
algumas das melhores leituras :)
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Books

Noites brancas
Fiódor Dostoiévksi · 2020

Tudo que deixamos inacabado
Rebecca Yarros · 2024

O peso do pássaro morto
Aline Bei · 2017

As coisas que você só vê quando desacelera
Haemin Sunim · 2017
Mais de 700 mil exemplares vendidos no Brasil. "Um livro para os dias de hoje, repleto de verdades universais, lindamente escrito e ilustrado. Cada parágrafo possui a própria semente, que cria raízes para a sabedoria mais profunda e atemporal. Uma obra para se ter sempre à mão." – Mark Williams, coautor de Atenção plena. De tempos em tempos, surge um livro que, com sua maneira original de iluminar importantes temas espirituais, se torna um fenômeno tão grande em seu país de origem que acaba chamando a atenção e encantando leitores de todo o mundo. Escrito pelo mestre zen-budista sul-coreano Haemin Sunim, As coisas que você só vê quando desacelera é um desses raros e tão necessários livros para quem deseja tranquilizar os pensamentos e cultivar a calma e a autocompaixão. Ilustrado com extrema delicadeza, ele nos ajuda a entender nossos relacionamentos, nosso trabalho, nossas aspirações e nossa espiritualidade sob um novo prisma, revelando como a prática da atenção plena pode transformar nosso modo de ser e de lidar com tudo o que fazemos. Você vai descobrir que a forma como percebemos o mundo é um reflexo do que se passa em nossa mente. Quando nossa mente está alegre e compassiva, o mundo também está. Quando ela está repleta de pensamentos negativos, o mundo parece sombrio. E quando nossa mente descansa, o mundo faz o mesmo.

O Amor Imperfeito
Rattaro · 2016

Pensar é transgredir
Lya Luft · 2011

Farmacia Literaria
Susan Elderkin Ella Berthoud · 2016

De mãos dadas
Claudio Thebas, Alexandre Coimbra Amaral · 2022

Agua Fresca Para As Flores (Em Portugues do Brasil)
Valerie Perrin · 2019
Os dias de Violette Toussaint são marcados por confidências. Para aqueles que vão prestar homenagens aos entes queridos, a casa da zeladora do cemitério funciona também como um abrigo diante da perda, um lugar em que memórias, risadas e lágrimas se misturam a xícaras de café ou taças de vinho. Com a pequena equipe de coveiros e o padre da região, Violette forma uma família peculiar. Mas como ela chegou a esse mundo onde o trágico e o excêntrico se combinam?<br/><br/>Com quase cinquenta anos, a zeladora coleciona fantasmas ― uma infância conturbada, um marido desaparecido e feridas ainda mais profundas ―, mas encontra conforto entre os rituais e as flores de seu cemitério. Sua rotina é interrompida, no entanto, pela chegada de Julien Seul, um homem que insiste em deixar as cinzas da mãe no túmulo de um completo desconhecido. Logo fica claro que essa atitude estranha está ligada ao passado difícil de Violette, e esse encontro promete desenterrar sentimentos há muito esquecidos.<br/><br/>À medida que os laços entre os vivos e os mortos são expostos, acompanhamos a história dessa mulher que acredita de forma obstinada na felicidade, mesmo após tantas provações. Com sua comovente e poética ode ao cotidiano, Água fresca para as flores é um relato íntimo e atemporal sobre a capacidade de redenção do amor.

A casa das orquídeas
Lucinda Riley · 2012

O Alienista
Machado de Assis · 2010
Na história, o respeitado cientista Simão Bacamarte decide abrir um manicômio em Itaguaí, com o objetivo de estudar os limites entre razão e loucura. O texto possibilita observar a fragilidade desses e de outros limites. A loucura é o tema deste livro, em que o autor satiriza a crença nos poderes ilimitados da ciência. Para alguns especialistas, trata-se de uma novela, outros o consideram um conto. A maioria dos críticos porém, considera a obra um conto mais longo, por causa da sua estrutura narrativa. Há que se ver na obra elementos típicos de produção realista de Machado, principalmente a análise psicológica e a crítica social.

