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quero ter
Pequena coreografia do adeus
Aline Bei • 2019
<p> <b> Em seu segundo livro, Aline Bei ― autora do premiado O peso do pássaro morto ― constrói um retrato tão sensível quanto brutal sobre família, amor e abandono. Livro finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura 2022. </b> </p> <p> Julia é filha de pais separados: sua mãe não suporta a ideia de ter sido abandonada pelo marido, enquanto seu pai não suporta a ideia de ter sido casado. Sufocada por uma atmosfera de brigas constantes e falta de afeto, a jovem escritora tenta reconhecer sua individualidade e dar sentido à sua história, tentando se desvencilhar dos traumas familiares. <br> Entre lembranças da infância e da adolescência, e sonhos para o futuro, Julia encontra personagens essenciais para enfrentar a solidão ao mesmo tempo que ensaia sua própria coreografia, numa sequência de movimentos de aproximação e afastamento de seus pais que lhe traz marcas indeléveis. <br> Escrito com a prosa original que fez de Aline Bei uma das grandes revelações da literatura brasileira contemporânea, Pequena coreografia do adeus é um romance emocionante que mostra como nossas relações moldam quem somos. </p> <p> "Aline Bei narra como quem se posiciona à beira do abismo, o corpo em espera, o instante que se aproxima. Ler Pequena coreografia do adeus é acompanhar essa queda, íngreme e definitiva, mas também sublime e transformadora." — Carola Saavedra </p> <p> "A experimentação formal que sublinhou o estilo marcante de Aline Bei, em sua estreia com O peso do pássaro morto , sedimenta-se neste segundo romance, trazendo-nos a história dolorosa de Júlia Terra — personagem complexa, cujas margens familiares vão se dissipando. A trama urdida com lirismo entrelaça a educação afetiva, a violência e a experiência do desamor, revelando o paradoxo da condição humana — a um só tempo precária e (por meio da escrita) redentora." — João Anzanello Carrascoza </p>
As Meninas
Lygia Fagundes Telles • 2009
Nadando no escuro
Tomasz Jedrowski • 2024

Não me abandone jamais
Kazuo Ishiguro · 2005
A LOUCA DA CASA
ROSA MONTERO • 2024
Olhos d'água
Conceição Evaristo • 2016
Água fresca para as flores
Valérie Perrin • 2022
<p>Um dos maiores fenômenos editoriais da Europa dos últimos anos, <i>Água fresca para as flores </i>traz uma sensível história de amor no peculiar cenário de um cemitério</p><p>Os dias de Violette Toussaint são marcados por confidências. Para aqueles que vão prestar homenagens aos entes queridos, a casa da zeladora do cemitério funciona também como um abrigo diante da perda, um lugar em que memórias, risadas e lágrimas se misturam a xícaras de café ou taças de vinho. Com a pequena equipe de coveiros e o padre da região, Violette forma uma família peculiar. Mas como ela chegou a esse mundo onde o trágico e o excêntrico se combinam?</p><p>Com quase cinquenta anos, a zeladora coleciona fantasmas — uma infância conturbada, um marido desaparecido e feridas ainda mais profundas —, mas encontra conforto entre os rituais e as flores de seu cemitério. Sua rotina é interrompida, no entanto, pela chegada de Julien Seul, um homem que insiste em deixar as cinzas da mãe no túmulo de um completo desconhecido. Logo fica claro que essa atitude estranha está ligada ao passado difícil de Violette, e esse encontro promete desenterrar sentimentos há muito esquecidos.</p><p>À medida que os laços entre os vivos e os mortos são expostos, acompanhamos a história dessa mulher que acredita de forma obstinada na felicidade, mesmo após tantas provações. Com sua comovente e poética ode ao cotidiano, <i>Água fresca para as flores </i>é um relato íntimo e atemporal sobre a capacidade de redenção do amor.</p>
