírito, propondo reflexões sobre os limites do hedonismo. As cenas e os diálogos revelam o próprio gênio de Oscar Wilde – por vezes paradoxal –, que não se furtou a imprimir nos personagens seus predicados pessoais. Com intuito de pensar os afetos contemporâneos a partir deste clássico, a Editora Civilização Brasileira traz, nesta edição especial, textos inéditos de Fabio Akcelrud Durão, professor de teoria literária da Unicamp, e João Silvério Trevisan, escritor premiado e ativista LGBTQIA+. Além disso, foi mantida a apresentação do escritor Carlos Heitor Cony, presente na edição anterior. "Tenho inveja de todas as coisas cuja beleza não pereça. Tenho inveja deste meu retrato que você pintou. Por que lhe é dado conservar o que hei de perder? Cada momento que passa tira-me alguma coisa e dá alguma coisa a ele. Oh, se fosse o contrário! Se o retrato pudesse mudar e eu ficar sempre tal qual sou agora! Por que o pintou? Ele zombará de mim um dia, zombará cruelmente."- O retrato de Dorian Gray "O retrato de Dorian Gray é [...] o livro de ficção mais sensacional da Terra. A sua sedução persiste, é cada vez maior. Hoje passou a ser o credo de uma estética nova na Terra inteira." - João do Rio "Wilde deixou evidente que sua intenção era mostrar não apenas as emoções e os prazeres de uma vida devotada à beleza, mas também seus limites e perigos." - The New Yorker "Relido hoje [...], O retrato de Dorian Gray se mostra uma parábola fascinante e prazerosa sobre o ideal estético da arte pela arte." - The Guardian

Orgulho e Preconceito
Jane Austen · 2021

O Grande Gatsby
F Scott Fitzgerald · 2021

Morte De Ivan Ilitch
_ · 2009
Nesta novela - considerada uma das mais perfeitas já escritas, Tolstói narra a história de Ivan Ilitch, um juiz de instrução que, depois de alcançar uma vida confortável, descobre que tem uma grave doença. A partir daí, este passa a refletir sobre o sentido de sua existência, numa experiência-limite de rara força poética, que só a grande literatura consegue traduzir.<br/><br/>Capa comum: 96 páginas<br/>Editora: Editora 34; Edição: 2ª (1 de janeiro de 2006)<br/>Idioma: Português<br/>ISBN-10: 8573263598<br/>ISBN-13: 978-8573263596<br/>Dimensões do produto: 20,8 x 13,8 x 0,8 cm<br/>Peso de envio: 141 g