Talvez Voce Deva Conversar Com Alguem - Uma terapeuta o terapeuta dela e a vida de todos nos (Em Portugues do Brasil)
_ · 2019
De modo geral, buscamos a ajuda de um terapeuta para melhor compreender as angústias, os medos, a culpa ou quaisquer outros sentimentos que nos causam desconforto e sofrimento. Mas quantos de nós já paramos para perguntar: o terapeuta está imune à gama de questões que ele auxilia seus pacientes a dirimir e superar, dia após dia? A autora best-seller e terapeuta Lori Gottlieb nos mostra que a resposta a essa pergunta traz revelações surpreendentes.Quando ela se vê emocionalmente incapaz de gerenciar uma situação que perturba sua vida, uma amiga lhe faz uma sugestão: talvez você deva conversar com alguém.Combinando histórias reunidas a partir de sua rica trajetória como terapeuta (distribuídas entre quatro personagens inesquecíveis) à sua própria experiência como paciente, Lori nos oferece um relato afetuoso, leve e comovente sobre a universalidade de nossas perguntas e ansiedades, e joga luz sobre o que há de mais misterioso em nós, afirmando nossa capacidade de mudar nossas vidas.Uma jornada emocionante de autodescoberta, uma homenagem à natureza humana e um lembrete sobre a importância de sermos ouvidos, mas também de sabermos ouvir. Um livro sobre a importância dos encontros, dos afetos e da coragem de todos os que partimos para a aventura do autoconhecimento.

A Biblioteca da Meia Noite (Em Portugues do Brasil)
Matt Haig · 2019
A Biblioteca da Meia-Noite é um romance incrível que fala dos infinitos rumos que a vida pode tomar e da busca incessante pelo rumo certo. Aos 35 anos, Nora Seed é uma mulher cheia de talentos e poucas conquistas. Arrependida das escolhas que fez no passado, ela vive se perguntando o que poderia ter acontecido caso tivesse vivido de maneira diferente. Após ser demitida e seu gato ser atropelado, Nora vê pouco sentido em sua existência e decide colocar um ponto final em tudo. Porém, quando se vê na Biblioteca da Meia-Noite, Nora ganha uma oportunidade única de viver todas as vidas que poderia ter vivido.Neste lugar entre a vida e a morte, e graças à ajuda de uma velha amiga, Nora pode, finalmente, se mudar para a Austrália, reatar relacionamentos antigos – ou começar outros –, ser uma estrela do rock, uma glaciologista, uma nadadora olímpica... enfim, as opções são infinitas. Mas será que alguma dessas outras vidas é realmente melhor do que a que ela já tem?Em A Biblioteca da Meia-Noite, Nora Seed se vê exatamente na situação pela qual todos gostaríamos de poder passar: voltar no tempo e desfazer algo de que nos arrependemos. Diante dessa possibilidade, Nora faz um mergulho interior viajando pelos livros da Biblioteca da Meia-Noite até entender o que é verdadeiramente importante na vida e o que faz, de fato, com que ela valha a pena ser vivida.