O Peso do Passaro Morto (Em Portugues do Brasil)
Aline Bei • 2017
Ainda Estou Aqui
Marcelo Rubens Paiva • 2015
O perigo de estar lucida
Rosa Montero • 2019
A amiga genial
Elena Ferrante • 2015
O AMOR NÃO MORA NA URGÊNCIA DO OUTRO
LUANA CARVALHO • 2024
É assim que se perde a guerra do tempo
Amal El-Mohtar • 2019
Tudo sobre o amor
Bell Hooks • 2019
Tres
Valérie Perrin • 2022
Tudo é Rio
Carla Madeira • 2023
As Aguas-vivas Nao Sabem de Si
Aline Valek • 2019
Agua viva
Clarice Lispector • 2014
Memórias do Subsolo
Fiódor Dostoiévski • 2017
Noites brancas
unde
Cleopatra e Frankenstein
Coco Mellors • 2023
A Redoma de Vidro
Sylvia Plath • 2019
A metamorfose
Franz Kafka • 2020
Paixão Simples
Annie Ernaux • 2023
A gente mira no amor e acerta na solidão
Ana Suy • 2022
O avesso da pele
Jeferson Tenório • 2021
Um poderoso romance sobre identidade, raça e família. Uma obra contundente de uma impressionante nova voz da literatura brasileira. "É necessário preservar o avesso, você me disse. Preservar aquilo que ninguém vê. Porque não demora muito e a cor da pele atravessa nosso corpo e determina nosso modo de estar no mundo." Agora que o pai morreu, inesperada e precocemente, Pedro tem pouco mais a que se agarrar senão aos ensinamentos e às memórias deixadas pelo pai, professor de Literatura na rede de ensino público. E homem negro, num país que julga os homens e as mulheres pela cor da pele. Esvaziado pela ausência, Pedro retraça os passos de Henrique nas ruas, procura vestígios seus nos pertences deixados no apartamento. Reduzido por vontade da mãe a uma relação intermitente com o pai, resta a Pedro a possibilidade de reconstruir ou imaginar o passado de Henrique - enquanto homem, enquanto pai - para, pelo caminho, procurar o entendimento de si próprio. Nesta rota íntima de Pedro, Jeferson Tenório faz uma delicada investigação das relações entre pais e filhos, ao mesmo tempo que esboça um retrato poderoso de um país sulcado pela segregação e pela pobreza, em que muitos não podem mostrar - por vezes, nem sentir - o seu avesso, esse espaço onde "entre músculos, órgãos e veias existe um lugar só seu, isolado e único". Com uma sensibilidade invulgar para lidar com os matizes das relações e uma inquietante habilidade para expor a questão racial sem ser didático ou panfletário, Jeferson Tenório afirma-se neste romance como uma das vozes mais potentes e corajosas da literatura brasileira contemporânea. Sobre O avesso da pele : «É o olhar incisivo com que Jeferson Tenório descreve as várias matizes das relações humanas, sobretudo da relação entre pais e filhos, que tornam O avesso da pele um romance tão extraordinário. (...) O livro analisa com grande profundidade, beleza e delicadeza um tema que é muito mais complexo do que pode parecer, lembrando que, embora pese a urgência de mudar uma sociedade onde tanta coisa permanece errada, não basta curar as feridas superficiais. É preciso também curar as que estão do lado de dentro, escondidas sob a pele.» Rita Cipriano, Observador «Não é de graça que Tenório é tão bem acolhido pelo público e pela crítica. Ele não faz turismo, safári social, na desgraça geral do país, não faz da crítica à desigualdade um truque, um atalho apelativo e barato, panfletário, para ter mais aceitação, reconhecimento. Estamos diante de um escritor que, correndo todos os riscos, sabe arquitetar uma boa trama e encantar o leitor. Eu agradeço, a literatura brasileira agradece.» Paulo Scott «Uma obra necessária, contundente, que