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The Unbearable Lightness of Being
Milan Kundera · 2023
“Far more than a conventional novel. It is a meditation on life, on the erotic, on the nature of men and women and love . . . full of telling details, truths large and small, to which just about every reader will respond.” — People In The Unbearable Lightness of Being, Milan Kundera tells the story of two couples, a young woman in love with a man torn between his love for her and his incorrigible womanizing, and one of his mistresses and her humbly faithful lover. In a world in which lives are shaped by irrevocable choices and by fortuitous events, a world in which everything occurs but once, existence seems to lose its substance, its weight. Hence, we feel "the unbearable lightness of being" not only as the consequence of our pristine actions but also in the public sphere, and the two inevitably intertwine. This magnificent novel is a story of passion and politics, infidelity and ideas, and encompasses the extremes of comedy and tragedy, illuminating all aspects of human existence.

Meu Ano de Descanso e Relaxamento (Em Portugues do Brasil)
_ · 2021
Um romance hilário e poderoso sobre o experimento de hibernação de uma jovem, sua amiga desastrada e uma das piores psiquiatras da história da literatura. Estamos no ano 2000, em Nova York, uma cidade cheia de possibilidades. E a narradora de Meu ano de descanso e relaxamento não tem motivo para queixas. Ela é jovem, bonita, trabalha numa galeria descolada, mora num belo apartamento e recebeu uma herança polpuda. Mas traz um enorme vazio no peito. E não apenas porque perdeu os pais ou por causa da relação destrutiva que desenvolveu com sua melhor amiga. O que pode estar tão errado? Durante um ano, ela passa a maior parte do tempo dormindo, embalada por uma combinação de remédios prescritos por uma psiquiatra inescrupulosa. O pior é que ela parece ter razão em seu desprezo pelo mundo. Tudo fica um pouco ridículo sob sua ótica. Moshfegh nos convence de que a alienação, em tempos confusos como os nossos, pode ser razoável e até mesmo necessária. Delicado e carregado de humor ácido, impiedoso e compreensivo, este romance revela por inteiro uma escritora inventiva e extremamente talentosa.<br/><br/>Capa comum: 240 páginas<br/>Editora: Todavia (5 de junho de 2019)<br/>Idioma: Português<br/>ISBN-10: 6580309067<br/>ISBN-13: 978-6580309061<br/>Dimensões do produto: 20,8 x 13,4 x 1,6 cm<br/>Peso de envio: 299 g

Aos Prantos no Mercado
Michelle Zauner · 2019
Não é preciso conhecer nada de gastronomia para saber que a comida é uma das bases de nossa educação sentimental. Os ingredientes, os modos de preparo, a combinação de aromas, cores e sabores com as quais aprendemos a nos familiarizar compõem o repertório íntimo de cada um de nós. E é justamente esse poder de mobilizar o afeto que é evocado desde o primeiro parágrafo de Aos prantos no mercado. Nele, vemos a protagonista, que atravessa o luto pela morte precoce da mãe, liberando o pranto represado ao percorrer as prateleiras do mercado coreano H Mart em Nova York.

