
livros de mulher maluca
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Books

Amiga Genial
_ · 2015

Rita lee (Portuguese Edition)
Rita Lee · 2016
<p> “Do primeiro disco voador ao último porre, Rita é consistente. Corajosa. Sem culpa nenhuma. Tanto que, ao ler o livro, várias vezes temos a sensação de estar diante de uma bio não autorizada, tamanha a honestidade nas histórias. A infância e os primeiros passos na vida artística; sua prisão em 1976; o encontro de almas com Roberto de Carvalho; o nascimento dos filhos, das músicas e dos discos clássicos; os tropeços e as glórias. Está tudo lá. E você pode ter certeza: essa é a obra mais pessoal que ela poderia entregar de presente para nós. Rita cuidou de tudo. Escreveu, escolheu as fotos e criou as legendas - e até decidiu a ordem das imagens -, fez a capa, pensou na contracapa, nas orelhas... Entregou o livro assim: prontinho. Sua essência está nessas páginas. E é exatamente desse modo que a Globo Livros coloca a autobiografia da nossa estrela maior no mercado.”</p><p><i>Guilherme Samora é jornalista e estudioso do legado cultural de Rita Lee</i></p>

A Redoma De Vidro
Sylvia Plath · 2019
O ÚNICO ROMANCE DE SYLVIA PLATH GANHA NOVA CAPA! Publicado originalmente em 1963, esta edição, com tradução de Chico Mattoso, traz nova capa e desenhos da autora. Lançado semanas antes da morte de Sylvia, o livro é repleto de referências autobiográficas, e a narrativa é inspirada nos acontecimentos do verão de 1952, quando Silvia Plath tentou o suicídio e foi internada em uma clínica psiquiátrica. Esther Greenwood é uma jovem que sai do subúrbio de Boston para trabalhar em uma prestigiosa revista de moda em Nova York. Assim como a protagonista, a autora foi uma estudante com um histórico exemplar que sofreu uma grave depressão. Muitas questões de Esther retratam as preocupações de uma geração pré-revolução sexual, em que as mulheres ainda precisavam escolher se priorizavam a profissão ou a família. Além da elegância da prosa de Plath, o livro extrai sua força da forma corajosa como trata a depressão. Mais que um relato sobre problemas mentais, A redoma de vidro é uma narrativa singular acerca das dores do amadurecimento. "A redoma de vidro continuará a ressoar nas pessoas ao longo dos anos e merecerá inúmeras releituras, pois fala de contradições e de problemas humanos. Um livro para refletir sobre a representação da mulher na sociedade, os desafios profissionais e a solidão nas metrópoles e sobre alguém que tinha tudo para ser feliz." Juliana Gomes, co-criadora do projeto Leia Mulheres

A natureza da mordida
Carla Madeira · 2022
<p> </p> <p> <b>Depois dos arrebatadores Tudo é rio e Véspera, Carla Madeira retoma seu interesse profundo pelos conflitos humanos em A natureza da mordida.</b> </p> <p> </p> <p>"O que você não tem mais que te entristece tanto?" É com esta pergunta que Biá, uma psicanalista aposentada, apaixonada por literatura, aborda a jovem jornalista Olívia pela primeira vez ao encontrá-la sentada à mesa de um sebo improvisado. A provocação inesperada, vinda de uma estranha, capaz de ouvir "como quem abraça", desencadeia uma sucessão de encontros, marcados pela intimidade crescente e que aos poucos revelam as histórias das duas mulheres. "Nossa amizade começou assim, enquanto nos afogávamos", relata Olívia.</p> <p>Com alternância entre as vozes, a força narrativa objetiva, descritiva e linear de Olívia contrapõe-se às anotações esparsas de Biá, cujos fragmentos de uma memória já falha e pouco confiável conduzem a um ponto de virada na trama que irá revelar ao leitor eventos que marcaram o passado de cada uma, evidenciando o paralelo entre as diferentes formas de abandono sofridas (e perpetradas) pelas duas amigas. Ao conhecer Olívia, o leitor é preparado para compreender Biá e, finalmente, refletir sobre a pergunta: o que faríamos em seu lugar?</p> <p>Como nos outros romances da autora, as personagens parecem saltar do papel para colocar o leitor diante de questões universais, entre elas a incondicionalidade do amor, a força do desejo, a culpa e o esquecimento, a memória e sua dinâmica inescrutável com o perdão. É também um livro sobre amizade.</p> <p>Com uma narrativa singular, potente e envolvente, Carla Madeira se reafirma em A natureza da mordida como um dos maiores nomes da literatura nacional contemporânea.</p>