nos humaniza ao mesmo tempo em que nos tira qualquer inocência diante da máquina racista que não para de destruir vidas das mais diversas formas.» Miguel Sanches Neto, Jornal de Letras «Sucinta saga familiar negra contemporânea, O avesso da pele constrói um aguçado e potente relato sobre relacionamentos, paternidade e a existência numa sociedade forjada pelo racismo.» Sérgio Luz, Globo «Tenório recusa, por meio da literatura, o espetáculo da violência e a necessidade de idealização do homem negro para tornar sua morte mais intolerável. Ele nos mostra que é sua vida em si mesma, marcada pelas condições mais desumanizadoras possíveis, que deveria sempre tornar sua morte injustificável – pois a grande obra dos homens negros em um mundo racista é a sua própria vida.» Fernanda Sousa, Folha de S. Paulo
Primeiro eu tive que morrer
Lorena Portela • 2020
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querida venus, o amor é uma garota
Have you ever wondered why that 13-digit number on the back of a book costs $125 in the United States but is completely free in Canada and India? This book, The Global ISBN Handbook, is your 2025 guide to the International Standard Book Number. It explains everything about this global "fingerprint" for books. The ISBN is the most important cornerstone of the publishing industry. It started as a simple warehouse tool in the 1960s. Now, it is a complex digital identifier used in over 200 countries. This handbook deconstructs the entire system. It uses 15 distinct national case studies to do this. You will learn how the old 10-digit system changed to the new 13-digit one. We break down the five parts of the ISBN, from the "Bookland" prefix to the final check digit. The book explores the global governance framework, starting with the International ISBN Agency. Then, it dives deep into how different countries run their systems. You'll see the privatized, high-cost model in the United States. You'll compare it to Canada's free, government-run system. We explore the industry-led models in Brazil and Germany. We look at government-run systems in Mexico and India. We even cover the unique case of China, where the ISBN is not a simple identifier but a state-controlled publication license. The book also examines the systems in the UK , France , Russia , Japan , Australia , South Africa , Nigeria , and Egypt. Many books and websites can tell you how to get an ISBN. This handbook is the only resource that explains why the process is so different everywhere you look. It moves beyond a simple "how-to" and provides a true global analysis. It directly compares the privatized, for-profit models in the US and UK against the free, public-good systems in Canada and South Africa. You won't just learn the price; you will understand the cultural policies, market structures, and legal philosophies that shape that price. This book shows how the ISBN is a "global mirror". It reveals how a simple number can be a commercial product in one nation , a tool of cultural policy in another , and an instrument of state control in a third. This comparative insight is the missing piece for any author, publisher, or researcher trying to navigate the complex international publishing market. Disclaimer: This handbook is an independently produced resource for commentary and analysis. The author has no affiliation with the International ISBN Agency, R.R. Bowker, Library and Archives Canada, the National Press and Publication Administration, or any other national ISBN agency. This work is independently produced under the principle of nominative fair use.
