
para todos os livros que eu quero ler
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Lendo

O ato criativo: Uma forma de ser
Rick Rubin · 1900
From the legendary music producer, a master at helping people connect with the wellsprings of their creativity, comes a beautifully crafted book many years in the making that offers that same deep wisdom to all of us.<br/><br/>"A gorgeous and inspiring work of art on creation, creativity, the work of the artist. It will gladden the hearts of writers and artists everywhere, and get them working again with a new sense of meaning and direction. A stunning accomplishment." --Anne Lamott<br/><br/>"I set out to write a book about what to do to make a great work of art. Instead, it revealed itself to be a book on how to be." --Rick Rubin<br/><br/>Many famed music producers are known for a particular sound that has its day. Rick Rubin is known for something else: creating a space where artists of all different genres and traditions can home in on who they really are and what they really offer. He has made a practice of helping people transcend their self-imposed expectations in order to reconnect with a state of innocence from which the surprising becomes inevitable. Over the years, as he has thought deeply about where creativity comes from and where it doesn't, he has learned that being an artist isn't about your specific output, it's about your relationship to the world. Creativity has a place in everyone's life, and everyone can make that place larger. In fact, there are few more important responsibilities.<br/><br/>The Creative Act is a beautiful and generous course of study that illuminates the path of the artist as a road we all can follow. It distills the wisdom gleaned from a lifetime's work into a luminous reading experience that puts the power to create moments--and lifetimes--of exhilaration and transcendence within closer reach for all of us.
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Funny Story
Emily Henry · 2024

STAY TRUE
Hua Hsu · 2024

Homens sem Mulheres
Haruki Murakami · 2015
Murakami é um autor capaz de criar universos próprios, que se desdobram em romances de fôlego e personagens cativantes. Mas ele é também um excelente contista, e sua produção mais recente está reunida neste volume: sete histórias que tratam de relações amorosas e trazem o estilo único do autor. São contos sobre o isolamento e a solidão que permeiam as relações amorosas: homens que perderam uma mulher depois de um relacionamento marcado por mal-entendidos. No entanto, as verdadeiras protagonistas destas histórias - cheias de referências à música, a Kafka, às Mil e uma noites e, no caso do título, a Hemingway - são as mulheres, que misteriosamente invadem a vida dos homens e desaparecem, deixando uma marca inesquecível na vida daqueles que amam.<br/><br/>Editora : Alfaguara; 1ª edição (1 outubro 2015)<br/>Idioma : Português<br/>Capa comum : 240 páginas<br/>ISBN-10 : 857962438X<br/>ISBN-13 : 978-8579624384<br/>Dimensões : 23 x 14.6 x 1 cm

Ghosts
Dolly Alderton · 2020

TÉDIO TERMINAL
IZUMI SUZUKI · 2024

AS PERFEIÇÕES
VINCENZO LATRONICO · 2025

Tudo o que posso te contar
Cecilia Madonna Young · 2024

Diário do fim do amor
Ingrid Fagundez · 2025
Qual o papel dos diários na história da literatura? Por que esse gênero é tão associado ao universo feminino? O que os escritos íntimos de grandes escritoras nos contam sobre a obra delas? Que função ocupa o amor, ou o fim dele, nos diários? Em seu livro de estreia, a jornalista, pesquisadora e professora Ingrid Fagundez se debruça sobre essas e outras questões. Mesclando uma pesquisa aprofundada sobre a história e as transformações da escrita diarística com entradas do próprio diário, além de passagens dos escritos de Sylvia Plath, Susan Sontag, Katherine Mansfield, Virginia Woolf e Marie Bashkirtseff, a autora cria um texto original. Fagundez nos convida a repensar a importância dos diários e do amor para o fazer literário e oferece uma nova perspectiva para a chamada literatura feminina. Gênero originalmente destinado ao registro da vida pública e aos relatos de viagens, a escrita de diários passou por uma modificação radical no século 19, quando, graças à Modernidade, a vida interior se tornou gradativamente seu principal objeto. Foi então que passou a ser o território por excelência da mulher, a quem a escrita de outros domínios era interditada. Essa mudança social tem um papel decisivo na transformação da literatura do século 20. Afinal, "é impossível 'capturar a vida' se a gente não mantém diários", escreveu Plath. Pelas páginas deste Diário do fim do amor, acompanhamos o relato comovente do fim de um relacionamento e a busca da cura pela escrita, ao mesmo tempo que mergulhamos nos registros dos diários de grandes escritoras. Descobrimos, assim, não apenas aspectos importantes da obra de cada uma, mas também as dificuldades que circundam a literatura escrita por mulheres, pois "os cadernos delas desvendam [...] os embates para se assumirem como mulheres que escrevem". Nas palavras de Tatiana Salem Levy, "este é um belíssimo livro sobre uma escritora que, na companhia de tantas outras, se revela enquanto se cria. O que Ingrid Fagundez nos mostra [...] é o quanto as pequenas experiências interiores guardam da imensidão do mundo".

