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Books
Senhor das Moscas
William Golding
Véspera
Carla Madeira
O Fim da Solidão
Benedict Wells
Cartografia para Caminhos Incertos
Ian Fraser
<p><b>Autor de <i>A vida e as mortes de Severino Olho de Dendê </i>lança romance com toques de realismo mágico ambientado em cidade fictícia da Bahia.</b></p><p>Em Redenção vive apenas o que há de mais simples na humanidade. A cidade tem seus limites guardados por uma pedra enfeitiçada que a faz mudar constantemente de lugar, impedindo que qualquer geringonça inventada pelo homem seja capaz de localizá-la. E entre os moradores dessa cidade itinerante está Mané — um sujeito tão simples que não há quem se lembre nem de seu nome de registro. </p><p>Mas isso não impede Mané de querer ser um poeta perfeito e apresentar a melhor versão de si mesmo a seu namorado Jeremias, que o incentiva a correr todos os riscos para viver o beijo ideal — aquele capaz de provocar uma revoada de borboletas amarelas. Carregado de incertezas, mas decidido a não perder seu amor, Mané aceita a missão e acaba, acidentalmente, perdendo Redenção.</p><p>É na tentativa de retornar à cidade que ninguém nunca encontrou que Mané dará início a uma jornada pela Bahia, conhecendo lugares e personagens tão fantásticos quanto uma cidade que existe na língua de uma carranca, um patriota que decide erguer uma cerca ao redor da alma brasileira e até um engarrafamento que de tão gigantesco e parado acabou gerando uma sociedade própria. Nessa caminhada, Mané perceberá que para encontrar Redenção será preciso primeiro passar pela grande provação que é encontrar a si mesmo.</p><p> Com uma narrativa encantada e encantadora, <i>Cartografia para caminhos incertos</i> se movimenta pelas raízes da nossa cultura enquanto reflete sobre grandes temas, como amor, expectativas, empatia e solidão. Um romance com toques de realismo mágico que convida o leitor a caminhar com seu personagem principal pela beleza da língua e da identidade brasileiras.</p>
A Casa dos Espíritos
Isabel Allen
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Nesta sua surpreendente obra de estreia, Isabel Allende constrói um universo repleto de espíritos, de personagens multifacetadas e humanas, entre elas Esteban Trueba, o patriarca, que vive obcecado pela terra e pela paixão absoluta pela esposa, que ele sente sempre para lá do seu alcance. Clara é a matriarca esquiva e misteriosa, dotada de poderes sobrenaturais, que prediz as tragédias da família e estabelece o destino da casa e dos Trueba. Blanca, a sua filha suave e rebelde, nutre um amor pelo filho do capataz do seu pai, o que provoca o desprezo de Esteban, mesmo quando deste amor nasce a neta que ele adora: Alba, uma beleza luminosa e uma mulher ardente e voluntariosa. As paixões da família Trueba, as suas lutas e segredos desenvolvem-se ao longo de três gerações e de um século de violentas mudanças. Num contexto de revolução e contrarrevolução, a autora dá vida a uma família unida por laços de amor e ódio mais complexos e duradouros que as lealdades políticas que a poderiam separar. A casa dos espíritos de Isabel Allende
O Circo da Noite
Erin Morgenstern
Um circo misterioso, de itinerário imprevisível, aparece sem qualquer anúncio ou aviso prévio. Simplesmente aparece. O interior das tendas listradas dá lugar a um alucinante espetáculo, que conquista o público através de variados números artísticos: é Le Cirque des Rêves. No entanto, nos bastidores é travado um estranho jogo entre dois jovens mágicos, Celia e Marco. Sem o conseguirem evitar, Celia e Marco apaixonam-se de forma ardente, mas nem este amor é capaz de pôr fim ao jogo em que todos os envolvidos no circo são participantes. Sem o saberem, a competição terminará quando apenas um deles sobreviva, pelo que o circo acaba por se tornar palco de uma fascinante batalha de imaginação e ambição. Tudo está em causa e assente num equilíbrio tão instável quanto o dos corajosos acrobatas que conduzem os seus números numa corda bamba, bem lá no alto. Com uma escrita lírica e contagiante, que apela aos sentidos e ao coração, este universo de magia e imaginação consegue tornar-se belo, com as suas listas brancas e pretas, sem vestígios de dourado ou vermelho. O Circo da Noite é uma obra fascinante que fará com que o mundo real pareça mágico, e o mundo mágico, real.
Os Miseráveis
Victor Hugo
Mulheres que Correm com os Lobos
Clarissa Pinkola Estés
O Conde de Monte-Cristo
Alexandre Dumas
Um dos maiores clássicos da literatura francesa há mais de 150 anos, “O conde de Monte-Cristo” gira em torno de Edmond Dantè, que é preso por um crime que nøo cometeu, ocasionando a perda da mulher que ama e do filho. Ao sair da prisøo, Edmond vai à busca de vingança contra seus inimigos. Uma trama repleta de reviravoltas dignas de um jogo de xadrez.