sociedade paleativa
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A Ridicula Ideia de Nunca Mais Te Ver
_ • 2021
Violeta
Isabel Allende • 2022
Melhor não contar
Tatiana Salem Levy • 2024
Fim
Fernanda Torres • 2015
Aos Prantos no Mercado
Michelle Zauner • 2019
CARTAS A UM JOVEM POETA
RAINER MARIA RILKE • 2024
oceano
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Blanco
Atos Impuros
Paulo Coelho • 2016
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O Alquimista (Portuguese Edition)
Paulo Coelho • 2016
Um Sopro De Vida
Clarice Lispector • 2019
Eu que nunca conheci os homens
_ • 2021
Se Deus Me Chamar Não Vou
Mariana Salomao Carrara •
Preconceito Linguístico
Marcos Bagno • 2015
Pessoas normais
Sally Rooney • 2019
Uma história única e envolvente sobre dois jovens que devem enfrentar a eletricidade do primeiro amor em meio às sutilezas das classes sociais e dos problemas familiares. Sally Rooney é a voz da geração millennial. Na escola, no interior da Irlanda, Connell e Marianne fingem não se conhecer. Ele é a estrela do time de futebol, ela é solitária e preza por sua privacidade. Mas a mãe de Connell trabalha como empregada na casa dos pais de Marianne, e quando o garoto vai buscar a mãe depois do expediente, uma conexão estranha e indelével cresce entre os dois adolescentes — contudo, um deles está determinado a esconder a relação. Um ano depois, ambos estão na universidade, em Dublin. Marianne encontrou seu lugar em um novo mundo enquanto Connell fica à margem, tímido e inseguro. Ao longo dos anos da graduação, os dois permanecem próximos, como linhas que se encontram e separam conforme as oportunidades da vida. Porém, enquanto Marianne se embrenha em um espiral de autodestruição e Connell começa a duvidar do sentido de suas escolhas, eles precisam entender até que ponto estão dispostos a ir para salvar um ao outro. Uma história de amor entre duas pessoas que tentam ficar separadas, mas descobrem que isso pode ser mais difícil do que tinham imaginado. "O fenômeno literário da década." — The Guardian
Intermezzo
Sally Rooney • unde
A garota das laranjas
Jostein Gaarder • 2005

A Ilha E O Espelho
Fausto Panicacci • 2022
Lembre-se de nós
Alyson Derrick • 2023
Em outra vida - talvez.
Taylor Jenkins Reid • 2019
Mrs. Deloway
Virginia Wolf • 2020
esboço
Rachel Cusk • 2015
Carta Ao Pai
Franz Kafka • 2004
Meu nome era Eileen
Ottessa Moshfegh • 2021
After Dark
Haruki Murakami • 2010
The Book of Goose
2022
'A dazzling, subtle, skilful knockout - I loved it' Charlotte Mendelson 'One of our finest living authors ... propulsively entertaining' New York Times 'Wonderfully strange and alive' Jon McGregor <br> <br> <p>A propulsive, seductive new novel about friendship, exploitation and intimacy from the prize-winning author of Where Reasons End</p> <p>Fabienne is dead. Her childhood best friend, Agnès, receives the news in America, far from the French countryside where the two girls were raised - the place that Fabienne helped Agnès escape ten years ago. Now, Agnès is free to tell her story.</p> <p>As children in a backwater town, they'd built a private world, invisible to everyone but themselves - until Fabienne hatched the plan that would change everything, launching Agnès on an epic trajectory through fame, fortune, and terrible loss.</p> <p>A dark, ravishing tale winding from the rural provinces to Paris, from an English boarding school, to the quiet Pennsylvania home where Agnès can live without her past. The Book of Goose is a story of intimacy and obsession, friendship and rivalry perfect for fans of Elena Ferrante, Ottessa Moshfegh and Kamila Shamsie.</p> <p>'Beguiling ... A shimmering, unsettling tale of exploitation and manipulation' Daily Mail</p> <p>'Brilliant ... A novel of deceptions and cruelty' Spectator</p> <p>'For all its surface lushness, this is a novel of meticulous philosophical inquiry...resonant with echoes of... My Brilliant Friend, as well Elizabeth Strout... electrifying' Observer</p>
A Cabeca do Santo
Socorro Acioli • 2014
Lutas e metamorfoses de uma mulher
Édouard Louis • 2019
O Amor dos Homens Avulsos
Victor Heringer • 2016
Victor Heringer. 30 Anos--preliminary Page.
