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To Read

Navegação de Cabotagem
Jorge Amado · 2021
Segunda volta ao mundo - vol 1, 2 e 3
Aleixo Belov

Just kids
Patti Smith · 2010
Finished

Em maus lençóis: mundo afora e nos bastidores com Anthony Bourdain
Tom Vitale

Capitães da Areia

Mar Sem Fim
Amyr Klink · 2000

Mil milhas
Tamara Klink · 2019

Kitchen Confidential
Anthony Bourdain · 2008
<b>Anthony Bourdain, host of Parts Unknown, reveals "twenty-five years of sex, drugs, bad behavior and haute cuisine" in his breakout <i>New York Times</i> bestseller <i>Kitchen Confidential</i>.</b><br><br>Bourdain spares no one's appetite when he told all about what happens behind the kitchen door. Bourdain uses the same "take-no-prisoners" attitude in his deliciously funny and shockingly delectable book, sure to delight gourmands and philistines alike. From Bourdain's first oyster in the Gironde, to his lowly position as dishwasher in a honky tonk fish restaurant in Provincetown (where he witnesses for the first time the real delights of being a chef); from the kitchen of the Rainbow Room atop Rockefeller Center, to drug dealers in the east village, from Tokyo to Paris and back to New York again, Bourdain's tales of the kitchen are as passionate as they are unpredictable.<br><br>Kitchen Confidential will make your mouth water while your belly aches with laughter. You'll beg the chef for more, please.

Scar Tissue
Anthony Kiedis, Larry Sloman · 2005
Now in paperback, the New York Times bestseller by one of rock's most provocative figures<p>Scar Tissue is Anthony Kiedis's searingly honest memoir of a life spent in the fast lane. In 1983, four self-described "knuckleheads" burst out of the mosh-pitted mosaic of the neo-punk rock scene in L.A. with their own unique brand of cosmic hardcore mayhem funk. Over twenty years later, the Red Hot Chili Peppers, against all odds, have become one of the most successful bands in the world. Though the band has gone through many incarnations, Anthony Kiedis, the group's lyricist and dynamic lead singer, has been there for the whole roller-coaster ride.<p>Whether he's recollecting the influence of the beautiful, strong women who have been his muses, or retracing a journey that has included appearances as diverse as a performance before half a million people at Woodstock or an audience of one at the humble compound of the exiled Dalai Lama, Kiedis shares a compelling story about the price of success and excess. Scar Tissue is a story of dedication and debauchery, of intrigue and integrity, of recklessness and redemption -- a story that could only have come out of the world of rock.

Acid for the Children
Flea · 2019

Steal Like an Artist: 10 Things Nobody Told You About Being Creative
Austin Kleon · 2012
Unlock your creativity.<br/><br/>An inspiring guide to creativity in the digital age, Steal Like an Artist presents ten transformative principles that will help readers discover their artistic side and build a more creative life.<br/><br/>Nothing is original, so embrace influence, school yourself through the work of others, remix and reimagine to discover your own path. Follow interests wherever they take you—what feels like a hobby may turn into you life’s work. Forget the old cliché about writing what you know: Instead, write the book you want to read, make the movie you want to watch.<br/><br/>And finally, stay Smart, stay out of debt, and risk being boring in the everyday world so that you have the space to be wild and daring in your imagination and your work.<br/><br/>“Brilliant and real and true.”—Rosanne Cash

Uma janela em Copacabana
L. A García-Roza · 2001

Americanah
Chimamanda Ngozi Adichie · 2014
A searing new novel, at once sweeping and intimate, by the award-winning author of Half of a Yellow Sun: a story of love and race centred around a man and woman from Nigeria who seemed destined to be together--until the choices they are forced to make tear them apart.<br/>Ifemelu--beautiful, self-assured--left Nigeria 15 years ago, and now studies in Princeton as a Graduate Fellow. Obinze--handsome and kind-hearted--was Ifemelu's teenage love; he'd hoped to join her in America, but post 9/11 America wouldn't let him in.<br/>Years later, when they reunite in Nigeria, neither is the same person who left home. Obinze is the kind of successful "Big Man" he'd scorned in his youth, and Ifemelu has become an "Americanah"--a different version of her former self, one with a new accent and attitude. As they revisit their shared passion--for their homeland and for each other--they must face the largest challenges of their lives.

Cem Dias Entre Céu E Mar
Amyr Klink · 2005

Rita Lee: Outra autobiografia
Rita Lee · 2023
Rita pode ter tido de tudo, menos uma “vidinha besta”. E os últimos anos foram, sim, desafiadores. Ao mesmo tempo que o mundo passava por uma pandemia, ela foi diagnosticada com câncer no pulmão. Em um texto franco, ora cru e chocante, ora cheio de ironias, ora sutil e amoroso, Rita Lee não poupa detalhes de seu tratamento.