Just Kids
Patti Smith
<p> It was the summer Coltrane died, the summer of love and riots, and the summer when a chance encounter in Brooklyn led two young people on a path of art, devotion, and initiation. </p> <p> Patti Smith would evolve as a poet and performer, and Robert Mapplethorpe would direct his highly provocative style toward photography. Bound in innocence and enthusiasm, they traversed the city from Coney Island to Forty-second Street, and eventually to the celebrated round table of Max's Kansas City, where the Andy Warhol contingent held court. In 1969, the pair set up camp at the Hotel Chelsea and soon entered a community of the famous and infamous—the influential artists of the day and the colorful fringe. It was a time of heightened awareness, when the worlds of poetry, rock and roll, art, and sexual politics were colliding and exploding. In this milieu, two kids made a pact to take care of each other. Scrappy, romantic, committed to create, and fueled by their mutual dreams and drives, they would prod and provide for one another during the hungry years. </p> <p> <i>Just Kids</i> begins as a love story and ends as an elegy. It serves as a salute to New York City during the late sixties and seventies and to its rich and poor, its hustlers and hellions. A true fable, it is a portrait of two young artists' ascent, a prelude to fame. </p>
Os garotos corvos
Maggie Stiefvater
Jantar Secreto
Raphael Montes
Perto do Coração Selvagem
Clarice Lispector
O surgimento de Perto do coração selvagem, em 1943, causou grande impacto no cenário literário brasileiro, proporcionando à autora aclamação imediata da crítica e de seus colegas escritores. Houve quem encontrasse no livro a influência de Virginia Woolf, ao passo que outros apostavam em Joyce, seguindo a falsa pista da epígrafe da qual Clarice pinçou seu título: "Ele estava só. Estava abandonado, feliz, perto do coração selvagem da vida." Ambos os grupos estavam errados, apesar do uso do fluxo de consciência pela escritora estreante a justificar tais correlações. Ocorre, no entanto, que esse havia sido um achado natural e espontâneo para Clarice Lispector, que admitiu como única influência neste caso O lobo da estepe, de Hermann Hesse. Não em termos estilísticos tampouco por se identificar com o caráter do protagonista, mas sim por compartilhar com ele e, sobretudo, com Hesse, o desejo imperioso de romper todas as barreiras e ultrapassar todos os limites na busca da própria verdade interior. Anseio personificado pela personagem central, Joana, com uma expressão que se tornou célebre: "Liberdade é pouco. O que desejo ainda não tem nome." Íntima e universal, destemida e secreta, Joana "sentia o mundo palpitar docemente em seu peito, doía-lhe o corpo como se nele suportasse a feminilidade de todas as mulheres" e ela destoava do sistema patriarcal em que se encontrava inserida da mesma forma que Clarice se distanciava da literatura de seu tempo, ainda dominada pelo regionalismo e o realismo. Ambas, autora e protagonista, eram forças divergentes, porém não dissonantes, já que introduziam uma nova musicalidade, uma harmonia própria, poética e triunfal, na aspereza circundante, enquanto buscavam "o centro luminoso das coisas" sem hesitar em "mergulhar em águas desconhecidas", deixando o silêncio e partindo para a luta. Deste embate à beira do íntimo abismo, Joana torna-se uma mulher completa e Clarice, uma escritora singular e inimitável.
The Brothers Karamazov
Fyodor Dostoyevsky
A Metamorfose
Franz Kafka
Como se Fôssemos Vilões
M.L. Rio
Éramos sete nessa altura, sete almas fulgurantes com futuros prodigiosos à nossa frente. Estávamos sempre rodeados por livros e palavras e poesia, todas as paixões ferozes do mundo... Oliver Marks era um jovem ator a estudar Shakespeare numa escola de artes de elite, um sítio mágico, isolado e elegante onde o calor ainda provinha da lareira e as palavras se guardavam entre capas de couro. Oliver cedo reparou no quanto os seus colegas se assemelhavam na vida real aos papéis que assumiam em palco – o vilão, o herói, o tirano, a sedutora. Ele, porém, parecia condenado a representar personagens secundários. Mas quando os professores decidiram agitar as águas e trocar a ordem pré-estabelecida, a rivalidade amigável depressa deu lugar a sentimentos mais mesquinhos, e a ação ultrapassou a esfera do teatro... para culminar numa trágica morte em plena noite de estreia. Dez anos passaram, e Oliver acaba de cumprir pena de prisão pelo assassinato de um dos seus melhores amigos. À sua espera está o homem responsável pela sua detenção, que não desiste de saber o que realmente aconteceu. Pois algo naquela história não bate certo... Estará Oliver finalmente preparado para contar e verdade? Romance de estreia de M. L. Rio, este thriller psicológico foi considerado um dos Melhores do Ano pela revista Bustle. Carta de amor a Shakespeare, perturbante intriga de traição, loucura e obsessão, Como se Fôssemos Vilões explora a ténue linha que separa a vida da arte.
As Meninas
Lygia Fagundes Telles
Capitães da Areia
Jorge Amado
