Leituras desejadas
Items in this hypelist
Non-fiction
Ideias Para Adiar o Fim do Mundo (Em Portugues do Brasil)
Ailton Krenak • 2020
"Uma parábola sobre os tempos atuais, por um de nossos maiores pensadores indígenas. Ailton Krenak nasceu na região do vale do rio Doce, um lugar cuja ecologia se encontra profundamente afetada pela atividade de extração mineira. Neste livro, o líder indígena critica a ideia de humanidade como algo separado da natureza, uma "humanidade que não reconhece que aquele rio que está em coma é também o nosso avô". Essa premissa estaria na origem do desastre socioambiental de nossa era, o chamado Antropoceno. Daí que a resistência indígena se dê pela não aceitação da ideia de que somos todos iguais. Somente o reconhecimento da diversidade e a recusa da ideia do humano como superior aos demais seres podem ressignificar nossas existências e refrear nossa marcha insensata em direção ao abismo. "Nosso tempo é especialista em produzir ausências: do sentido de viver em sociedade, do próprio sentido da experiência da vida. Isso gera uma intolerância muito grande com relação a quem ainda é capaz de experimentar o prazer de estar vivo, de dançar e de cantar. E está cheio de pequenas constelações de gente espalhada pelo mundo que dança, canta e faz chover. [...] Minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história." Desde seu inesquecível discurso na Assembleia Constituinte, em 1987, quando pintou o rosto com a tinta preta do jenipapo para protestar contra o retrocesso na luta pelos direitos indígenas, Krenak se destaca como um dos mais originais e importantes pensadores brasileiros. Ouvi-lo é mais urgente do que nunca. Esta nova edição de Ideias para adiar o fim do mundo, resultado de duas conferências e uma entrevista realizadas em Portugal entre 2017 e 2019, conta com posfácio inédito de Eduardo Viveiros de Castro." --Descripción del editor.
A gente mira no amor e acerta na solidão (Portuguese Edition)
Ana Suy • 2022
Futuro ancestral
Ailton Krenak • 2025
Clássicos brasileiros
O alienista
Joaquin Machado De Assis • 2004
Rare Book
Mar Morto
1949
SÃO BERNARDO
Graciliano Ramos • 2024
Angústia
Graciliano Ramos • 2000
Olhos d'água
Conceição Evaristo • 2016
Esaú e Jacó
Machado de Assis • 2019
Esaú e Jacó foi o penúltimo romance que Machado de Assis publicou, em 1904, tendo saído a primeira edição pela Livraria Garnier. O título e a trama fazem uma grande intertextualidade com a narrativa bíblica do Gênesis, na qual encontramos a disputa entre gêmeos homônimos, filhos de Isaac e Rebeca, sendo esta o centro da disputa entre os irmãos. Na obra, Machado dá vida às querelas entre os irmãos Pedro e Paulo e, assim, como a matriarca bíblica, aqui Natividade também se coloca no centro dos conflitos familiares. É um romance que explora as ambiguidades no sentido mais amplo deste termo, já que o Conselheiro Aires, voz que faz a narração da história, deixa claro logo no início que ambos são "os dois lados da verdade", ou seja, ambos tinham as suas respectivas razões, bem como os defeitos e as limitações. A Coleção Vozes de Bolso – Literatura Brasileira se propõe a trazer ao público um novo tipo de trabalho em torno de grandes clássicos da literatura de língua portuguesa. São todos textos já canonizados pela nossa tradição, porém com alguns "aditivos" que agregam valor e força aos mesmos.
Agua viva
Clarice Lispector • 2014
A paixão segundo G. H.
Clarice Lispector • 2020
Clássico de Clarice Lispector que inspirou o filme A Paixão de G.H., do diretor Luiz Fernando Carvalho com Maria Fernanda Cândido. Clarice, me dá tua mão. Tudo parece de novo impossível nesse frêmito de eternidade que é o presente, mas confio na nossa aproximação: aconteceu daquela vez o impensável; adaptar A paixão segundo G.H. para o teatro. Não fui sozinha como você, embora quando estive ali, cara a cara com a barata, era eu mesma, sozinha como um caco de vidro, um cachorro e uma galinha estão sós e cara a cara. Com o quê? Consigo. Eu fui, ao encarnar durante mais de dois anos a G.H. num monólogo para o teatro – adaptado por Fauzi Arap e dirigido por Enrique Díaz –, uma pessoa sem a pessoa que eu era antes para fazer companhia para mim mesma. Fui perdendo as cascas, o invólucro, mergulhando em águas cada vez mais densas e profundas, perdendo o contorno humano, transladei para outra, outro lugar, desconhecido, terrível e maravilhoso, que não eu. Mas houve as mãos que me ajudaram na travessia. As suas mãos, Clarice. As suas mãos de escritora que tantas vezes anseiam as nossas para irmos contigo, nessa grande odisseia de uma mulher que viaja para dentro de si e se despersonaliza. Ela desvira o Eu. Ela se te revira. Não é brincadeira o que acontece aqui, é coisa que se lê e se toma e entra no próprio sangue, é saber xamânico, potente, destruidor e revivificador. Nada se cria sem desfazer essas camadas de noções fossilizadas sobre nós mesmos e o mundo. Tuas palavras agem sobre mim, ainda e sempre. Agora, neste ano de 2020, é seu aniversário de 100 anos. A paixão foi escrito em 1964. Imagino você aqui escrevendo sobre o agora, o momento presente atravessando as paredes de sua casa e de seu corpo e se metamorfoseando em palavras que você escreve e essas palavras agem, transformam a vida. Nós estamos olhando a vida que se nos olha, Clarice. A vida se nos é, e se me é, tão radicalmente agora, que voltei a andar com teu livro colado em mim. Livro que é registro desse tempo eterno onde fracassamos e vamos de novo, com o fracasso das nossas existências e palavras. Das milhares de apresentações possíveis que eu poderia fazer, eu escolho dizer sim; sim, leia este livro como experiência que se vive. Entrar pelo corpo, e ir com as palavras mais "pelo que elas fazem do que pelo que elas falam", ir com G.H., atravessando esses portais e ir se perdendo nas paredes, nos hieróglifos da casa, nas marcas deixadas pelo outro, e ir indo, parando e recuperando o fôlego até mergulhar completamente nesta obra extraordinária que nunca mais vai parar de acontecer. — Mariana Lima, Atriz e produtora
CLARA DOS ANJOS
unknown author • unde
Memórias Póstumas de Brás Cubas
Machado de Assis • 2009
Que, no alto do principal de seus livros, confessasse Stendhal havê-lo escrito para cem leitores, coisa é que admira e consterna. O que não admira, nem provavelmente consternará é se este outro livro não tiver os cem leitores de Stendhal, nem cinqüenta, nem vinte, e quando muito, dez, Dez? Talvez cinco. Trata-se, na verdade, de uma obra difusa, na qual eu, Brás Cubas, se adotei a forma livre de um Stern de um Lamb ou de um de Maistre, não sei se lhe meti algumas rabugens de pessimismo. Pode ser. Obra de finado. Escrevia-a com a pena da galhofa e a tinta da melancolia; e não é difícil antever o que poderá sair desse conúbio. Acresce que a gente grave achará no livro umas aparências de puro romance, ao passo que a gente frívola não achará nele o seu romance usual; e ei-lo aí fica privado da estima dos graves e do amor dos frívolos, que são as duas colunas máximas da opinião.Mas eu ainda espero angariar as simpatias da opinião, e o meio eficaz para isto é fugir a um prólogo explícito e longo. O melhor prólogo é o que contém menos coisas, ou o que as diz de um jeito obscuro e truncado. Conseguintemente, evito contar o processo extraordinário que empreguei na composição destas Memórias, trabalhadas cá no outro mundo. Seria curioso,mas nimiamente extenso, e aliás desnecessário ao entendimento da obra. A obra em si mesma é tudo: se te agradar, fino leitor, pago-me da tarefa; se te não agradar, pago-te com um piparote, e adeus. Brás Cubas
Franceses
Uma Temporada no Inferno
Arthur Rimbaud • 1997
Paixão Simples
Annie Ernaux • 2019
Contemporâneos brasileiros
Dias Perfeitos (Em Portugues do Brasil)
Raphael Montes • 2014

