
literatura feminina
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Art

Agua Viva
Clarice Lispector · 1989
Discusses life, time, beauty, experience, meaning, music, and art.
To Read

Normal People
Sally Rooney · 2019
LONGLISTED FOR THE MAN BOOKER PRIZE: A wondrously wise, genuinely unputdownable new novel from Sally Rooney, winner of the 2017 Sunday Times Young Writer of the Year Award (at 26, tied with Zadie Smith for the youngest-ever recipient)--the quintessential coming-of-age love story for our time. Connell Waldron is one of the most popular boys in his small-town high school--he is a star of the football team, an excellent student, and never wanting for attention from girls. The one thing he doesn't have is money. Marianne Sheridan, a classmate of Connell's, has the opposite problem. Marianne is plain-looking, odd, and stubborn, and while her family is well-off, she has no friends to speak of. There is, however, a deep and undeniable connection between the two teenagers, one that develops into a secret relationship. Everything changes when both Connell and Marianne are accepted to Trinity College. Suddenly Marianne is well-liked and elegant, holding court with her intellectual friends while Connell hangs at the sidelines, not quite as fluent in language of the elite. Throughout their years at university, Marianne and Connell circle each other, falling in and out of romance but never straying far from where they started. And as Marianne experiments with an increasingly dangerous string of boyfriends, Connell must decide how far he is willing to go to save his oldest friend. Sally Rooney brings her brilliant psychological acuity and perfectly spare prose to a novel that explores the subtleties of class, the electricity of first love, and the inescapable challenges of family and friendships. Normal People is a book that you will read in one sitting, and then immediately share with your friends.

Poemas Malditos, Gozosos e Devotos
Hilda Hist · 2001
Softcover, published 2001. 92 pages. Text in Portuguese.

Amiga Genial (Portuguese Edition)
_ · 2015
A Série Napolitana, formada por quatro romances, conta a história de duas amigas ao longo de suas vidas. O primeiro, A amiga genial, é narrado por Elena Greco e cobre da infância aos 16 anos. As meninas se conhecem em uma vizinhança pobre de Nápoles, na década de 1950. Elena, a menina mais inteligente da turma, tem sua vida transformada quando a família do sapateiro Cerullo chega ao bairro e Raffaella, uma criança magra, mal comportada e selvagem, se torna o centro das atenções. Essa menina, tão diferente de Elena, exerce uma atração irresistível sobre ela.<br/><br/>As duas se unem, competem, brigam, fazem planos. Em um bairro marcado pela violência, pelos gritos e agressões dos adultos e pelo medo constante, as meninas sonham com um futuro melhor. Ir embora, conhecer o mundo, escrever livros. Os estudos parecem a melhor opção para que as duas não terminem como suas mães entristecidas pela pobreza, cansadas, cheias de filhos. No entanto, quando as duas terminam a quinta série, a família Greco decide apoiar os estudos de Elena, enquanto os Cerrulo não investem na educação de Raffaella.As duas seguem caminhos diferentes.<br/><br/>Mais que um romance sobre a intensidade e complexa dinâmica da amizade feminina, Ferrante aborda as mudanças na Itália no pós-guerra e as transformações pelas quais as vidas das mulheres passaram durante a segunda metade do século XX. Sua prosa clara e fluída evoca o sentimento de descoberta que povoa a infância e cria uma tensão que captura o leitor.
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Beautiful World, Where Are You
Sally Rooney · 2021
AN INSTANT #1 NEW YORK TIMES BESTSELLER Beautiful World, Where Are You is a new novel by Sally Rooney, the bestselling author of Normal People and Conversations with Friends. Alice, a novelist, meets Felix, who works in a warehouse, and asks him if he’d like to travel to Rome with her. In Dublin, her best friend, Eileen, is getting over a break-up, and slips back into flirting with Simon, a man she has known since childhood. Alice, Felix, Eileen, and Simon are still young—but life is catching up with them. They desire each other, they delude each other, they get together, they break apart. They have sex, they worry about sex, they worry about their friendships and the world they live in. Are they standing in the last lighted room before the darkness, bearing witness to something? Will they find a way to believe in a beautiful world?
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Jane Eyre: A Norton Critical Edition (Norton Critical Editions)
Charlotte Brontë · 2016
"The Brontës' gifted biographer provides us with another superlative Norton Critical Edition of Charlotte Brontë's classic novel. For the classroom and for the general reader, there's no better way to experience the context in which Jane Eyre was written, illuminating modern commentary, and the novel itself in an authoritative text."―Fred Kaplan, Queens College and The Graduate Center, City University of New York This Norton Critical Edition includes:<br/>-The third-edition text (1848), the last corrected by Charlotte Brontë, accompanied by revised and expanded explanatory footnotes.<br/>-"Contexts," highlighting Jane Eyre as a bildungsroman through diary entries and letters by the author about her experiences as a student, teacher, and governess as well as her feelings about friendship, love, and writing.<br/>-Five major critical interpretations by Virginia Woolf, Sandra M. Gilbert and Susan Gubar, Susan Meyer, Carla Kaplan, and Kelly A. Marsh.<br/>-A Chronology and a Selected Bibliography