meu corpo minha casa
Rupi Kaur · 2020

Pequena coreografia do adeus
Aline Bei · 2019
<p> <b> Em seu segundo livro, Aline Bei ― autora do premiado O peso do pássaro morto ― constrói um retrato tão sensível quanto brutal sobre família, amor e abandono. Livro finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura 2022. </b> </p> <p> Julia é filha de pais separados: sua mãe não suporta a ideia de ter sido abandonada pelo marido, enquanto seu pai não suporta a ideia de ter sido casado. Sufocada por uma atmosfera de brigas constantes e falta de afeto, a jovem escritora tenta reconhecer sua individualidade e dar sentido à sua história, tentando se desvencilhar dos traumas familiares. <br> Entre lembranças da infância e da adolescência, e sonhos para o futuro, Julia encontra personagens essenciais para enfrentar a solidão ao mesmo tempo que ensaia sua própria coreografia, numa sequência de movimentos de aproximação e afastamento de seus pais que lhe traz marcas indeléveis. <br> Escrito com a prosa original que fez de Aline Bei uma das grandes revelações da literatura brasileira contemporânea, Pequena coreografia do adeus é um romance emocionante que mostra como nossas relações moldam quem somos. </p> <p> "Aline Bei narra como quem se posiciona à beira do abismo, o corpo em espera, o instante que se aproxima. Ler Pequena coreografia do adeus é acompanhar essa queda, íngreme e definitiva, mas também sublime e transformadora." — Carola Saavedra </p> <p> "A experimentação formal que sublinhou o estilo marcante de Aline Bei, em sua estreia com O peso do pássaro morto , sedimenta-se neste segundo romance, trazendo-nos a história dolorosa de Júlia Terra — personagem complexa, cujas margens familiares vão se dissipando. A trama urdida com lirismo entrelaça a educação afetiva, a violência e a experiência do desamor, revelando o paradoxo da condição humana — a um só tempo precária e (por meio da escrita) redentora." — João Anzanello Carrascoza </p>

Perdas e Ganhos (Edicao de Bolso) (Em Portugues do Brasil)
Lya Luft · 2009

A morte é um dia que vale a pena viver: E um excelente motivo para se buscar um novo olhar para a vida (Portuguese Edition)
Ana Claudia Quintana Arantes · 2019

A Hora da Estrela
Clarice Lispector · 1998
A Hora da Estrela Entre a realidade e o delírio, buscando o social enquanto sua alma a engolfava, Clarice escreveu um livro singular. A Hora da Estrela é um romance sobre o desamparo a que, apesar da linguagem, todos estamos entregues.

Uma Aprendizagem Ou O Livro Dos Prazeres - Edicao Comemorativa (Em Portugues do Brasil)
Clarice Lispector · 2019
“O coração tem que se apresentar diante do Nada sozinho e sozinho bater em silêncio de uma taquicardia nas trevas.” A experiência da protagonista desta aprendizagem mostra afinidades tanto com as provações da bela Psiquê, do mito grego, quanto com a mística aventura da alma, ao atravessar a noite escura no Cântico Espiritual de São João da Cruz. Como um quadro cujas linhas mestras o recortassem do grande mistério que tudo contém, este livro, que “se pediu uma liberdade maior”, é a narrativa de uma iniciação e um extraordinário hino ao amor. Lóri, a mulher, faz uma longa viagem ao mais profundo de si mesma e chega à consciência total de ser. Diz: eu é; o homem, Ulisses, um professor de filosofia, que possui fórmulas para explicar o mundo, transforma-se em algo mais simples, um simples homem. Ambos serão iniciados: Ulisses fecha os ouvidos para as outras sereias porque só está disponível para Lóri, cujo verdadeiro nome é Loreley, como a personagem de Heine e de Apollinaire, uma ondina ou sereia que costumava atrair para os rochedos os barqueiros do Reno. Na verdade, cada um vai encontrar-se consigo mesmo em face do outro. Por ser trabalho, ascese, viagem, o amor de Lóri e Ulisses vence a diferença, o estranhamento, vence até mesmo a morte, ou o medo da morte. E a entrega finalmente física dos personagens se realiza com força tântrica de êxtase, de epifania. Para Lóri, “a atmosfera era de milagre”; Ulisses “estava sofrendo de vida e de amor”. Nada termina, porém, o momento anuncia uma nova aurora: “Ambos estavam pálidos e ambos se acharam belos.” Clarice, que se insere sabiamente no possível, fecha com dois pontos a narrativa que começara com uma vírgula. ? RACHEL GUTIÉRREZ, Escritora, tradutora e diretora da Associação dos Leitores e Amigos de Clarice Lispector"