La vegetariana
Han Kang · 2024

Peitos e Ovos (Em Portugues do Brasil)
Mieko Kawakami · 2019

A idiota (Portuguese Edition)
Elif Batuman · 2021
<p> <b> Neste romance finalista do prêmio Pulitzer, acompanhamos o amadurecimento de uma jovem universitária nos anos 1990 que se descobre como escritora enquanto vive as agruras e as delícias do primeiro amor. <br> </b> </p> <p>Selin, filha de imigrantes turcos, começará seu primeiro semestre em Harvard. O ano é 1995 e a internet, uma novidade. Ela se inscreve em matérias de que nunca ouviu falar, faz amizade com a carismática e cosmopolita colega sérvia, Svetlana, e começa a se corresponder por e-mail com Ivan, um estudante de matemática húngaro, mais velho. Selin falou pouco com Ivan, mas a cada e-mail que trocam, o ato de escrever parece assumir significados novos e cada vez mais misteriosos. <br>No final do ano letivo, Selin vai passar um tempo na Europa, mas o verão lá não lembra em nada o que ela já ouviu falar sobre as experiências típicas de estudantes universitários americanos. Trata-se de uma jornada mais profunda para dentro de si mesma: enfrentar a inefável e estimulante confusão do primeiro amor, acompanhada da crescente consciência de que está predestinada a se tornar uma escritora. Com impressionante sensibilidade emocional e intelectual, humor mordaz e um estilo sem reparos, Elif Batuman dramatiza as incertezas da vida prestes a entrar na idade adulta.</p> <p>"Batuman certamente tem um dos melhores sensos de humor das letras americanas." — Sheila Heti, autora de <i>Maternidade </i> </p> <p>"A idiota é uma imersão comicamente mundana em um universo que nunca antes havia recebido o tratamento de um romance do século XIX. Um épico viciante e contagiante." — Miranda July, autora de <i>O escolhido foi você </i> </p> <p>"Sem dúvida o livro mais engraçado que li esse ano." — <i>GQ </i> </p>

Belo mundo, onde você está
Sally Rooney · 2019

Normal People: A Novel
Sally Rooney · 2020
<b>NOW AN EMMY-NOMINATED HULU ORIGINAL SERIES • <i>NEW YORK TIMES</i> BESTSELLER • LONGLISTED FOR THE BOOKER PRIZE • “A stunning novel about the transformative power of relationships” (<i>People</i>) from the author of <i>Conversations with Friends,</i> “a master of the literary page-turner” (J. Courtney Sullivan).</b><br> <br><b>“[A] novel that demands to be read compulsively, in one sitting.”—<i>The Washington Post</i></b><br><br><b>ONE OF <i>ENTERTAINMENT WEEKLY</i>’S TEN BEST NOVELS OF THE DECADE</b><br><br><b>TEN BEST BOOKS OF THE YEAR: <i>People, Slate,</i> The New York Public Library, <i>Harvard Crimson</i></b><br><br>Connell and Marianne grew up in the same small town, but the similarities end there. At school, Connell is popular and well liked, while Marianne is a loner. But when the two strike up a conversation—awkward but electrifying—something life changing begins.<br><br>A year later, they’re both studying at Trinity College in Dublin. Marianne has found her feet in a new social world while Connell hangs at the sidelines, shy and uncertain. Throughout their years at university, Marianne and Connell circle one another, straying toward other people and possibilities but always magnetically, irresistibly drawn back together. And as she veers into self-destruction and he begins to search for meaning elsewhere, each must confront how far they are willing to go to save the other.<br><br><i>Normal People</i> is the story of mutual fascination, friendship, and love. It takes us from that first conversation to the years beyond, in the company of two people who try to stay apart but find that they can’t.<br> <br><b>WINNER: The British Book Award, The Costa Book Award, The An Post Irish Novel of the Year, <i>Sunday Times </i>Young Writer of the Year Award</b><br><br><b>BEST BOOKS OF THE YEAR: <i>The New York Times</i>, <i>The New York Times Book Review, Oprah Daily, Time,</i> NPR, <i>The Washington Post, Vogue, Esquire, Glamour, Elle, Marie Claire, Vox, The Paris Review, Good Housekeeping, Town & Country</i></b>

