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Memórias do subsolo
Fiódor Dostoiévski · 2021
Nesta obra-prima da literatura mundial, o genial Dostoiévski, um dos maiores autores de todos os tempos, traz uma narrativa intensa que nos convida a embarcar em uma viagem pelas memórias de um ex-funcionário público que, no auge de seus quarenta anos, vive no seu subsolo da repartição em que trabalhava. Dividida em duas partes, Memórias do subsolo, traz as confissões mentais do personagem, revelando seus pensamentos mais íntimos e sua visão sobre si mesmo e de alguns episódios de sua juventude, em muitos dos quais se sentiu humilhado, revelando-se decisivos para a formação de sua personalidade mordaz. Por vezes definido com anti-herói, o narrador desta obra articula monólogos sobre sua vida sombria, solitária, sem amizades, amarga e repleta de problemas de autoimagem – reflexos de seu profundo rancor e de perturbações das mais variadas naturezas. Tais características o tornam incapaz de tomar decisões ou agir com confiança, imerso em dúvidas e questões mal resolvidas sobre si mesmo e sobre o ambiente ao seu redor.
A Morte de Ivan Ilitch
Leon Tolstoi • 2020
De quanta terra precisa um homem? e outras histórias
Liev Tolstói • 2021
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Eu que nunca conheci os homens
Jacqueline Harpman • 2021

A guerra não tem rosto de mulher
Svetlana Aleksievich • 2016

Sobre a brevidade da vida
Sêneca • 2022

Tudo é Rio
Carla Madeira • 2021

Livro Do Desassossego
Bernardo Soares • 2021

Igrejas que calam mulheres
Yago Martins · 2024
<p>A temática do abuso, em suas diferentes formas, era ignorada até recentemente. Por tratar-se de uma pauta supostamente progressista, lideranças conservadoras tinham dificuldade em lidar com a questão, ainda que a parcela feminina de nossas igrejas continuasse a sofrer em silêncio. Yago Martins decidiu furar essa bolha e denunciar interpretações distorcidas do texto bíblico que têm sido utilizadas como instrumento de opressão. Igrejas que calam mulheres não foge ao desafio de enfrentar questões teológicas que, mal compreendidas, resultam em situações desastrosas para mulheres de igrejas do Brasil e do mundo. Partindo de casos concretos com os quais lidou como pastor de uma igreja local, Yago, em boa hora, resgata o sabor teológico mais fundamental para dar respostas objetivas a abordagens supostamente bíblicas, mas que acabam por calar e sufocar aquelas que são a parcela majoritária da igreja. </p><p><br></p><p>Conforme aponta o autor, "A boa teologia liberta, enquanto a má teologia produz ambientes religiosos traumáticos e abusivos". Este livro, portanto, não apenas desafia leituras distorcidas, mas também enfatiza uma teologia bíblica que promove igualdade, respeito e liberdade. Aqui, a boa teologia é apresentada como força libertadora, destacando como a compreensão correta pode trazer cura e restauração.</p>

Primeiro o escudo, depois o buquê Decisões que importam antes de amar
Lenara Padilha · 2024
<p>Você está preparada para amar a Deus mais do que a qualquer outra coisa? </p><p>Antes de qualquer relacionamento, existe um compromisso que define toda a nossa vida: a nossa aliança com o Senhor. Neste livro, Lenara Padilha revela como a atitude de colocar Deus em primeiro lugar transforma cada aspecto da nossa jornada, trazendo paz, segurança e propósito, tanto antes quanto depois do casamento.</p><p>Descubra o poder de empunhar o escudo da fé e de viver uma história escrita pelo próprio Deus — em que o foco não é encontrar o amor perfeito, e sim tornar-se alguém completamente rendida ao amor dele. Você está pronta para esse desafio?</p>

Noites brancas
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Os Irmãos Karamázov
Fiódor Dostoiévski · 2021

O duplo
Fiódor Dostoiévski · 2013
Sobre O duplo, seu segundo romance, publicado em 1846, Dostoiévski declararia: "nunca dei uma contribuição mais séria para a literatura do que essa". De fato, ao retratar o drama de um pequeno funcionário de personalidade cindida, que passa a enxergar e conviver com seu próprio duplo, o autor russo antecipa aqui seus grandes romances de maturidade, como Crime e castigo e O idiota. Influenciada por Hoffmann e Gógol, esta surpreendente história ganha aqui sua primeira tradução direta do russo, que busca preservar toda a radicalidade e o humor do texto original, e vem acompanhada de uma seleção das belas ilustrações do artista expressionista austríaco Alfred Kubin.

Gente pobre
Fiódor Dostoiévski · 2009

Ensaio sobre a cegueira
José Saramago · 2021
Uma terrível ""treva branca"" vai deixando cegos, um a um, os habitantes de uma cidade. Com essa fantasia aterradora, Saramago nos obriga fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu.<br/>Um motorista parado no sinal se descobre subitamente cego. É o primeiro caso de uma ""treva branca"" que logo se espalha incontrolavelmente. Resguardados em quarentena, os cegos se perceberão reduzidos à essência humana, numa verdadeira viagem às trevas.<br/>O Ensaio sobre a cegueira é a fantasia de um autor que nos faz lembrar ""a responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam"". José Saramago nos dá, aqui, uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milênio, impondo-se à companhia dos maiores visionários modernos, como Franz Kafka e Elias Canetti.Cada leitor viverá uma experiência imaginativa única. Num ponto onde se cruzam literatura e sabedoria, José Saramago nos obriga a parar, fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu: ""uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos"".<br/>""Sim, o Ensaio sobre a cegueira é um livro para se ler neste momento de reclusão e confinamento do coronavírus. Mas não para pensar sobre como uma doença que se espalha sem controle pode mudar nossa vida, mas como nossa vida talvez estivesse completamente equivocada antes que essa doença chegasse."" ? Renato Rovai, Revista Fórum<br/><br/>Capa comum: 312 páginas<br/>Editora: Companhia das Letras; Edição: 2 (3 de abril de 2020)<br/>Idioma