Se a rua Beale falasse
James Baldwin • 2019
Vladimir: A Novel
Julia May Jonas • 2022
An NPR, Washington Post, Time, People, Vulture, Guardian, Vox, Kirkus Reviews, Newsweek, LitHub, and New York Public Library Best Book of the Year * “Delightful…cathartic, devious, and terrifically entertaining.” —The New York Times * “Timely, whip-smart, and darkly funny.” —People (Book of the Week) * One of Shondaland’s 13 Best College-Set Novels of All Time A provocative, razor-sharp, and timely debut novel about a beloved English professor facing a slew of accusations against her professor husband by former students—a situation that becomes more complicated when she herself develops an obsession of her own... “When I was a child, I loved old men, and I could tell that they also loved me.” And so we are introduced to our narrator who’s “a work of art in herself” (The Washington Post): a popular English professor whose charismatic husband at the same small liberal arts college is under investigation for his inappropriate relationships with his former students. The couple have long had a mutual understanding when it comes to their extra-marital pursuits, but with these new allegations, life has become far less comfortable for them both. And when our narrator becomes increasingly infatuated with Vladimir—a celebrated, married young novelist who’s just arrived on campus—their tinder box world comes dangerously close to exploding. “Timely, whip-smart, and darkly funny” (People), Vladimir takes us into charged territory, where the boundaries of morality bump up against the impulses of the human heart. This edgy, uncommonly assured debut perfectly captures the personal and political minefield of our current moment, exposing the nuances and the grey area between power and desire.
Hibisco Roxo
Chimamanda Ngozi Adichie • 2011
Eu, Tituba: Bruxa negra de Salem
Maryse Condé • 2019
<p>Livro premiado de uma das mais importantes escritoras negras da atualidade, vencedora do New Academy Prize 2018 (Prêmio Nobel Alternativo)</p> <p>Tituba, mulher negra, nascida em Barbados, no século XVII, renasce, três séculos depois. Torna-se outra vez real, pelas mãos da premiada escritora Maryse Condé, vencedora do New Academy Prize 2018 (Prêmio Nobel Alternativo).</p> <p>No início do livro, Maryse Condé anota: "Tituba e eu vivemos uma estreita intimidade durante um ano. Foi no correr de nossas intermináveis conversas que ela me disse essas coisas que ainda não havia confiado a ninguém." Da mesma forma, quem lê Tituba poderá ouvi-la falar, do invisível, desestabilizando estruturas cristalizadas, mediando novas concepções de identidades e culturas e protegendo as pessoas insurgentes.</p> <p>Aqui, essa personagem fascinante, é retirada do silêncio a que a historiografia lhe destinou. Filha de uma mulher negra escravizada, viveu cedo o terror de ver a mãe assassinada por se defender do estupro de um homem branco e de saber que o pai se matou por causa do mesmo homem branco. Cresceu sob os cuidados de uma mulher que tinha o poder da cura e que a iniciou nos mistérios. Adulta, apaixonou-se por John Indien e abdicou, por ele, da própria liberdade.</p> Uma das primeiras mulheres julgadas por praticar bruxaria nos tribunais de Salem, em 1692, Tituba fora escravizada e levada para a Nova Inglaterra pelo pastor Samuel Parris, que a denunciou. Mesmo protegida pelos espíritos, não pôde escapar das mentiras e acusações da histeria puritana daquela época.
