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Books

Memorias do subsolo
Fiodor Dostoievski · 2022
Novela que traz vários temas que aparecem em obras maduras de Dostoiévski, como Crime e castigo e Os irmãos Karamázov, Memórias do subsolo é considerado por muitos como o ponto de virada na carreira do autor.Lançado originalmente em 1864, enquanto Dostoiévski morava em Moscou e sua esposa estava nas últimas semanas de vida, Memórias do subsolo é considerado por muitos o ponto inicial da segunda fase do autor ? na qual publicaria suas mais aclamadas obras.Alienado da sociedade e paralisado pelo peso da própria insignificância, o narrador deste livro conta a história de sua conturbada vida. Com fina ironia, ele relata sua recusa em se tornar mais um trabalhador e seu gradual exílio da sociedade que o cerca.Escrita em poucas semanas, esta novela arrebatadora explora, com a maestria única de Dostoiévski, as profundezas do desespero humano. Tradução do russo, apresentação e notas de Rubens Figueiredo.

Serial Killers: Anatomia do Mal
Harold Schechter · 2013
O que faz gente aparentemente normal comecar a matar e nao parar mais? O que move e o que pode deter assassinos em serie como Ed Gein, o psicopata americano que inspirou os mais celebres maniacos do cinema, como Norman Bates (Psicose, de Alfred Hitchcok), Leatherface (O Massacre da Serra Eletrica, de Tobe Hooper) e Hannibal Lecter (O Silencio dos Inocentes, de Jonathan Demme). Como explicar a compulsoo por matar e o prazer de causar dor, sem qualquer arrependimento? De onde vem tanta furia?<br/><br/>As respostas estao no novo lancamento da editora DarkSide Books: Serial Killers, Anatomia do Mal, dossie definitivo sobre o universo sombrio dos psicopatas mais perversos da historia. Escrito por Harold Schechter que pesquisa o tema ha mais de tres decadas e ja publicou, inclusive, a biografia de Ed Gein, Deviant (1998) -, o livro e referencia fundamental a todos os que se interessam pelo universo da investigacao e da criminologia.<br/><br/>Pontuado por curiosidades macabras, dados cientificos e fatos pouco conhecidos sobre a trajetoria dos principais criminosos em serie dos Estados Unidos, Serial Killer, Anatomia do Mal abrange desde a criacao do termo serial killer no inicio do seculo XX ate o fascinio exercido por matadores seriais na cultura pop (cinema, musica e literatura).

A METAMORFOSE
FRANZ KAFKA · 2024

Noites Brancas
_ · 2009
O conto "Noites Brancas", do escritor russo Fiódor Dostoiévski, um dos maiores autores da literatura universal, já ganhou adaptação para o cinema de dois grandes mestres da sétima arte. O italiano Luchino Visconti ganhou o Leão de Prata no Festival de Veneza de 1957 com sua versão do livro; já o francês Robert Bresson adaptou "Noites Brancas" no clássico "Quatro Noites de um Sonhador", de 1972.<br/>Esta é a primeira edição do livro no Brasil com tradução direta do russo. A trama se inicia durante uma das singulares "noites brancas" do verão de São Petersburgo, quando o sol não se põe. Dois jovens se encontram numa ponte sobre o rio Nievá e dão início a uma história de fantasia e lirismo.<br/>Este é o livro de Dostoiévski que mais se aproxima da escola romântica, graças ao tipo do personagem Sonhador, figura central da novela, e à atmosfera delicada e fantasmagórica da trama, na qual a própria São Petersburgo --e seus palácios, pontes e espaços monumentais-- é um personagem do livro.<br/><br/>Capa comum: 96 páginas<br/>Editora: Editora 34; Edição: 3 (1 de janeiro de 2005)<br/>Idioma: Português<br/>ISBN-10: 8573263350<br/>ISBN-13: 978-8573263350<br/>Dimensões do produto: 20,8 x 13,6 x 0,6 cm<br/>Peso de envio: 159 g

O Gato Preto
Edgar Allan Poe · 2017
A intrigante história de "O gato preto" é narrada em primeira pessoa pelo personagem sombrio que desde criança possui uma grande afeição por animais, mas o destino mostra-se assustador quando um gato preto aparece em sua vida. Nesses quadrinhos desfrutamos um pouco do mistério, do fantástico e da alma do ser humano, que se revela aterrorizadora. Uma leitura imperdível.