Os miseráveis
Victor Hugo · 2015
Edição comemorativa do bicentenário de Victor Hugo (1802-1885), em tradução inteiramente revista e adequada à leitura contemporânea. Esse tratamento e a edição com 816 notas de pé de página, elucidativas do contexto histórico e cultural da França no século XIX, fazem desta a versão definitiva da obra em português. Hugo narrou seu romance magistral numa linguagem que representou para a literatura "o mesmo que a Revolução Francesa na História", segundo o crítico Sérgio Paulo Rouanet. O fio condutor é o personagem de Jean Valjean, que, por roubar um pão para alimentar a família, é preso e passa dezenove anos encarcerado. Solto, mas repudiado socialmente, é acolhido por um bispo. O encontro transforma radicalmente sua vida e, após mudar de nome, Valjean prospera como negociante de vidrilhos, até que novos acontecimentos o reconduzem ao calabouço.<br>Cosac Naify

Uma vida pequena
Hanya Yanagihara · 2016
Candidato ao Prêmio Pulitzer de Literatura de 2016, Uma vida pequena é um dos livros mais surpreendentes e emocionantes das últimas décadas. Quando quatro amigos de uma pequena faculdade de Massachusetts se mudam para Nova York em busca de uma vida melhor, eles se veem falidos, sem rumo e amparados apenas por sua amizade e suas ambições. Willem, lindo e generoso, é aspirante a ator; JB, nascido no Brooklyn, é um pintor perspicaz e às vezes cruel; Malcolm é um arquiteto frustrado; e o solitário e enigmático Jude funciona como o centro gravitacional do grupo. Com o tempo, o relacionamento deles se aprofunda e se anuvia, matizado pelo vício, pelo sucesso e pelo orgulho. No entanto, seu maior desafio acaba sendo o próprio Jude, que é extremamente talentoso, porém, ao mesmo tempo, um homem cada vez mais atormentado, marcado pelas cicatrizes de uma infância misteriosa. Com uma prosa genial, Hanya Yanagihara cria uma representação da dor física e psicológica, uma análise da verdade nua e crua que permeia a tirania da memória e os limites da resistênciahumana.

Mentiras que contamos
Philippe Besson · 2024

A biblioteca da meia-noite
Matt Haig · 2021
"Aos 35 anos, Nora Seed é uma mulher cheia de talentos e poucas conquistas. Arrependida das escolhas que fez no passado, ela vive se perguntando o que poderia ter acontecido caso tivesse vivido de maneira diferente. Após ser demitida e seu gato ser atropelado, Nora vê pouco sentido em sua existência e decide colocar um ponto final em tudo. Porém, quando se vê na Biblioteca da Meia-Noite, Nora ganha uma oportunidade única de viver todas as vidas que poderia ter vivido. Neste lugar entre a vida e a morte, e graças à ajuda de uma velha amiga, Nora pode, finalmente, se mudar para a Austrália, reatar relacionamentos antigos - ou começar outros -, ser uma estrela do rock, uma glaciologista, uma nadadora olímpica... enfim, as opções são infinitas. Mas será que alguma dessas outras vidas é realmente melhor do que a que ela já tem?" -- publisher's description.

Em Busca de Sentido
Viktor Frankl · 2008

A coragem de ser imperfeito Como aceitar a própria vulnerabilidade, vencer a vergonha e ousar ser quem você é
Brené Brown · 2013
<p><b>PRIMEIRO LUGAR NA LISTA DO <i>THE NEW YORK TIMES</i></b>.</p><p></p><p><b>Brené Brown ousou tocar em assuntos que costumam ser evitados por causarem grande desconforto. Sua palestra a respeito de vulnerabilidade, medo, vergonha e imperfeição já teve mais de 66 milhões de visualizações.</b></p><p><br></p><p>Viver é experimentar incertezas, riscos e se expor emocionalmente. Mas isso não precisa ser ruim. Como mostra Brené Brown, a vulnerabilidade não é uma medida de fraqueza, mas a melhor definição de coragem.</p><p></p><p>Quando fugimos de emoções como medo, mágoa e decepção, também nos fechamos para o amor, a aceitação e a criatividade. Por isso, as pessoas que se defendem a todo custo do erro e do fracasso acabam se frustrando e se distanciando das experiências marcantes que dão significado à vida.</p><p></p><p>Por outro lado, as que se expõem e se abrem para coisas novas são mais autênticas e realizadas, ainda que se tornem alvo de críticas e de inveja. É preciso lidar com os dois lados da moeda para se ter uma vida plena.</p><p></p><p>Em sua pesquisa pioneira sobre vulnerabilidade, Brené Brown concluiu que fazemos uso de um verdadeiro arsenal contra a vergonha de nos expor e a sensação de não sermos bons o bastante, e que existem estratégias eficazes para serem usadas nesse "desarmamento".</p><p></p><p>Nesse livro, ela apresenta suas descobertas e estratégias bem-sucedidas, toca em feridas delicadas e provoca grandes insights, desafiando-nos a mudar a maneira como vivemos e nos relacionamos.</p>
Cartas a um jovem poeta
Rainer Maria Rilke • 2024