Pequena coreografia do adeus
Aline Bei · 2019
<p> <b> Em seu segundo livro, Aline Bei ― autora do premiado O peso do pássaro morto ― constrói um retrato tão sensível quanto brutal sobre família, amor e abandono. Livro finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura 2022. </b> </p> <p> Julia é filha de pais separados: sua mãe não suporta a ideia de ter sido abandonada pelo marido, enquanto seu pai não suporta a ideia de ter sido casado. Sufocada por uma atmosfera de brigas constantes e falta de afeto, a jovem escritora tenta reconhecer sua individualidade e dar sentido à sua história, tentando se desvencilhar dos traumas familiares. <br> Entre lembranças da infância e da adolescência, e sonhos para o futuro, Julia encontra personagens essenciais para enfrentar a solidão ao mesmo tempo que ensaia sua própria coreografia, numa sequência de movimentos de aproximação e afastamento de seus pais que lhe traz marcas indeléveis. <br> Escrito com a prosa original que fez de Aline Bei uma das grandes revelações da literatura brasileira contemporânea, Pequena coreografia do adeus é um romance emocionante que mostra como nossas relações moldam quem somos. </p> <p> "Aline Bei narra como quem se posiciona à beira do abismo, o corpo em espera, o instante que se aproxima. Ler Pequena coreografia do adeus é acompanhar essa queda, íngreme e definitiva, mas também sublime e transformadora." — Carola Saavedra </p> <p> "A experimentação formal que sublinhou o estilo marcante de Aline Bei, em sua estreia com O peso do pássaro morto , sedimenta-se neste segundo romance, trazendo-nos a história dolorosa de Júlia Terra — personagem complexa, cujas margens familiares vão se dissipando. A trama urdida com lirismo entrelaça a educação afetiva, a violência e a experiência do desamor, revelando o paradoxo da condição humana — a um só tempo precária e (por meio da escrita) redentora." — João Anzanello Carrascoza </p>

The Unabridged Journals of Sylvia Plath
Sylvia Plath · 2000
The complete, uncensored journals of Sylvia Plath—essential reading for anyone who has been moved and fascinated by the poet's life and work.<br/><br/>"A genuine literary event.... Plath's journals contain marvels of discovery." —The New York Times Book Review<br/><br/>Sylvia Plath's journals were originally published in 1982 in a heavily abridged version authorized by Plath's husband, Ted Hughes. This new edition is an exact and complete transcription of the diaries Plath kept during the last twelve years of her life. Sixty percent of the book is material that has never before been made public, more fully revealing the intensity of the poet's personal and literary struggles, and providing fresh insight into both her frequent desperation and the bravery with which she faced down her demons.

Agua Viva
Clarice Lispector · 2016
¿dónde Están Los Límites Del Lenguaje? Agua Viva Es Una Vivencia ;no Una Reflexión; Sobre Esos Límites. Para Avanzar Más Allá, En Busca De La «entrelínea», La Voz Femenina Que Nos Habla Deberá Pedir Auxilio A La Música Y Sobre Todo A La Pintura Para Acercarse Al It, Ese Punto Central De Lo Vivo Que Clarice Lispector Persiguió En Todas Sus Obras. Vaga Epístola A Un Destinatario Mudo, Agua Viva Supera En Todo Momento Las Fronteras De Esa Amplia Familia De Las Cartas De Desamor A La Que En Parte Pertenece. Más Allá De La Pasión, El Texto Apunta ;con Todas Las Armas: Palabra, Color Y Nota; Al Centro De La Vida Y Desafía A La Muerte Con Su Defensa De La Alegría.

O Meu Ano de Repouso e de Relaxamento
Ottesa Moshfegh · 2022





