
TBR
Items in this hypelist
Books

Belo mundo onde você está
Sally Rooney

Pessoas normais (lido)
Sally Rooney

Conversa entre amigos
Sally Rooney

Intermezzo
Sally Rooney

Pachinko
Mim jingle lee

A idiota
Elif Batuman

Sete Dias em Junho
Tia Williams

Noites brancas
Fiordo Dostoiévski

A amiga genial
Elena Ferrante

Just kids
Patti Smith

O cozer das pedras, o roer dos ossos
Patrick Torres

Nunca vi a chuva
Stefano Volp

Em outra vida talvez
Taylor Jenkis Reid

Gente ansiosa
Fredrik Backman

Uma vida pequena
Hanya Yanagihara

Água-viva
Clarice Lispector

O sol é para todos
Harper Lee

Nadando no escuro
Tomasz Jedrowski

Cleópatra e frankstien
Coco Mellors

As irmã blue
Coco Mellors

Primeiro eu tive que morrer
Lorena Portela

Tudo que eu sei sobre o amor
Dolly Alderton

Tudo é Rio
Carla Madeira
Lucy é a prostituta mais concorrida da cidade. Dalva, por contraste, é de origem familiar e muito tradicional, mulher de Venâncio, senhor de uns ciúmes doentios.<br/><br/>Lucy e o casal, Dalva e Venâncio, protagonizam um triângulo amoroso que se afasta dos lugares-comuns dos romances e nos faz questionar, sob formas surpreendentemente originais, quais os verdadeiros limites do perdão, até onde pode ir a intensidade de um amor, de que valores se reveste a importância da família e, acima de qualquer outra coisa nesta história, quão forte ou fraca pode ser a afeição entre mulheres.<br/><br/>Neste seu impressionante primeiro livro, a escritora brasileira Carla Madeira socorre-se de uma linguagem sem pudores ou complexos, com uma narrativa madura, mas ao mesmo tempo poética e imagética; e dessa forma incorpora todos os extremos, sem ideias básicas de certo e errado, apresentando-nos o extraordinário mundo de mulheres fortes, fracas, com problemas e soluções, com sentimentos e desejos reais.

A natureza da mordida
Carla Madeira
É com esta pergunta que Biá, uma psicanalista aposentada, apaixonada por literatura, aborda a jovem jornalista Olívia pela primeira vez ao encontrá-la sentada à mesa de um sebo improvisado. A provocação inesperada, vinda de uma estranha, capaz de ouvir “como quem abraça", desencadeia uma sucessão de encontros, marcados pela intimidade crescente e que aos poucos revelam as histórias das duas mulheres.

Vespera
Carla Madeira
Novo romance da autora do fenômeno Tudo é rio, Véspera retoma a escrita brilhante e contagiante de Carla Madeira, que desperta todo tipo de emoção no leitor. Carla Madeira cria personagens que parecem estar vivos diante de nós. As emoções que sentem são palpáveis e suas reações, autênticas. Temos a sensação de conhecê-los de perto, inclusive as contradições e os pontos cegos. Tal virtude é evidente em seu livro de estreia e grande sucesso, Tudo é rio (2014), mas também no livro seguinte, A natureza da mordida (2018).<br/><br/>Os personagens de Véspera, este seu novo romance, possuem a mesma incrível força vital. Mas se em Tudo é rio Carla os criou com poucas pinceladas e traços incisivos, aqui, para delinear suas personalidades, ela opta por uma superposição de camadas psicológicas. Se antes eles primavam por temperamentos drásticos ― capazes de extremos de paixão, ciúme, ódio e perdão ―, aqui a estratégia gradativa de composição confere-lhes uma dose maior de mistério, sugerindo ao leitor antecipações que só aos poucos se confirmam, ou não.<br/>A força emocional continua existindo, porém está menos visível, o que deixa a atmosfera ainda mais carregada de suspense e tensão. A narrativa começa com a pergunta: como se chega ao extremo? Vedina, uma mulher destroçada por um casamento marcado pelo desamor, em um momento de descontrole abandona seu filho e, imediatamente arrependida, volta para o lugar onde o deixou e não encontra quaisquer vestígios de sua presença.<br/>Este é o acontecimento nuclear da trama que expõe as entranhas de uma família – pai alcóolatra, mãe controladora, irmãos gêmeos tensionados pelas diferenças – que, como tantas outras famílias, torna-se um lugar onde as singularidades de cada um não são acolhidas, criando rachaduras por onde a violência se infiltra.