Antes do Baile Verde
Lygia Fagundes Telles · 2009
Reunião de narrativas escritas entre 1949 e 1969, Antes do baile verde é considerado por muitos críticos o livro de contos literariamente mais bem-sucedido de Lygia Fagundes Telles. As situações narradas são as mais diversas. Em "A caçada", um homem fica a tal ponto intrigado com uma velha tapeçaria encontrada num antiquário que acaba por mergulhar na cena retratada na peça, como se tivesse participado dela numa outra vida ou numa outra dimensão. Já no macabro "Venha ver o Pôr-do-Sol", um rapaz leva sua ex-namorada a um jazigo de família abandonado. Conflitos amorosos também são tema de "Apenas um Saxofone", "Um Chá bem Forte e Três Xícaras", "O Jardim Selvagem" e "As Pérolas". Mas o enfoque é sempre diverso e surpreendente. Em "O Menino", por exemplo, uma infidelidade conjugal é observada de modo oblíquo, pelos olhos de um garoto que vai ao cinema com a mãe. Mas o escopo humano e literário de Lygia não se restringe aos dramas de casais. "Natal na Barca" é uma pequena parábola, com final epifânico. "Meia-noite em Ponto em Xangai" é o balanço que uma prima-dona da ópera faz de sua vida solitária e vazia. Em "O moço do Saxofone" um motorista de caminhão hesita em ir para a cama com uma mulher casada numa pensão de beira de estrada. Em "A Janela", um louco visita um bordel dizendo que é a casa onde seu filho morreu. Com sua prosa segura e elegante, alternando com desenvoltura gêneros e vozes narrativas, a autora expõe aqui no mais alto grau sua capacidade de seduzir e emocionar o leitor. "Essas pequenas obras-primas, de tão fremente inquietação íntima e que exalam um desespero tão profundo, ganham a clássica serenidade das formas de arte definitivas." - Paulo

Um Sopro De Vida
Clarice Lispector · 2020
Eu Escrevo Como Se Fosse Para Salvar A Vida De Alguém. Provavelmente A Minha Própria Vida. Com Essas Palavras, Clarice Lispector Convida O Leitor Para Uma Viagem única. Um Sopro De Vida E A Hora Da Estrela Foram Escritos Simultaneamente, Movidos Pela Mesma Pergunta. Estou Com A Impressão De Que Ando Me Imitando Um Pouco. O Pior Plágio é O Que Se Faz De Si Mesmo. Questionamento Agravado Pela Constatação: E Há Também Os Meus Imitadores (...) Algumas Pessoas Que Tiveram O Mau Gosto De Serem Eu. Entre Elas, Os Críticos São Os Que Com Maior Impertinência E Constância Tentam Imitá-la, Reduplicando, Em Suas Análises, A Ambiguidade Radical Atribuída à Pessoa Clarice Lispector. Com Isso, Seus Livros Se Transformam Sempre Num Mergulho No Infinito De Uma Identidade à Deriva. Um Sopro De Vida (e A Hora Da Estrela) Deveria(m) Ter Encerrado Essa Monótona Romaria. Por Que Não Imaginar Que A Pessoa Clarice Foi Pretexto Para Que A Persona Da Escritora, Em Sua Pluralidade, Pudesse Triunfar? Hipótese Que Responde à Convocação: Se Alguém Me Ler Será Por Conta Própria E Autorrisco. E, Correndo Riscos, Um Sopro De Vida Sugere Instigante Paralelo. Em 1914, Miguel De Unamuno Publicou Niebla, Desconcertante Romance No Qual O Protagonista, Augusto Pérez, Resolve Virar Autor De Seu Destino. Em Um Sopro De Vida, Clarice Imagina Uma Personagem, Ângela Pralini, Através Da Qual Dialoga Consigo Mesma E, Sobretudo, Ensaia Afastar-se De Seu Estilo. Isto é, Afastar-se De Si Mesma Para Evitar O Pior Plágio. E, Bem Ao Contrário De Unamuno – Que Mantém Augusto Pérez Em Rédeas Curtas –, Clarice é Transformada Pelo Contato Com Ângela Pralini. Claro Que, Em A Hora Da Estrela, A Personagem Macabéa Levará Esse Gesto Ao Extremo. Estamos à Beira De Uma Eclosão. À Beira De Conhecer A Nós Mesmos. À Beira Do Ano 2000. Palavras Escritas, Não Esqueçamos, Em 1977. Para Reconhecer Sua Rara Força E Atualidade, Precisamos Inventar Novas Leituras Dos Textos De Clarice Lispector. Atitude Que Provavelmente Agradaria A Quem Propôs: Escrever é Uma Indagação. É Assim:? — João Cezar De Castro Rocha,professor De Literatura Comparada Da Universidade Do Estado Do Rio De Janeiro, Pesquisador Do Pronex (cnpq) / Puc-rj