A pediatra (Portuguese Edition)
Andréa Del Fuego · 2021
Maktub
Paulo Coelho • 2021
O Alquimista (Portuguese Edition)
Paulo Coelho • 2016
Torto Arado
Itamar Vieira Junior • 2024
Becos Da Memória
Conceição Evaristo • 2017
Becos Da Memória é Um Dos Mais Importantes Romances Memorialistas Da Literatura Contemporânea Brasileira. A Autora Traduz, A Partir De Seus Muitos Personagens, A Complexidade Humana E Os Sentimentos Profundos Dos Que Enfrentam Cotidianamente O Desamparo, O Preconceito, A Fome E A Miséria; Dos Que A Cada Dia Têm A Vida Por Um Fio. Sem Perder O Lirismo E A Delicadeza, A Autora Discute, Como Poucos, Questões Profundas Da Sociedade Brasileira.
Canção para ninar menino grande
Conceição Evaristo • 2022
Oração Para Desaparecer
Socorro Acioli • 2024
Biography

Estou Feliz que minha mãe morreu
Jennette McCurdy · 2022
Romance

Amor e Azeitonas (Em Portugues do Brasil)
_ • 2019

Amor e Gelato (Portuguese Edition)
Jenna Evans Welch • 2017
Clássicos ingleses
Alice No País Das Maravilhas
Lewis Carroll • 2010
Dracula
Bram Stoker • 2020
Frankstein
Mary Shelley • 2020
Orgulho e Preconceito
Jane Austen • 2017
Hamlet by William Shakespeare
William Shakespeare • 2020
A Megera Domada
William Shakespeare • 1988
Romeu e Julieta
William Shakespeare • 2014






