Livros essenciais
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Fiction
Frankenstein by Mary Shelley
Mary Shelley • 2021
Morro Dos Ventos Uivantes
juan bravo • 2021
Felicidade Clandestina - Edicao Comemorativa (Em Portugues do Brasil)
Clarice Lispector • 2019
Desde o início, Clarice Lispector recusou a escravidão dos gêneros. Escrevia por fragmentos que depois montava. Escrevia aos arrancos, transcrevendo um ditado interior. As estruturas clássicas não faziam parte desse ditado. Seu olhar passava por cima das regras, quase voraz em sua busca da essência.Este livro bem o demonstra. É composto por contos escritos em épocas diversas da vida de Clarice. E por não contos. Muitos deles – como “Felicidade clandestina”, que dá título ao livro – foram publicados no Caderno B do Jornal do Brasil. Como crônicas. Que também não eram crônicas.Convidada em 1967 para escrever no JB, Clarice deparou-se com um fazer literário novo. Logo negou os padrões vigentes: “Vamos falar a verdade: isto aqui não é crônica coisa nenhuma. Isto é apenas. Não entra em gêneros. Gêneros não me interessam mais.”E “isto” era a mais pura e rica literatura. Nos contos / crônicas / textos – que eu, como subeditora do Caderno recebia semanalmente, Clarice se expunha em recordações familiares e de infância. Sua irmã Tania ainda se lembra da menina, filha de livreiro, que encontramos em “Felicidade clandestina”, atormentando Clarice por conta do empréstimo de um livro. O professor de “Os desastres de Sofia” realmente percebeu o tesouro que Clarice menina escondia. E “Come, meu filho” é um claro diálogo entre a autora e seu filho. Nada diferencia esses contos, escritos para serem crônicas, de outros contos que aqui estão, escritos para serem contos e publicados anteriormente no livro A legião estrangeira. Seus textos podem ser desmontados, desfeitos em pedaços – até mesmo diferentes dos fragmentos originais –
Se Deus Me Chamar Não Vou
_ • 2021
Quem vai te contar essa história é uma criança de 11 anos. O olhar fresco e bem humorado de quem ainda vê a vida como mistério está aqui, mas vá por mim: não subestime a solidão de Maria Carmem. A aprendiz de escritora, enfrentando as angústias da “pior idade do universo”, irá te provar que é possível, sim, que uma menina seja mais solitária do que um velho. Ao menos uma menina que, como ela, cresce e cria suas perguntas entre os objetos de uma “loja de velhos”. Ali elas já nascem antigas, frescas e pesadas, doce feito da mais dura poesia. Maria Carmem nasceu no fim. Sendo assim, do que interessa a idade? Como ela mesma diz, “é possível que um lápis pareça estar novo, mas todo quebrado por dentro”. É assim, toda quebrada por dentro, que ela desconstrói o mundo diante de si, o mundo adulto que cria regras e não as obedece, o mundo escolar, tudo: “na aula de matemática o problema dizia que um menino e uma menina precisavam calcular quantas laranjas levar ao parque se os convidados meninos comiam tantas e as meninas só mais tantas cada uma. E eu escrevi que não era pra levar nenhuma, que tudo é mentira, ninguém vai junto a parque nenhum nessa vida”. É também assim que ela junta e faz pergunta e faz poesia com tudo o que se ergue e desmorona, os pais, deus, o amor, o corpo, a morte, o difícil que é entender o amor dos outros. Quando crescer, Maria Carmem vai ser escritora. Mas Maria Carmem já cresceu e já é. Esse livro é uma generosidade de sua poesia. Uma oportunidade de a gente crescer com ela.<br/> <br/>ISBN-10 : 8569020457Capa comum : 158 páginasISBN-13 : 978-8569020455Dimensões do produto : 18.8 x 12.2 x 0.8 cmEditora : Nós
Eu que nunca conheci os homens
_ • 2021
As alegrias da maternidade (Em Portugues do Brasil)
_ • 2018
Nnu Ego, filha de um grande líder africano, é enviada como esposa para um homem na capital da Nigéria. Determinada a realizar o sonho de ser mãe e, assim, tornar-se uma “mulher completa”, submete-se a condições de vida precárias e enfrenta praticamente sozinha a tarefa de educar e sustentar os filhos. Entre a lavoura e a cidade, entre as tradições dos igbos e a influência dos colonizadores, ela luta pela integridade da família e pela manutenção dos valores de seu povo.<br/><br/>Capa comum: 320 páginas<br/>Editora: Dublinense; Edição: 2ª (31 de outubro de 2018)<br/>Idioma: Português<br/>ISBN-10: 8583181101<br/>ISBN-13: 978-8583181101<br/>Dimensões do produto: 20,8 x 13,8 x 2,8 cm<br/>Peso de envio: 386 g
Griffin e Sabine: uma Correspondência Extraordinária
Nick Bantock •
Ensaio Sobre a Cegueira
José Saramago • 2013
Uma Terrível Treva Branca Vai Deixando Cegos, Um A Um, Os Habitantes De Uma Cidade. Com Essa Fantasia Aterradora, Saramago Nos Obriga Fechar Os Olhos E Ver. Recuperar A Lucidez, Resgatar O Afeto: Essas São As Tarefas Do Escritor E De Cada Leitor, Diante Da Pressão Dos Tempos E Do Que Se Perdeu. Um Motorista Parado No Sinal Se Descobre Subitamente Cego. É O Primeiro Caso De Uma Treva Branca Que Logo Se Espalha Incontrolavelmente. Resguardados Em Quarentena, Os Cegos Se Perceberão Reduzidos à Essência Humana, Numa Verdadeira Viagem às Trevas. O Ensaio Sobre A Cegueira é A Fantasia De Um Autor Que Nos Faz Lembrar A Responsabilidade De Ter Olhos Quando Os Outros Os Perderam. José Saramago Nos Dá, Aqui, Uma Imagem Aterradora E Comovente De Tempos Sombrios, à Beira De Um Novo Milênio, Impondo-se à Companhia Dos Maiores Visionários Modernos, Como Franz Kafka E Elias Canetti.cada Leitor Viverá Uma Experiência Imaginativa única. Num Ponto Onde Se Cruzam Literatura E Sabedoria, José Saramago Nos Obriga A Parar, Fechar Os Olhos E Ver. Recuperar A Lucidez, Resgatar O Afeto: Essas São As Tarefas Do Escritor E De Cada Leitor, Diante Da Pressão Dos Tempos E Do Que Se Perdeu: Uma Coisa Que Não Tem Nome, Essa Coisa é O Que Somos. Sim, O Ensaio Sobre A Cegueira é Um Livro Para Se Ler Neste Momento De Reclusão E Confinamento Do Coronavírus. Mas Não Para Pensar Sobre Como Uma Doença Que Se Espalha Sem Controle Pode Mudar Nossa Vida, Mas Como Nossa Vida Talvez Estivesse Completamente Equivocada Antes Que Essa Doença Chegasse. — Renato Rovai, Revista Fórum A Caligrafia Da Capa é De Autoria Do Músico E Escritor Chico Buarque.
Non-fiction
FEMINISMO EM MOVIMENTO
Lia Zanotta [revisao: Fabiano Cardoso] [capa: Majol Aina Vogel] [prefac Machado • 2010
Mulheres. Raça E Classe (em Portuguese Do Brasil)
_ • 2016
Mulheres e Poder Um Manifesto (Em Portugues do Brasil)
Mary Beard • 2018
Boas Mulheres da China, As
Xinran • 1900