Tudo o que eu sei sobre o amor (Portuguese Edition)
Dolly Alderton · 2022
<p><b>Descrito como um “<i>Sex and the City</i> para millennials”, primeiro livro de autora britânica traz relatos divertidíssimos sobre o drama e a comédia da vida adulta</b></p><p>Dolly Alderton sabe bem do que está falando. Ela sobreviveu aos seus vinte anos com dignidade (mais ou menos), e todo mundo que já passou (ou está passando) por essa década decisiva da vida sabe que chegar inteiro aos trinta é um feito e tanto. São muitas descobertas, experimentações, romances intensos, roubadas, porres homéricos, empregos estranhos, autossabotagem, foras destruidores, mágoas, humilhações e, o mais importante, amigos imprescindíveis que estão sempre ali para te ajudar a passar por todas essas coisas sem grandes traumas (ou quase isso).</p><p>Estreia da autora na literatura,<i> Tudo o que eu sei sobre o amor</i> acompanha a trajetória de Dolly da juventude à vida adulta. Uma espécie de<i> O Diário de Bridget Jones </i>da vida real, o livro traz um misto de sessão de terapia e muita fofoca. Dolly sabe navegar como poucos entre o trágico e o incrivelmente cômico de suas memórias sem dar chance para a nossa indiferença, com histórias impossíveis de não se identificar — por vezes tão insanas que poderiam ser ficção — e que traduzem de forma brilhante o verdadeiro caos que é amadurecer.</p>

Just Kids: A National Book Award Winner
Patti Smith · 2010
<p> It was the summer Coltrane died, the summer of love and riots, and the summer when a chance encounter in Brooklyn led two young people on a path of art, devotion, and initiation. </p> <p> Patti Smith would evolve as a poet and performer, and Robert Mapplethorpe would direct his highly provocative style toward photography. Bound in innocence and enthusiasm, they traversed the city from Coney Island to Forty-second Street, and eventually to the celebrated round table of Max's Kansas City, where the Andy Warhol contingent held court. In 1969, the pair set up camp at the Hotel Chelsea and soon entered a community of the famous and infamous—the influential artists of the day and the colorful fringe. It was a time of heightened awareness, when the worlds of poetry, rock and roll, art, and sexual politics were colliding and exploding. In this milieu, two kids made a pact to take care of each other. Scrappy, romantic, committed to create, and fueled by their mutual dreams and drives, they would prod and provide for one another during the hungry years. </p> <p> <i>Just Kids</i> begins as a love story and ends as an elegy. It serves as a salute to New York City during the late sixties and seventies and to its rich and poor, its hustlers and hellions. A true fable, it is a portrait of two young artists' ascent, a prelude to fame. </p>
Finished

Tudo é Rio
Carla Madeira · 2023
Lucy é a prostituta mais concorrida da cidade. Dalva, por contraste, é de origem familiar e muito tradicional, mulher de Venâncio, senhor de uns ciúmes doentios.<br/><br/>Lucy e o casal, Dalva e Venâncio, protagonizam um triângulo amoroso que se afasta dos lugares-comuns dos romances e nos faz questionar, sob formas surpreendentemente originais, quais os verdadeiros limites do perdão, até onde pode ir a intensidade de um amor, de que valores se reveste a importância da família e, acima de qualquer outra coisa nesta história, quão forte ou fraca pode ser a afeição entre mulheres.<br/><br/>Neste seu impressionante primeiro livro, a escritora brasileira Carla Madeira socorre-se de uma linguagem sem pudores ou complexos, com uma narrativa madura, mas ao mesmo tempo poética e imagética; e dessa forma incorpora todos os extremos, sem ideias básicas de certo e errado, apresentando-nos o extraordinário mundo de mulheres fortes, fracas, com problemas e soluções, com sentimentos e desejos reais.