Pequena coreografia do adeus
Aline Bei · 2019
<p> <b> Em seu segundo livro, Aline Bei ― autora do premiado O peso do pássaro morto ― constrói um retrato tão sensível quanto brutal sobre família, amor e abandono. Livro finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura 2022. </b> </p> <p> Julia é filha de pais separados: sua mãe não suporta a ideia de ter sido abandonada pelo marido, enquanto seu pai não suporta a ideia de ter sido casado. Sufocada por uma atmosfera de brigas constantes e falta de afeto, a jovem escritora tenta reconhecer sua individualidade e dar sentido à sua história, tentando se desvencilhar dos traumas familiares. <br> Entre lembranças da infância e da adolescência, e sonhos para o futuro, Julia encontra personagens essenciais para enfrentar a solidão ao mesmo tempo que ensaia sua própria coreografia, numa sequência de movimentos de aproximação e afastamento de seus pais que lhe traz marcas indeléveis. <br> Escrito com a prosa original que fez de Aline Bei uma das grandes revelações da literatura brasileira contemporânea, Pequena coreografia do adeus é um romance emocionante que mostra como nossas relações moldam quem somos. </p> <p> "Aline Bei narra como quem se posiciona à beira do abismo, o corpo em espera, o instante que se aproxima. Ler Pequena coreografia do adeus é acompanhar essa queda, íngreme e definitiva, mas também sublime e transformadora." — Carola Saavedra </p> <p> "A experimentação formal que sublinhou o estilo marcante de Aline Bei, em sua estreia com O peso do pássaro morto , sedimenta-se neste segundo romance, trazendo-nos a história dolorosa de Júlia Terra — personagem complexa, cujas margens familiares vão se dissipando. A trama urdida com lirismo entrelaça a educação afetiva, a violência e a experiência do desamor, revelando o paradoxo da condição humana — a um só tempo precária e (por meio da escrita) redentora." — João Anzanello Carrascoza </p>

O Peso do Passaro Morto
Aline Bei · 2017
A vida de uma mulher, dos 8 aos 52, desde as singelezas cotidianas até as tragédias que persistem, uma geração após a outra. Um livro denso e leve, violento e poético. É assim O peso do pássaro morto, romance de estreia de Aline Bei, onde acompanhamos uma mulher que, com todas as forças, tenta não coincidir apenas com a dor de que é feita.