Rita lee
Rita Lee · 2016
<p> “Do primeiro disco voador ao último porre, Rita é consistente. Corajosa. Sem culpa nenhuma. Tanto que, ao ler o livro, várias vezes temos a sensação de estar diante de uma bio não autorizada, tamanha a honestidade nas histórias. A infância e os primeiros passos na vida artística; sua prisão em 1976; o encontro de almas com Roberto de Carvalho; o nascimento dos filhos, das músicas e dos discos clássicos; os tropeços e as glórias. Está tudo lá. E você pode ter certeza: essa é a obra mais pessoal que ela poderia entregar de presente para nós. Rita cuidou de tudo. Escreveu, escolheu as fotos e criou as legendas - e até decidiu a ordem das imagens -, fez a capa, pensou na contracapa, nas orelhas... Entregou o livro assim: prontinho. Sua essência está nessas páginas. E é exatamente desse modo que a Globo Livros coloca a autobiografia da nossa estrela maior no mercado.”</p><p><i>Guilherme Samora é jornalista e estudioso do legado cultural de Rita Lee</i></p>

Chatices Do Amor
Young, Fernanda · 2024

Paratii: Entre dois pólos (Portuguese Edition)
Amyr Klink · 1992
Text: Portugese

Nós: O Atlântico em solitário
Tamara Klink, Companhia Das Letras · 2023
Aos 24 anos, Tamara Klink tornou-se a pessoa mais jovem do Brasil a cruzar o Atlântico sozinha. Nós descreve os triunfos e percalços dessa expedição.<br/><br/>Em 2021, em plena pandemia, a navegadora Tamara Klink partiu da França com o objetivo de chegar até a costa brasileira pelo mar. Nessa empreitada ambiciosa, contou apenas com a companhia permanente de seu caderno e do barco, Sardinha. À distância, teve o apoio (e também a preocupação) constante da família, dos amigos, de Henrique ― conselheiro de primeira hora ―, e dos admiradores nas redes sociais, que seguiram a viagem praticamente em tempo real.<br/>Em meio a vitórias, fracassos, temores e desvios de percurso, este livro nos convida a embarcar numa jornada corajosa, feita de deslocamentos físicos, mas sobretudo de impressionantes superações psicológicas.

Violeta
Isabel Allende · 2022
Violeta, la primera niña de una familia de cinco bulliciosos hermanos, viene al mundo un tormentoso día de 1920. Desde el principio su vida estará marcada por acontecimientos extraordinarios, pues todavía se sienten las ondas expansivas de la Gran Guerra cuando la gripe española llega a las orillas de su país sudamericano natal, casi en el momento exacto de su nacimiento. Gracias a la clarividencia del padre, la familia saldrá indemne de esta crisis para enfrentarse a una nueva, cuando la Gran Depresión altera la elegante vida urbana que Violeta ha conocido hasta ahora. Lo perderán todo y se verán obligados a retirarse a una región salvaje y remota del país. Allí Violeta alcanzará la mayoría de edad y tendrá su primer pretendiente... En una larga carta dirigida a una persona a la que ama por encima de todas las demás, Violeta rememora devastadores desengaños amorosos y romances apasionados, momentos de pobreza y también de prosperidad, pérdidas terribles e inmensas alegrías. Moldearán su vida algunos de los grandes sucesos de la la lucha por los derechos de la mujer, el auge y la caída de tiranos y, en última instancia, no una sino dos pandemias. Vista con los ojos de una mujer poseedora de una pasión, una determinación y un sentido del humor inolvidables que la sostienen a lo largo de una vida turbulenta, Isabel Allende nos regala, una vez más, una historia épica profundamente inspiradora y emotiva. Isabel Allende nació en 1942, en Perú. Pasó la primera infancia en Chile y vivió en varios lugares en su adolescencia y juventud. Después del golpe militar de 1973 en Chile se exilió en Venezuela y, desde 1987, vive como inmigrante en California. Se define como "eterna extranjera". Inició su carrera literaria en el periodismo, en Chile y en Venezuela. En 1982 su primera novela, La casa de los espíritus, se convirtió en uno de los títulos míticos de la literatura latinoamericana. A ella le siguieron otros muchos, todos los cuales han sido éxitos internacionales
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Anarquistas, Graças a Deus
Graças A Deus: Memorias Anarquistas · 2009
Publicado em 1979 e transformado em minissérie da rede Globo em 1984, Anarquistas, graças a Deus é o livro de estréia de Zélia Gattai e seu primeiro grande sucesso. Filha de anarquistas chegados de Florença, por parte do pai Ernesto, e de católicos originários do Vêneto, da parte da mãe Angelina, a escritora trazia no sangue o calor de seus livros. Trinta e quatro anos depois de se casar com Jorge Amado, a sempre apaixonada Zélia abandona a posição de coadjuvante no mundo literário e experimenta a própria voz para contar a saga de sua família. É assim que ficamos conhecendo a intrépida aventura dos imigrantes italianos em busca da terra de sonhos, e o percurso interior da pequena Zélia na capital paulista - uma menina para quem a vida, mesmo nos momentos mais adversos ou indecifráveis, nunca perdeu o encanto. A determinação de seu Ernesto e a paixão pelos automóveis, a convivência diária com os irmãos e dona Angelina, os sábios conselhos da babá Maria Negra, as idas ao cinema, ao circo e à escola, as viagens em grupo, o avanço da cidade e da política - nestas crônicas familiares, vida e imaginação se embaralham, tendo como pano de fundo um Brasil que se moderniza sem, contudo, perder a magia. Exímia contadora de histórias, Zélia as transforma em instrumento privilegiado para o resgate da memória afetiva. Foi Jorge Amado quem, um dia, lendo um conto de qualidade duvidosa que Zélia rascunhava, pescou essa veia de documental. Apontou-lhe o caminho e mostrou que ela se alimentava de sua rica ascendência familiar. Surge assim a Zélia memorialista, para quem a literatura provém não tanto da invenção, mas do trato apurado da memória e do desfiar cuid