Mentiras que contamos
PHILIPPE BESSON
“Um romance arrebatador sobre a doçura do primeiro amor e o amargor de seu inevitável fim. Mentiras que contamos é dolorosamente lindo, lírico e intenso. Uma história sobre amor proibido, preconceito e saudade. Este livro vai te marcar por muitos anos.” — Rodrigo de Lorenzi, criador de conteúdo literário “Dois jovens se encontram, sempre temendo que a própria vida possa ser o vilão em seu caminho. Uma história impressionante e comovente.” — André Aciman, autor de Me chame pelo seu nome Do saguão de um hotel no interior da França, Philippe se depara com um jovem que se assemelha muito ao seu primeiro amor. O inesperado encontro o leva de volta ao ano de 1984, quando viveu um romance escondido com o jovem e deslumbrante Thomas, durante o último ano do Ensino Médio. Sem nunca admitir nos corredores que se conhecem, eles se encontram em segredo, entregando-se a um caso apaixonante e que ambos sabem estar fadado ao fim assim que as aulas acabarem. Mentiras que contamos captura o erotismo e a ternura de um primeiro amor — e quão dolorosa é a passagem do tempo quando não somos verdadeiros à nossa essência.

Três
Valérie Perrin

Fique Comigo
Ayòbámi Adébáyò
Finalista Do Baileys Women's Prize For Fiction, Este Romance De Estreia Inesquecível Ambientado Na Nigéria Dá Voz A Marido E Esposa Enquanto Eles Contam A História De Seu Casamento — E As Forças Que Ameaçam Destruí-lo. Yejide E Akin Se Apaixonaram Na Faculdade E Logo Se Casaram. Apesar De Muitos Terem Esperado Que Akin Tivesse Várias Esposas, Ele E Yejide Sempre Concordaram Que O Marido Não Seria Poligâmico. Porém, Após Quatro Anos De Casamento — E De Se Consultar Com Médicos Especialistas Em Fertilidade E Curandeiros, Tomar Chás Estranhos E Buscar Outras Curas Improváveis —, Yejide Não Consegue Engravidar. Ela Está Certa De Que Ainda Há Tempo, Mas Então A Família Do Marido Aparece Na Sua Casa Com Uma Jovem Moça Que Eles Apresentam Como A Segunda Esposa De Akin. Furiosa, Chocada E Lívida De Ciúmes, Yejide Sabe Que O único Modo De Salvar Seu Casamento é Engravidar. O Que, Enfim, Ela Consegue — Mas A Um Custo Muito Maior Do Que Poderia Ter Imaginado. Um Romance Eletrizante E De Enorme Poder Emocional, Fique Comigo Não Apenas Debate As Questões Familiares Da Sociedade Nigeriana, Como Também Demostra Com Realismo As Mazelas E As Dificuldades Políticas Enfrentadas Pela População Desse País Nos Anos 1980. No Entanto, Acima De Tudo, O Livro Faz A Pergunta: O Quanto Estamos Dispostos A Sacrificar Em Nome Da Nossa Família?

Meu ano de descanso e relaxamento
Ottessa Moshfegh
Um Romance Hilário E Poderoso Sobre O Experimento De Hibernação De Uma Jovem, Sua Amiga Desastrada E Uma Das Piores Psiquiatras Da História Da Literatura. Estamos No Ano 2000, Em Nova York, Uma Cidade Cheia De Possibilidades. E A Narradora De Meu Ano De Descanso E Relaxamento Não Tem Motivo Para Queixas. Ela é Jovem, Bonita, Trabalha Numa Galeria Descolada, Mora Num Belo Apartamento E Recebeu Uma Herança Polpuda. Mas Traz Um Enorme Vazio No Peito. E Não Apenas Porque Perdeu Os Pais Ou Por Causa Da Relação Destrutiva Que Desenvolveu Com Sua Melhor Amiga. O Que Pode Estar Tão Errado? Durante Um Ano, Ela Passa A Maior Parte Do Tempo Dormindo, Embalada Por Uma Combinação De Remédios Prescritos Por Uma Psiquiatra Inescrupulosa. O Pior é Que Ela Parece Ter Razão Em Seu Desprezo Pelo Mundo. Tudo Fica Um Pouco Ridículo Sob Sua ótica. Moshfegh Nos Convence De Que A Alienação, Em Tempos Confusos Como Os Nossos, Pode Ser Razoável E Até Mesmo Necessária. Delicado E Carregado De Humor ácido, Impiedoso E Compreensivo, Este Romance Revela Por Inteiro Uma Escritora Inventiva E Extremamente Talentosa.