SE DEUS ME CHAMAR NÃO VOU
Mariana Salomão Carrara · 2024

É sempre a hora da nossa morte amém (Portuguese Edition)
Mariana Salomão Carrara · 2021
Depois Do Arrebatador Se Deus Me Chamar Não Vou, Mariana Retoma Seu Jorro Neurótico, Humano E Delicioso Contando Agora A História Da Septuagenária Aurora, Encontrada Desmemoriada E Descalça Na Beira Da Estrada E Procurando Por Uma Certa Camila. Para Uma Amnésica, Aurora Recorda-se De Muito: Da Mãe Que Escovava Seus Cabelos Até Parecerem Uma Peruca Eletrizada; Do Seu Ato Falho Trágico Religioso, De Quando Rezava Na Infância E Dizia Agora é A Hora Da Nossa Morte Amém; Dos Anos Em Que Deu Aula De Português Em Uma Escola De Riquinhos; Da Sua Covardia Perante A Ditadura Militar: Este País Insiste Que Temos De Arriscar A Nossa Própria Vida, Parece Que Esquece Que Tudo Que Temos é Essa Miséria Da Própria Vida; De Um Carnaval Em Que Tentou Perder A Virgindade Com Um Jovem Brocha Vestido De Bebê; De Um Amante Midiático Que Falava Um Português Impecável, Mas Também Sabia Beber E Socializar Em Boteco Vagabundo E, Sobretudo, Das Muitas Mortes Da Filha Camila, Sempre Alternadas Com Momentos Solares Na Companhia Da Melhor Amiga De Infância: Camila Ficou Sendo Minha Melhor Amiga Desde O Momento Que Olhou Pra Trás E Perguntou Se Encharcado Era Com Ch Ou X. Seriam Essas Lembranças Reais Ou Ela Decorou Dos Muitos Livros Que Leu, Protegida, Dentro De Casa, Dos Infinitos Perigos Que Existem Lá Fora? Camila, Afinal, é A Filha Morta (que Morreu De Suicídio, De Picada De Escorpião, De Acidente Na Estrada, De Atropelamento De Boi, De Comida Muito Quente Na Cabeça, De Fungo De Pombo, De Queda De Coco, De Cambalhota Ou Pirueta Entre Duas Camas) Ou A Bela Amiga – Muito Melhor Do Que Ser A Mulher Bonita é Ser A Amiga Dela, A Quem Ninguém Lembrará De Examinar Como Envelheceram As Coxas Ou Os Joelhos, E Que Pode Acompanhar Com Doçura Os Caminhos Da Decrepitude...? Poderia Uma Mãe, Tão Obsessiva Com A Finitude Humana E Tão Obliterada Pela Possibilidade Da Morte De Uma Filha (não Se Pega O Bebê Minúsculo Sem Tatear Com Os Dedos Os Espaços Vagos, Suspira-se A Moleira, Lamenta-se A Lentidão Geográfica Das Suas Placas...) Recordar Qualquer Coisa Sobre A Vida Dela? Aurora Não Sabe Sequer Se Teve Mesmo Um Bebê. Pergunta-se, Ao Tocar A Barriga, Se Alguma Vez Foi Capaz De Gerar Um Filho Ali Dentro, Não Ter Um Filho é Praticamente Certificar-se Da Ausência De Tragédias. Aqui A Morte é Temida, Repetida, Imaginada, Exagerada, Esmiuçada E Listada De Tantas Formas Que é Quase Possível Rir Dela Ou- Eu Acredito Que Mariana Tenha Conseguido Esse Feito- Vencê-la.

Capitaes Da Areia
J. Amado · 2005

A Redoma de Vidro. Nova Edicao (Em Portugues do Brasil)
Sylvia Plath · 2019
O único romance de Sylvia Plath ganha nova capa com ilustração da própria autora.<br/>Publicado originalmente em 1963, esta edição, com tradução de Chico Mattoso, traz nova capa e desenhos da autora. Lançado semanas antes da morte de Sylvia, o livro é repleto de referências autobiográficas, e a narrativa é inspirada nos acontecimentos do verão de 1952, quando Sylvia Plath tentou o suicídio e foi internada em uma clínica psiquiátrica.<br/>Esther Greenwood é uma jovem que sai do subúrbio de Boston para trabalhar em uma prestigiosa revista de moda em Nova York. Assim como a protagonista, a autora foi uma estudante com um histórico exemplar que sofreu uma grave depressão. Muitas questões de Esther retratam as preocupações de uma geração pré-revolução sexual, em que as mulheres ainda precisavam escolher se priorizavam a profissão ou a família.<br/>Além da elegância da prosa de Plath, o livro extrai sua força da forma corajosa como trata a depressão. Mais que um relato sobre problemas mentais, A redoma de vidro é uma narrativa singular acerca das dores do amadurecimento.<br/>"A redoma de vidro continuará a ressoar nas pessoas ao longo dos anos e merecerá inúmeras releituras, pois fala de contradições e de problemas humanos. Um livro para refletir sobre a representação da mulher na sociedade, os desafios profissionais e a solidão nas metrópoles e sobre alguém que tinha tudo para ser feliz." ? Juliana Gomes, co-criadora do projeto Leia Mulheres<br/><br/>Capa comum: 280 páginas<br/>Editora: Biblioteca Azul; Edição: 2 (20 de março de 2019)