Crime e castigo
Fiódor Dostoiévski · 2013
Crime e castigo é um daqueles romances universais que, concebidos no decorrer do romântico século XIX, abriram caminhos ao trágico realismo literário dos tempos modernos. Contando nele a soturna história de um assassino em busca de redenção e ressurreição espiritual, Dostoiévski chegou a explorar, como nenhum outro escritor de sua época, as mais diversas facetas da psicologia humana sujeita a abalos e distorções e, desse modo, criou uma obra de imenso valor artístico, merecidamente cultuada em todas as partes do mundo. O fascinante efeito que produz a leitura de Crime e castigo — angústia, revolta e compaixão renovadas a cada página com um desenlace aliviador — poderia ser comparado à catarse dos monumentais dramas gregos.

Declinio de um Homem
Osamu Dazai · 2015
A curta passagem pela vida do escritor japonês Osamu Dazai — suicidou-se aos 38 anos de idade — não o impediu de se transformar num autor bastante popular. Declínio de um homem, editado pela primeira vez no Brasil, vendeu mais de 10 milhões de exemplares desde sua publicação original, em 1948. A obra sintetiza em cenas e passagens notoriamente biográficas muitas das angústias que tanto alimentavam a personalidade autodestrutiva do autor, a saber: a dificuldade de entendimento com seus familiares, sua antissociabilidade niilista, seu patológico apego ao álcool — vício do qual nunca conseguiu se livrar —, sua autoestima inexistente, enfim, sua evidente sensação de deslocamento em relação ao mundo — como se tivesse sido enviado à existência por mero descuido.<br/><br/>O livro é estruturado em três cadernos, nos quais o autor, por meio do personagem alter ego Yozo — um jovem estudante provinciano que tenta sobreviver na capital Tóquio — relata em primeira pessoa diversos episódios sobre as hostilidades da vida que ele tem de enfrentar. Yozo é um depressivo contumaz cuja tristeza se espraia nele como uma metástase, contaminando suas energias e impedindo-o de recuperar uma alegria de viver que, na verdade, nunca sentiu. Se a princípio o jovem Yozo até se esforça para “ser aceito” pelos outros, esse esforço mascara uma dificuldade que lhe é atroz: sem a personalidade própria dos carismáticos, o rapaz recorre ao estratagema de fazer “palhaçadas”, de modo a parecer divertido aos olhos de outrem. As momices, que podem incluir até esforços físicos — levar um tombo, por exemplo — muitas vezes funcionam, mas, quando desmascaradas, traumatizam ainda mais o personagem.<br/><br/>Afastado da família, e com dificuldades financeiras, ele sobrevive escrevendo histórias e fazendo desenhos de qualidade duvidosa — e com incursões na pornografia — para alguns periódicos populares. Nem mesmo as mulheres que se apaixonam por ele o fazem minimamente feliz, de modo que, com o passar do tempo, as manias de Yozo se tornam cada vez mais perturbadoras, pintando-o como um “jovem Werther japonês”. O êxito editorial de Declínio de um homem talvez possa ser explicado pela maneira catártica com que Dazai escreve: diferentemente de seus pares mais tradicionais da literatura japonesa, em geral caracterizados pela sutileza e por tons etéreos, Dazai escreve com as vísceras, não se importando em trazer à tona fantasmas interiores mais obscuros. Sua escrita angustiada o coloca numa posição especial dentro do mapa da literatura nipônica.