Perto do Coracao Selvagem
Clarice Lispector · 2019
O surgimento de Perto do Coração Selvagem, em 1943, causou grande impacto no cenário literário brasileiro, proporcionando à autora aclamação imediata da crítica e de seus colegas escritores.<br/><br/>Houve quem encontrasse no livro a influência de Virginia Woolf, ao passo que outros apostavam em Joyce, seguindo a falsa pista da epígrafe da qual Clarice pinçou seu título: "Ele estava só. Estava abandonado, feliz, perto do coração selvagem da vida." Ambos os grupos estavam errados, apesar do uso do fluxo de consciência pela escritora estreante a justificar tais correlações. Ocorre, no entanto, que esse havia sido um achado natural e espontâneo para Clarice Lispector, que admitiu como única influência neste caso O Lobo da Estepe, de Hermann Hesse. Não em termos estilísticos tampouco por se identificar com o caráter do protagonista, mas sim por compartilhar com ele e, sobretudo, com Hesse, o desejo imperioso de romper todas as barreiras e ultrapassar todos os limites na busca da própria verdade interior. Anseio personificado pela personagem central, Joana, com uma expressão que se tornou célebre: "Liberdade é pouco. O que desejo ainda não tem nome."<br/><br/>Íntima e universal, destemida e secreta, Joana "sentia o mundo palpitar docemente em seu peito, doía-lhe o corpo como se nele suportasse a feminilidade de todas as mulheres" e ela destoava do sistema patriarcal em que se encontrava inserida da mesma forma que Clarice se distanciava da literatura de seu tempo, ainda dominada pelo regionalismo e o realismo. Ambas, autora e protagonista, eram forças divergentes, porém não dissonantes, já que introduziam uma nova musicalidade, uma harmonia própria, poética e triunfal, na aspereza circundante, enquanto buscavam "o centro luminoso das coisas" sem hesitar em "mergulhar em águas desconhecidas", deixando o silêncio e partindo para a luta. Deste embate à beira do íntimo abismo, Joana torna-se uma mulher completa e Clarice, uma escritora singular e inimitável.

Amor Incomodo
_ · 2017
Uma história perversa e delicada sobre mãe e filha unidas por um complicado nó de mentiras e emoções. Aos quarenta e cinco anos, Delia retorna a sua cidade natal, Nápoles, na Itália, para enterrar a mãe, Amalia, encontrada morta numa praia em circunstâncias suspeitas: a humilde costureira, que se acostumou a esconder a beleza com peças simples e sem graça, usava nada além de um sutiã caro no momento da morte. Revelações perturbadoras a respeito dos últimos dias de Amalia impelem Delia a descobrir a verdade por trás do trágico acontecimento. Avançando pelas ruas caóticas e sufocantes de sua infância, a filha vai confrontar os três homens que figuraram de forma proeminente no passado de sua mãe: o irmão irascível de Amalia, conhecido por lançar insultos indistintamente a conhecidos e estranhos; o ex-marido, pai de Delia, um pintor medíocre que não se importava em desrespeitar a esposa em público; e Caserta, uma figura sombria e lasciva, cujo casamento nunca o impediu de cortejar outras mulheres. Na mistura desorientadora de fantasia e realidade suscitada pelas emoções que vêm à tona dessa investigação, Delia se vê obrigada a reviver um passado cuja crueza ganha contornos vívidos na prosa elegante de Elena Ferrante. Capa comum: 176 páginasEditora: Intrínseca; Edição: 1ª (24 de março de 2017)Idioma: PortuguêsISBN-10: 855100137XISBN-13: 978-8551001370Dimensões do produto: 20,8 x 13,2 x 1,4 cmPeso de envio: 599 g

Hora da Estrela

The Bell Jar (Modern Classics)
Sylvia Plath · 2005
<p><i>The Bell Jar</i> chronicles the crack-up of Esther Greenwood: brilliant, beautiful, enormously talented, and successful, but slowly going under -- maybe for the last time. Sylvia Plath masterfully draws the reader into Esther's breakdown with such intensity that Esther's insanity becomes completely real and even rational, as probable and accessible an experience as going to the movies. Such deep penetration into the dark and harrowing corners of the psyche is an extraordinary accomplishment and has made <i>The Bell Jar</i> a haunting American classic.</p> <p>This P.S. edition features an extra 16 pages of insights into the book, including author interviews, recommended reading, and more.</p>