Talvez Voce Deva Conversar Com Alguem - Uma terapeuta o terapeuta dela e a vida de todos nos (Em Portugues do Brasil)
_ · 2019
De modo geral, buscamos a ajuda de um terapeuta para melhor compreender as angústias, os medos, a culpa ou quaisquer outros sentimentos que nos causam desconforto e sofrimento. Mas quantos de nós já paramos para perguntar: o terapeuta está imune à gama de questões que ele auxilia seus pacientes a dirimir e superar, dia após dia? A autora best-seller e terapeuta Lori Gottlieb nos mostra que a resposta a essa pergunta traz revelações surpreendentes.Quando ela se vê emocionalmente incapaz de gerenciar uma situação que perturba sua vida, uma amiga lhe faz uma sugestão: talvez você deva conversar com alguém.Combinando histórias reunidas a partir de sua rica trajetória como terapeuta (distribuídas entre quatro personagens inesquecíveis) à sua própria experiência como paciente, Lori nos oferece um relato afetuoso, leve e comovente sobre a universalidade de nossas perguntas e ansiedades, e joga luz sobre o que há de mais misterioso em nós, afirmando nossa capacidade de mudar nossas vidas.Uma jornada emocionante de autodescoberta, uma homenagem à natureza humana e um lembrete sobre a importância de sermos ouvidos, mas também de sabermos ouvir. Um livro sobre a importância dos encontros, dos afetos e da coragem de todos os que partimos para a aventura do autoconhecimento.

Amiga Genial (Portuguese Edition)
_ · 2015
A Série Napolitana, formada por quatro romances, conta a história de duas amigas ao longo de suas vidas. O primeiro, A amiga genial, é narrado por Elena Greco e cobre da infância aos 16 anos. As meninas se conhecem em uma vizinhança pobre de Nápoles, na década de 1950. Elena, a menina mais inteligente da turma, tem sua vida transformada quando a família do sapateiro Cerullo chega ao bairro e Raffaella, uma criança magra, mal comportada e selvagem, se torna o centro das atenções. Essa menina, tão diferente de Elena, exerce uma atração irresistível sobre ela.<br/><br/>As duas se unem, competem, brigam, fazem planos. Em um bairro marcado pela violência, pelos gritos e agressões dos adultos e pelo medo constante, as meninas sonham com um futuro melhor. Ir embora, conhecer o mundo, escrever livros. Os estudos parecem a melhor opção para que as duas não terminem como suas mães entristecidas pela pobreza, cansadas, cheias de filhos. No entanto, quando as duas terminam a quinta série, a família Greco decide apoiar os estudos de Elena, enquanto os Cerrulo não investem na educação de Raffaella.As duas seguem caminhos diferentes.<br/><br/>Mais que um romance sobre a intensidade e complexa dinâmica da amizade feminina, Ferrante aborda as mudanças na Itália no pós-guerra e as transformações pelas quais as vidas das mulheres passaram durante a segunda metade do século XX. Sua prosa clara e fluída evoca o sentimento de descoberta que povoa a infância e cria uma tensão que captura o leitor.