Bunny
Mona Awad
NATIONAL BESTSELLER<br/><br/>Soon to be a major motion picture<br/><br/>"Jon Swift + Witches of Eastwick + Kelly 'Get In Trouble' Link + Mean Girls + Creative Writing Degree Hell! No punches pulled, no hilarities dodged, no meme unmangled! O Bunny you are sooo genius!" —Margaret Atwood, via Twitter<br/><br/>"A wild, audacious and ultimately unforgettable novel." —Michael Schaub, Los Angeles Times<br/><br/>"Awad is a stone-cold genius." —Ann Bauer, The Washington Post<br/><br/>The Vegetarian meets Heathers in this darkly funny, seductively strange novel from the acclaimed author of 13 Ways of Looking at a Fat Girl and Rouge<br/><br/>"We were just these innocent girls in the night trying to make something beautiful. We nearly died. We very nearly did, didn't we?"<br/><br/>Samantha Heather Mackey couldn't be more of an outsider in her small, highly selective MFA program at New England's Warren University. A scholarship student who prefers the company of her dark imagination to that of most people, she is utterly repelled by the rest of her fiction writing cohort--a clique of unbearably twee rich girls who call each other "Bunny," and seem to move and speak as one.<br/><br/>But everything changes when Samantha receives an invitation to the Bunnies' fabled "Smut Salon," and finds herself inexplicably drawn to their front door--ditching her only friend, Ava, in the process. As Samantha plunges deeper and deeper into the Bunnies' sinister yet saccharine world, beginning to take part in the ritualistic off-campus "Workshop" where they conjure their monstrous creations, the edges of reality begin to blur. Soon, her friendships with Ava and the Bunnies will be brought into deadly collision.<br/><br/>The spellbinding new novel from one of our most fearless chroniclers of the female experience, Bunny is a down-the-rabbit-hole tale of loneliness and belonging, friendship and desire, and the fantastic and terrible power of the imagination.<br/><br/>Named a Best Book of 2019 by TIME, Vogue, Electric Literature, and The New York Public Library

Pequena Coreografia Do Adeus
Aline Bei
Em seu segundo livro, Aline Bei ― autora do premiado O peso do pássaro morto ― constrói um retrato tão sensível quanto brutal sobre família, amor e abandono. Livro finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura 2022. Julia é filha de pais separados: sua mãe não suporta a ideia de ter sido abandonada pelo marido, enquanto seu pai não suporta a ideia de ter sido casado. Sufocada por uma atmosfera de brigas constantes e falta de afeto, a jovem escritora tenta reconhecer sua individualidade e dar sentido à sua história, tentando se desvencilhar dos traumas familiares. Entre lembranças da infância e da adolescência, e sonhos para o futuro, Julia encontra personagens essenciais para enfrentar a solidão ao mesmo tempo que ensaia sua própria coreografia, numa sequência de movimentos de aproximação e afastamento de seus pais que lhe traz marcas indeléveis. Escrito com a prosa original que fez de Aline Bei uma das grandes revelações da literatura brasileira contemporânea, Pequena coreografia do adeus é um romance emocionante que mostra como nossas relações moldam quem somos. "Aline Bei narra como quem se posiciona à beira do abismo, o corpo em espera, o instante que se aproxima. Ler Pequena coreografia do adeus é acompanhar essa queda, íngreme e definitiva, mas também sublime e transformadora." — Carola Saavedra "A experimentação formal que sublinhou o estilo marcante de Aline Bei, em sua estreia com O peso do pássaro morto, sedimenta-se neste segundo romance, trazendo-nos a história dolorosa de Júlia Terra — personagem complexa, cujas margens familiares vão se dissipando. A trama urdida com lirismo entrelaça a educação afetiva, a violência e a experiência do desamor, revelando o paradoxo da condição humana — a um só tempo precária e (por meio da escrita) redentora." — João Anzanello Carrascoza

