
30 livros antes dos 30 anos
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Já li

Seu paciente favorito
Violaine de Montclos ·

Uma delicada coleção de ausências
Aline Bei

A idade decisiva
Meg Jay

Como escrever histórias
Raoni Marqs · 2025
Neste guia definitivo para vencer a página em branco, Raoni Marqs mostra que todo mundo pode criar uma boa história. Você teve uma ideia, sentou para escrever e no fim das contas não saiu nada? Por onde começar sua história? Em que gênero ela se encaixa? O que é importante numa narrativa? E como organizá-la da melhor forma? Calma! Você encontrou o livro certo para te ajudar com essas e muitas outras dúvidas. Com exemplos práticos, referências da cultura pop, milhões de ilustrações, um humor curioso (mas muito eficaz!) e empatia pelos erros que você pode (e vai!) cometer, esse livro vai te pegar pela mão e mostrar, passo a passo, como botar sua ideia no papel. "Um manual cômico, divertido e honesto sobre como tirar as histórias de dentro da gente. Este livro é uma INSPIRAÇÃO." — Isadora Zeferino, coautora de Missão cupido "Começar a escrever é fácil. Escrever uma história do começo ao fim agora também é fácil." — Juvi Chagas "Esse livro NÃO É uma enganação! Juro! Trama, conflito, personagens, dicas práticas... Tá tudo explicadinho aqui. E a melhor parte é que o Raoni desenha até a gente entender!" — Vitor Martins, autor de Mais ou menos 9 horas e finalista do prêmio Jabuti

Quem matou o meu pai
Édouard Louis
Do premiado autor de Para Acabar de Vez com Eddy Bellegueule, esta é a história comovente e fraturante do reencontro possível entre pai e filho, e um grito pungente de denúncia social. Com voz apaixonada e urgente, Édouard Louis narra o retorno à sua cidade natal, um local feio e cinzento numa das regiões mais pobres de França, e à casa paterna. É o regresso a uma infância assombrada pela violência, a homofobia e a vergonha, mas também a tentativa de uma reconciliação com esse passado doloroso, materializado numa figura paterna dominadora, agora fisicamente diminuída, frágil e exposta. Relato comovente do reencontro possível entre pai e filho, evocativo de Carta ao Pai de Franz Kafka, Quem Matou o Meu Pai representa o gesto que procura o perdão e ainda o grito de denúncia de um fosso social que devora a França há décadas, com o dedo apontado ao poder político, a essa casta privilegiada, verdadeira responsável por condenar a uma morte precoce as classes mais desfavorecidas. Tradução de Luísa Benvinda Álvares. Os elogios da crítica: «Édouard Louis está na vanguarda da nova geração de escritores políticos franceses.» Evening Standard «Uma história esmagadora de reconciliação, perdão e conquista da ternura.» Télérama

O profeta
Kahlil Gibran · 2024

Depois a louca sou eu
Tati Bernardi · 2016

Não sei se é bom, mas é teu
Maria Ribeiro · 2025

Batida só
Giovana Madalosso · 2025

A boba da corte
Tati Bernardi · 2025

Suíte Tóquio
Giovana Madalosso · 2020





