leituras
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lendo
A Hora da Estrela
Clarice Lispector • 1998
para ler
Água viva
Clarice Lispector • 2018
Product Description <br/>« Et je veux capturer le présent qui, par sa nature même, m'est interdit [...]. Mon thème est l'instant, mon thème de vie. Je cherche à lui être pareille, je me divise des milliers de fois en autant de fois que d'instants qui s'écoulent, fragmentaire que je suis et précaires les moments - je ne me m'engage qu'avec la vie qui naît avec le temps et avec lui grandit : c'est seulement dans le temps qu'il y a de l'espace pour moi. [...] La musique ne se comprend pas : elle s'entend. Entends-moi alors avec ton corps tout entier. Quand tu arriveras à me lire, tu demanderas pourquoi je ne m'en tiens pas à la peinture et à mes expositions, puisque j'écris rude et de façon désordonnée. C'est que maintenant je sens le besoin de mots - et c'est nouveau pour moi ce que j'écris parce que ma vraie parole est restée jusqu'à présent intouchée. La parole est ma quatrième dimension. [...] » C. L.<br/> About the Author <br/>Clarice Lispector (1920-1977) est une figure majeure de la littérature brésilienne et l'une des plus grandes écrivaines du XXe siècle. Née en Ukraine, elle est arrivée au Brésil avec sa famille, d'origine juive, qui fuyait les pogroms. Son oeuvre, publiée presque entièrement en France par les éditions Des femmes-Antoinette Fouque, est composée de fictions, de nouvelles, de chroniques, de contes et de correspondance qui font entendre une voix unique, que cerne une écriture d'une précision implacable.
Tudo o que eu sei sobre o amor
Dolly Alderton • 2022
<p><b>Descrito como um “<i>Sex and the City</i> para millennials”, primeiro livro de autora britânica traz relatos divertidíssimos sobre o drama e a comédia da vida adulta</b></p><p>Dolly Alderton sabe bem do que está falando. Ela sobreviveu aos seus vinte anos com dignidade (mais ou menos), e todo mundo que já passou (ou está passando) por essa década decisiva da vida sabe que chegar inteiro aos trinta é um feito e tanto. São muitas descobertas, experimentações, romances intensos, roubadas, porres homéricos, empregos estranhos, autossabotagem, foras destruidores, mágoas, humilhações e, o mais importante, amigos imprescindíveis que estão sempre ali para te ajudar a passar por todas essas coisas sem grandes traumas (ou quase isso).</p><p>Estreia da autora na literatura,<i> Tudo o que eu sei sobre o amor</i> acompanha a trajetória de Dolly da juventude à vida adulta. Uma espécie de<i> O Diário de Bridget Jones </i>da vida real, o livro traz um misto de sessão de terapia e muita fofoca. Dolly sabe navegar como poucos entre o trágico e o incrivelmente cômico de suas memórias sem dar chance para a nossa indiferença, com histórias impossíveis de não se identificar — por vezes tão insanas que poderiam ser ficção — e que traduzem de forma brilhante o verdadeiro caos que é amadurecer.</p>
Meu Ano de Descanso e Relaxamento
Otessa Moshfegh · 2021

Cleopatra e Frankenstein
Coco Mellors • 2023
Aurora: O despertar da mulher exausta
Marcela Ceribelli • 2022
<p> <b>Entre </b> <b>paranoias</b> <b>, </b> <b>medos</b> <b>, </b> <b>desejos</b> <b> e </b> <b>ânsias</b> <b> do dia a dia, a criadora da comunidade </b> <b>Obvious</b> <b>, Marcela Ceribelli, convida mulheres a se libertarem de amarras sociais e refletirem sobre tudo aquilo que as impede de encontrarem sua melhor versão e serem felizes.</b> </p> <p>Acordar preocupada com as tarefas do dia. Otimizar a ida ao trabalho ouvindo notícias ou respondendo e-mails. Almoçar correndo pra ganhar tempo. </p> <p>E tudo isso sendo linda, bem-sucedida e gentil. Sorridente. </p> <p> <b>Pra quem mesmo?</b> </p> <p>Da criadora da Obvious, comunidade com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram, e do podcast <i>Bom dia, Obvious</i>, <i>Aurora</i> é um convite a todas as mulheres que estão exaustas das demandas que elas mesmas e a sociedade fazem sobre suas carreiras, seus relacionamentos, seus corpos, suas personalidades. </p> <p>Com o humor inteligente que lhe é peculiar e muita empatia, Marcela Ceribelli intercala relatos de experiências pessoais com estudos científicos e comentários de especialistas das mais diversas áreas (como psicologia, moda, saúde e artes), investigando as origens das expectativas que recaem sobre as mulheres e apontando caminhos para um despertar mais amoroso. </p> <p> <b>O que você pode fazer pela sua felicidade hoje?</b> </p>
A Redoma de Vidro | The Bell Jar
Sylvia Plath • 2014
lidos
Pequena coreografia do adeus
Aline Bei · 2019
<p> <b> Em seu segundo livro, Aline Bei ― autora do premiado O peso do pássaro morto ― constrói um retrato tão sensível quanto brutal sobre família, amor e abandono. Livro finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura 2022. </b> </p> <p> Julia é filha de pais separados: sua mãe não suporta a ideia de ter sido abandonada pelo marido, enquanto seu pai não suporta a ideia de ter sido casado. Sufocada por uma atmosfera de brigas constantes e falta de afeto, a jovem escritora tenta reconhecer sua individualidade e dar sentido à sua história, tentando se desvencilhar dos traumas familiares. <br> Entre lembranças da infância e da adolescência, e sonhos para o futuro, Julia encontra personagens essenciais para enfrentar a solidão ao mesmo tempo que ensaia sua própria coreografia, numa sequência de movimentos de aproximação e afastamento de seus pais que lhe traz marcas indeléveis. <br> Escrito com a prosa original que fez de Aline Bei uma das grandes revelações da literatura brasileira contemporânea, Pequena coreografia do adeus é um romance emocionante que mostra como nossas relações moldam quem somos. </p> <p> "Aline Bei narra como quem se posiciona à beira do abismo, o corpo em espera, o instante que se aproxima. Ler Pequena coreografia do adeus é acompanhar essa queda, íngreme e definitiva, mas também sublime e transformadora." — Carola Saavedra </p> <p> "A experimentação formal que sublinhou o estilo marcante de Aline Bei, em sua estreia com O peso do pássaro morto , sedimenta-se neste segundo romance, trazendo-nos a história dolorosa de Júlia Terra — personagem complexa, cujas margens familiares vão se dissipando. A trama urdida com lirismo entrelaça a educação afetiva, a violência e a experiência do desamor, revelando o paradoxo da condição humana — a um só tempo precária e (por meio da escrita) redentora." — João Anzanello Carrascoza </p>