Primeiro eu tive que morrer
Lorena Portela · 2022
<p>Neste romance de estreia da autora Lorena Portela, um inventário da autodescoberta de uma mulher que nem se imaginava perdida.Uma jovem publicitária é pressionada a fazer uma pausa e se refugia na vila paradisíaca de Jericoacoara, no Ceará, Nordeste do Brasil. Sob o Sol, entre mergulhos no mar e os temperos daquela terra, sob a Lua, entre gozo e sombra, reconecta-se com outras mulheres, apaixona-se e vive um comovente e misterioso renascimento.Um poderoso romance de estreia que, ao revelar a dolorosa mirada dessa jovem no espelho, coloca a todos no reflexo e contesta um mundo no qual o mecanismo de relações abusivas, excesso de trabalho, assédio e desamor é sinônimo de força. Ou sucesso."Quantas vezes a gente não precisa esticar o fio de ar que nos sustenta verticalmente para aguentar a própria existência? Lorena Portela explora as várias vezes que nós, mulheres, precisamos morrer em vida, das coisas que nos matam e permitimos (trabalho, relacionamentos, amizades...) até os sentimentos difíceis que nos engolem de surpresa." – Paula Jacob, para a revistaGlamour"Um livro simples e surpreendente sobre o cansaço, o esgotamento e a necessidade de reinventar-se. Um respiro de mar e sol no meio da nossa confusão cotidiana." –Dois Pontos"Antes de curar o sal arde, e Lorena não se apequena diante do desafio que é colocar em palavras esses processos tão doídos quanto necessários.O resultado é um livro de estreia de uma autora que já chega pronta, uma leitura veloz é indispensável. Um oceano inteiro de descobertas. Abra esse livro, respira fundo, dá um mergulho no mar." – Marcela Dantés<br></p>

Pequena coreografia do adeus
Aline Bei · 2019
<p> <b> Em seu segundo livro, Aline Bei ― autora do premiado O peso do pássaro morto ― constrói um retrato tão sensível quanto brutal sobre família, amor e abandono. Livro finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura 2022. </b> </p> <p> Julia é filha de pais separados: sua mãe não suporta a ideia de ter sido abandonada pelo marido, enquanto seu pai não suporta a ideia de ter sido casado. Sufocada por uma atmosfera de brigas constantes e falta de afeto, a jovem escritora tenta reconhecer sua individualidade e dar sentido à sua história, tentando se desvencilhar dos traumas familiares. <br> Entre lembranças da infância e da adolescência, e sonhos para o futuro, Julia encontra personagens essenciais para enfrentar a solidão ao mesmo tempo que ensaia sua própria coreografia, numa sequência de movimentos de aproximação e afastamento de seus pais que lhe traz marcas indeléveis. <br> Escrito com a prosa original que fez de Aline Bei uma das grandes revelações da literatura brasileira contemporânea, Pequena coreografia do adeus é um romance emocionante que mostra como nossas relações moldam quem somos. </p> <p> "Aline Bei narra como quem se posiciona à beira do abismo, o corpo em espera, o instante que se aproxima. Ler Pequena coreografia do adeus é acompanhar essa queda, íngreme e definitiva, mas também sublime e transformadora." — Carola Saavedra </p> <p> "A experimentação formal que sublinhou o estilo marcante de Aline Bei, em sua estreia com O peso do pássaro morto , sedimenta-se neste segundo romance, trazendo-nos a história dolorosa de Júlia Terra — personagem complexa, cujas margens familiares vão se dissipando. A trama urdida com lirismo entrelaça a educação afetiva, a violência e a experiência do desamor, revelando o paradoxo da condição humana — a um só tempo precária e (por meio da escrita) redentora." — João Anzanello Carrascoza </p>

O Peso Do Pássaro Morto
Aline Bei · 2018
A Vida De Uma Mulher, Dos 8 Aos 52, Desde As Singelezas Cotidianas Até As Tragédias Que Persistem, Uma Geração Após A Outra. Um Livro Denso E Leve, Violento E Poético. É Assim O Peso Do Pássaro Morto, Romance De Estreia De Aline Bei, Onde Acompanhamos Uma Mulher Que, Com Todas As Forças, Tenta Não Coincidir Apenas Com A Dor De Que é Feita.