A redoma de vidro
Sylvia Plath
O ÚNICO ROMANCE DE SYLVIA PLATH GANHA NOVA CAPA! Publicado originalmente em 1963, esta edição, com tradução de Chico Mattoso, traz nova capa e desenhos da autora. Lançado semanas antes da morte de Sylvia, o livro é repleto de referências autobiográficas, e a narrativa é inspirada nos acontecimentos do verão de 1952, quando Silvia Plath tentou o suicídio e foi internada em uma clínica psiquiátrica. Esther Greenwood é uma jovem que sai do subúrbio de Boston para trabalhar em uma prestigiosa revista de moda em Nova York. Assim como a protagonista, a autora foi uma estudante com um histórico exemplar que sofreu uma grave depressão. Muitas questões de Esther retratam as preocupações de uma geração pré-revolução sexual, em que as mulheres ainda precisavam escolher se priorizavam a profissão ou a família. Além da elegância da prosa de Plath, o livro extrai sua força da forma corajosa como trata a depressão. Mais que um relato sobre problemas mentais, A redoma de vidro é uma narrativa singular acerca das dores do amadurecimento. "A redoma de vidro continuará a ressoar nas pessoas ao longo dos anos e merecerá inúmeras releituras, pois fala de contradições e de problemas humanos. Um livro para refletir sobre a representação da mulher na sociedade, os desafios profissionais e a solidão nas metrópoles e sobre alguém que tinha tudo para ser feliz." Juliana Gomes, co-criadora do projeto Leia Mulheres

Um Sopro De Vida
Clarice Lispector
Eu Escrevo Como Se Fosse Para Salvar A Vida De Alguém. Provavelmente A Minha Própria Vida. Com Essas Palavras, Clarice Lispector Convida O Leitor Para Uma Viagem única. Um Sopro De Vida E A Hora Da Estrela Foram Escritos Simultaneamente, Movidos Pela Mesma Pergunta. Estou Com A Impressão De Que Ando Me Imitando Um Pouco. O Pior Plágio é O Que Se Faz De Si Mesmo. Questionamento Agravado Pela Constatação: E Há Também Os Meus Imitadores (...) Algumas Pessoas Que Tiveram O Mau Gosto De Serem Eu. Entre Elas, Os Críticos São Os Que Com Maior Impertinência E Constância Tentam Imitá-la, Reduplicando, Em Suas Análises, A Ambiguidade Radical Atribuída à Pessoa Clarice Lispector. Com Isso, Seus Livros Se Transformam Sempre Num Mergulho No Infinito De Uma Identidade à Deriva. Um Sopro De Vida (e A Hora Da Estrela) Deveria(m) Ter Encerrado Essa Monótona Romaria. Por Que Não Imaginar Que A Pessoa Clarice Foi Pretexto Para Que A Persona Da Escritora, Em Sua Pluralidade, Pudesse Triunfar? Hipótese Que Responde à Convocação: Se Alguém Me Ler Será Por Conta Própria E Autorrisco. E, Correndo Riscos, Um Sopro De Vida Sugere Instigante Paralelo. Em 1914, Miguel De Unamuno Publicou Niebla, Desconcertante Romance No Qual O Protagonista, Augusto Pérez, Resolve Virar Autor De Seu Destino. Em Um Sopro De Vida, Clarice Imagina Uma Personagem, Ângela Pralini, Através Da Qual Dialoga Consigo Mesma E, Sobretudo, Ensaia Afastar-se De Seu Estilo. Isto é, Afastar-se De Si Mesma Para Evitar O Pior Plágio. E, Bem Ao Contrário De Unamuno – Que Mantém Augusto Pérez Em Rédeas Curtas –, Clarice é Transformada Pelo Contato Com Ângela Pralini. Claro Que, Em A Hora Da Estrela, A Personagem Macabéa Levará Esse Gesto Ao Extremo. Estamos à Beira De Uma Eclosão. À Beira De Conhecer A Nós Mesmos. À Beira Do Ano 2000. Palavras Escritas, Não Esqueçamos, Em 1977. Para Reconhecer Sua Rara Força E Atualidade, Precisamos Inventar Novas Leituras Dos Textos De Clarice Lispector. Atitude Que Provavelmente Agradaria A Quem Propôs: Escrever é Uma Indagação. É Assim:? — João Cezar De Castro Rocha,professor De Literatura Comparada Da Universidade Do Estado Do Rio De Janeiro, Pesquisador Do Pronex (cnpq) / Puc-rj

MAR ABERTO
CALEB AZUMAH NELSON