Quando os pássaros voltarem
Fernando Aramburu • 2022
Livrai-nos Do Mal
Rose Wilding • unde
Delilah Green Não Quer Saber
Ashley Herring Blake • 2023
Sobre os Ossos dos Mortos
_ • 2019
Subversivo, macabro e discutindo temas como mundo natural e civilização, este livro parte de uma história de crime e investigação convencional para se converter numa espécie de suspense existencial. “Uma das grandes vozes humanistas da Europa”, segundo o jornal The Guardian, Olga Tokarczuk oferece um romance instigante sobre temas como loucura, injustiça e direitos dos animais.<br/><br/>Capa comum: 256 páginas<br/>Editora: Todavia; Edição: 1 (12 de novembro de 2019)<br/>Idioma: Português<br/>ISBN-10: 6580309695<br/>ISBN-13: 978-6580309696<br/>Dimensões do produto: 14 x 1,6 x 21 cm<br/>Peso de envio: 349 g
O parque das irmas magnificas
_ • 2019
Relatos de Um Gato Viajante
_ • 2017
Os Bons Segredos
Ann Leary • 2015
Em agosto nos vemos
Gabriel García Márquez • 2024
O amor e sua fome
Lorena Portela • 2024
Oracao para Desaparecer (Em Portugues do Brasil)
Socorro Acioli • 2019
No Tempo das Cerejas
Célia Correia Loureiro • 2024
Não fossem as sílabas do sábado
Mariana Salomão Carrara • 2024
«Uma reflexão sobre vida e impermanência. Sobre o que fica de quem vai embora. Memória e apagamento. Maternidade, depressão e privilégio. Resistência e recomeço.» O Estado de S. Paulo PRÉMIO SÃO PAULO DE LITERATURA PARA MELHOR ROMANCE «Mas é importante para as tragédias que elas sejam descobertas imediatamente, porque cada segundo que elas passam ocultas vira um ano a mais de luto, isso é um capricho que as desgraças têm.» Meticulosamente burilado a partir do desamparo de uma mulher cujo futuro é interrompido pela morte inesperada do seu companheiro e pelo nascimento de uma filha que terá de criar sozinha, este romance coloca o leitor à janela do luto e diante de um recomeço: Ana perde André, Madalena perde Miguel, Catarina nasce. Uma só tragédia põe fim a histórias que não chegaram a ser traçadas e une para sempre as mulheres que lhe sobreviveram. No ringue onde elas foram lançadas, assistimos a um duro e terno embate de solidões, numa narrativa íntima, que assombra pela lucidez e comove pela universalidade. Magistral e afinadíssimo — ainda que o tempo se deixe baralhar pelos hiatos e memórias, pelo que nunca chega a acontecer e pelo que nunca deveria ter acontecido —, Não fossem as sílabas do sábado consagra Mariana Salomão Carrara como uma das vozes mais singulares da literatura em língua portuguesa. Assenta num enredo mínimo e alcança uma proeza máxima — a de colocar a literatura ao serviço da intimidade, transportando ambas para um lugar que todos os leitores reconhecem. Um romance lugubremente luminoso, que nos fala ao ouvido. Os elogios da crítica: «Mariana Salomão Carrara tem a habilidade de construir química entre personagens, palavras e contextos. Faz figuras interessantes se cruzarem, vocábulos inesperados casarem e camadas complementares se integrarem. [...] Não é fácil escrever com delicadeza sobre uma tragédia arrebatadora. [...] A autora não é econômica ao descrever o infortúnio; no entanto, nos faz ver, ouvir e sentir com precisão sem dizer o horror com todas as letras.» Gabriela Mayer, Quatro Cinco Um «Diante da tragédia, tudo parece impossível. [Mariana Salomão Carrara tem] uma visceralidade na escrita, aliada a uma segurança surpreendente.» Tatiana Salem Levy, Valor Econômico «O grande trunfo de Mariana Salomão Carrara [...] é a dosagem poética, que comanda o tom da narrativa. Nisso, podemos ver na forma do romance o entrelaçamento entre as personagens, irremediavelmente unidas pela tragédia. [...] Uma ficção sobre o luto e a inevitabilidade dos afetos, a partir de um evento trágico, em suas facetas de perdas e ganhos. Acima de tudo, um lembrete sobre as possibilidades de novas sílabas.» Giovana Proença , Estado de Minas «Mariana Salomão Carrara mergulha em temas como o luto, a maternidade [...] e a amizade. Num olhar sensível para esses temas, a autora desenha uma protagonista que parece saltar das páginas que não mais a encerram. É viva, como feita de carne, osso, sangue e resiliência.» Gabriel Pinheiro, Culturadoria