Ostra feliz não faz pérola
Rubem Alves · 2021
<p>O best-seller de Rubem Alves, em nova edição.A ostra, para fazer uma pérola, precisa ter dentro de si um grão de areia que a faça sofrer. Sofrendo, a ostra diz parasi mesma: "Preciso envolver esta areia pontuda que me machuca com uma esfera lisa que lhe tire as pontas...". Ostrasfelizes não fazem pérolas. Pessoas felizes não sentem a necessidade de criar. O ato criador, seja na ciência ou na arte, surge sempre de uma dor. Não é preciso que seja uma dor doída. Por vezes, a dor aparece como aquela coceira que temo nome de curiosidade. Este livro é repleto de areias pontudas que machucam, mas que fazem da dor uma razão parasempre continuar. Qualquer página deste livro é um começo e um fim."Rubem fazia a filosofia descer do salto, fazia a psicanálise falar fácil, fazia a educação aprender com quemsupostamente estava na ignorância, e fazia a poesia emoldurar tudo com o seu manto mais libertário."– ALEXANDRE COIMBRA AMARAL, PSICÓLOGO E ESCRITOR"É um libertário amável, um educador atento, um pensador inquieto e um revolucionário doce."– PEDRO SALOMÃO, POETA E ESCRITOR"Rubem Alves sabe contar histórias como poucos. As frutas que ele generosamente nos oferece têm um efeitopoderoso e paradoxal: elas alimentam ainda mais a nossa fome."– CLÁUDIO THEBAS, EDUCADOR, PALHAÇO E ESCRITOR<br></p>

Agua Viva (Portuguese Edition)
Clarice Lispector · 1998
88 Pags.

Mulheres que Correm com os Lobos (Em Portugues do Brasil)
_ · 2018
<p>Os lobos foram pintados com um pincel negro nos contos de fada e até hoje assustam meninas indefesas. Mas nem sempre eles foram vistos como criaturas terríveis e violentas. Na Grécia antiga e em Roma, o animal era o consorte de Artemis, a caçadora, e carinhosamente amamentava os heróis. A analista junguiana Clarissa Pinkola Estés acredita que na nossa sociedade as mulheres vêm sendo tratadas de uma forma semelhante. Ao investigar o esmagamento da natureza instintiva feminina, Clarissa descobriu a chave da sensação de impotência da mulher moderna. Seu livro, Mulheres que correm com os lobos, ficou durante um ano na lista de mais vendidos nos Estados Unidos. Abordando 19 mitos, lendas e contos de fada, como a história do patinho feio e do Barba-Azul, Estés mostra como a natureza instintiva da mulher foi sendo domesticada ao longo dos tempos, num processo que punia todas aquelas que se rebelavam. Segundo a analista, a exemplo das florestas virgens e dos animais silvestres, os instintos foram devastados e os ciclos naturais femininos transformados à força em ritmos artificiais para agradar aos outros. Mas sua energia vital, segundo ela, pode ser restaurada por escavações "psíquico-arqueológicas" nas ruínas do mundo subterrâneo. Até o ponto em que, emergindo das grossas camadas de condicionamento cultural, apareça a corajosa loba que vive em cada mulher. Clássico dos estudos sobre o sagrado feminino e o feminismo, o livro é o primeiro de uma série de longsellers da Rocco a ganhar edição com novo projeto gráfico e capa dura. <br/>Capa dura: 576 páginasEditora: Rocco; Edição: 1ª (17 de setembro de 2018)Idioma: PortuguêsISBN-10: 853252978XISBN-13: 978-8532529787Dimensões do produto</p>