A revolução dos bichos: um conto de fadas
George Orwell · 2025

O morro dos ventos uivantes
Emily Bronte · 2007

A metamorfose
Franz Kafka, Luiz A. de Araújo · 2020

A epoca da inocencia
Edith Wharton · 2013

O Sol é para Todos
_ · 2015

O Nariz
Nikolai Vasilievich Gogol · 2021

Pais e filhos
Ivan Turguêniev · 2023
<b>Do autor acusado de atear fogo a São Petersburgo, o romance que projetou a literatura</b> <br> <b>russa no ocidente, traduzido direto do russo por Lucas Simone</b> <br>Estátuas, cofres e paredes pintadas decoram a pacífica propriedade rural de Arkádi. A <br>chegada de seu amigo Bazárov, no entanto, faz subir a poeira dos velhos tapetes e revela o <br>mofo que domina o discurso dos parentes mais velhos. Primeiro personagem niilista da <br>literatura, Bazárov rejeita qualquer tipo de autoridade e não tem medo de confrontar os <br>hábitos e pensamentos de seus anfitriões. Este encontro entre uma geração romântica e <br>idealista e outra combativa, que já não se alimenta de ilusões perdidas, é o que dá vida a um <br>dos maiores romances da literatura russa. <br>Publicado em 1862, este romance uniu-se à linhagem de obras incendiárias de <br>Turguêniev. Quase dez anos depois de influenciar o movimento de emancipação dos servos <br>com Memórias de um caçador, Pais e filhos surge no contexto turbulento de ascensão do <br>movimento democrático revolucionário na Rússia. Devido ao caráter revolucionário de sua <br>obra, Turguêniev foi acusado de inspirar os incêndios que, à época, tomaram conta de São <br>Petersburgo. <br>A edição da Antofágica conta com mais de 90 ilustrações de William Galdino, e a <br>tradução, direta do russo, é de Lucas Simone. Juliana Cunha, doutoranda em Teoria Literária <br>pela USP, escreve uma apresentação sobre sua experiência com a leitura do livro. A <br>psicanalista Ana Suy assina um posfácio sobre os desafios das relações intergeracionais, e a <br>escritora Martha Batalha tece um ensaio posicionando Pais e filhos em um contexto mais <br>amplo da literatura russa. Fátima Bianchi, professora de Língua e Literatura da FFLCH-USP, <br>nos oferece um panorama da vida e da obra de Ivan Turguêniev. <br> <b>O QR Code na cinta direciona a duas videoaulas disponíveis no YouTube com Raquel</b> <br> <b>Toledo, mestre em Literatura Russa pela USP.</b>

Romeu e Julieta
Hernan Carreras · 2019
A bela cidade de Verona é o cenário da maior e mais trágica história de amor de todos os tempos: a de Romeu e Julieta. Dois jovens apaixonados, cujas famílias, Montecchio e Capuleto, encontram-se dominadas por um ódio antigo. Juntos, eles vão desafiar o destino, renegando seus nomes, para provar que o amor é mais forte do que o ódio e do que a própria morte.

Diario De Anne Frank
· 2021

O Estrangeiro
Albert Camus

O Medico E O Monstro
Robert Louis Stevenson, Lígia Cademartori, Gennaro Urso · 1989

A Redoma de Vidro
Sylvia Plath · 2019
brasileiros

Ainda Estou Aqui
Marcelo Rubens Paiva · 2015

Olhos Dagua
_ · 2015

Pequena coreografia do adeus
Aline Bei · 2019
<p> <b> Em seu segundo livro, Aline Bei ― autora do premiado O peso do pássaro morto ― constrói um retrato tão sensível quanto brutal sobre família, amor e abandono. Livro finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura 2022. </b> </p> <p> Julia é filha de pais separados: sua mãe não suporta a ideia de ter sido abandonada pelo marido, enquanto seu pai não suporta a ideia de ter sido casado. Sufocada por uma atmosfera de brigas constantes e falta de afeto, a jovem escritora tenta reconhecer sua individualidade e dar sentido à sua história, tentando se desvencilhar dos traumas familiares. <br> Entre lembranças da infância e da adolescência, e sonhos para o futuro, Julia encontra personagens essenciais para enfrentar a solidão ao mesmo tempo que ensaia sua própria coreografia, numa sequência de movimentos de aproximação e afastamento de seus pais que lhe traz marcas indeléveis. <br> Escrito com a prosa original que fez de Aline Bei uma das grandes revelações da literatura brasileira contemporânea, Pequena coreografia do adeus é um romance emocionante que mostra como nossas relações moldam quem somos. </p> <p> "Aline Bei narra como quem se posiciona à beira do abismo, o corpo em espera, o instante que se aproxima. Ler Pequena coreografia do adeus é acompanhar essa queda, íngreme e definitiva, mas também sublime e transformadora." — Carola Saavedra </p> <p> "A experimentação formal que sublinhou o estilo marcante de Aline Bei, em sua estreia com O peso do pássaro morto , sedimenta-se neste segundo romance, trazendo-nos a história dolorosa de Júlia Terra — personagem complexa, cujas margens familiares vão se dissipando. A trama urdida com lirismo entrelaça a educação afetiva, a violência e a experiência do desamor, revelando o paradoxo da condição humana — a um só tempo precária e (por meio da escrita) redentora." — João Anzanello Carrascoza </p>

Tudo e rio
_ · 2019