O Mito da Beleza
Naomi Wolf · 2018

A idiota
Elif Batuman · 2021
<p> <b> Neste romance finalista do prêmio Pulitzer, acompanhamos o amadurecimento de uma jovem universitária nos anos 1990 que se descobre como escritora enquanto vive as agruras e as delícias do primeiro amor. <br> </b> </p> <p>Selin, filha de imigrantes turcos, começará seu primeiro semestre em Harvard. O ano é 1995 e a internet, uma novidade. Ela se inscreve em matérias de que nunca ouviu falar, faz amizade com a carismática e cosmopolita colega sérvia, Svetlana, e começa a se corresponder por e-mail com Ivan, um estudante de matemática húngaro, mais velho. Selin falou pouco com Ivan, mas a cada e-mail que trocam, o ato de escrever parece assumir significados novos e cada vez mais misteriosos. <br>No final do ano letivo, Selin vai passar um tempo na Europa, mas o verão lá não lembra em nada o que ela já ouviu falar sobre as experiências típicas de estudantes universitários americanos. Trata-se de uma jornada mais profunda para dentro de si mesma: enfrentar a inefável e estimulante confusão do primeiro amor, acompanhada da crescente consciência de que está predestinada a se tornar uma escritora. Com impressionante sensibilidade emocional e intelectual, humor mordaz e um estilo sem reparos, Elif Batuman dramatiza as incertezas da vida prestes a entrar na idade adulta.</p> <p>"Batuman certamente tem um dos melhores sensos de humor das letras americanas." — Sheila Heti, autora de <i>Maternidade </i> </p> <p>"A idiota é uma imersão comicamente mundana em um universo que nunca antes havia recebido o tratamento de um romance do século XIX. Um épico viciante e contagiante." — Miranda July, autora de <i>O escolhido foi você </i> </p> <p>"Sem dúvida o livro mais engraçado que li esse ano." — <i>GQ </i> </p>

O album branco
Joan Didion · 2019

Falso Espelho - Reflexoes sobre a autoilusao
Jia Tolentino · 2019

Só Garotos
Patti Smith · 2016

A psicologia das cores
Eva Heller · 2015

All the Lovers in the Night
Mieko Kawakami · 2022

Moda com Propósito
André Carvalhal, Luiz Wachelke · 2016

O apartamento de Paris
Lucy Foley · 2022

Pequena coreografia do adeus
Aline Bei · 2019
<p> <b> Em seu segundo livro, Aline Bei ― autora do premiado O peso do pássaro morto ― constrói um retrato tão sensível quanto brutal sobre família, amor e abandono. Livro finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura 2022. </b> </p> <p> Julia é filha de pais separados: sua mãe não suporta a ideia de ter sido abandonada pelo marido, enquanto seu pai não suporta a ideia de ter sido casado. Sufocada por uma atmosfera de brigas constantes e falta de afeto, a jovem escritora tenta reconhecer sua individualidade e dar sentido à sua história, tentando se desvencilhar dos traumas familiares. <br> Entre lembranças da infância e da adolescência, e sonhos para o futuro, Julia encontra personagens essenciais para enfrentar a solidão ao mesmo tempo que ensaia sua própria coreografia, numa sequência de movimentos de aproximação e afastamento de seus pais que lhe traz marcas indeléveis. <br> Escrito com a prosa original que fez de Aline Bei uma das grandes revelações da literatura brasileira contemporânea, Pequena coreografia do adeus é um romance emocionante que mostra como nossas relações moldam quem somos. </p> <p> "Aline Bei narra como quem se posiciona à beira do abismo, o corpo em espera, o instante que se aproxima. Ler Pequena coreografia do adeus é acompanhar essa queda, íngreme e definitiva, mas também sublime e transformadora." — Carola Saavedra </p> <p> "A experimentação formal que sublinhou o estilo marcante de Aline Bei, em sua estreia com O peso do pássaro morto , sedimenta-se neste segundo romance, trazendo-nos a história dolorosa de Júlia Terra — personagem complexa, cujas margens familiares vão se dissipando. A trama urdida com lirismo entrelaça a educação afetiva, a violência e a experiência do desamor, revelando o paradoxo da condição humana — a um só tempo precária e (por meio da escrita) redentora." — João Anzanello Carrascoza </p>

Breasts and Eggs
Mieko Kawakami · 2021

Rita lee
Rita Lee · 2016
<p> “Do primeiro disco voador ao último porre, Rita é consistente. Corajosa. Sem culpa nenhuma. Tanto que, ao ler o livro, várias vezes temos a sensação de estar diante de uma bio não autorizada, tamanha a honestidade nas histórias. A infância e os primeiros passos na vida artística; sua prisão em 1976; o encontro de almas com Roberto de Carvalho; o nascimento dos filhos, das músicas e dos discos clássicos; os tropeços e as glórias. Está tudo lá. E você pode ter certeza: essa é a obra mais pessoal que ela poderia entregar de presente para nós. Rita cuidou de tudo. Escreveu, escolheu as fotos e criou as legendas - e até decidiu a ordem das imagens -, fez a capa, pensou na contracapa, nas orelhas... Entregou o livro assim: prontinho. Sua essência está nessas páginas. E é exatamente desse modo que a Globo Livros coloca a autobiografia da nossa estrela maior no mercado.”</p><p><i>Guilherme Samora é jornalista e estudioso do legado cultural de Rita Lee</i></p>

É assim que se perde a guerra do tempo
Amal El-Mohtar · 2019

Uma Pequena Vida
Hanya Yanagihara · 2022
A NATIONAL BOOK AWARD FINALIST. A MAN BOOKER PRIZE FINALIST. WINNER OF THE KIRKUS PRIZE.A stunning “portrait of the enduring grace of friendship” (NPR) about the families we are born into, and those that we make for ourselves. A masterful depiction of love in the twenty-first century.When four classmates from a small Massachusetts college move to New York to make their way, they’re broke, adrift, and buoyed only by their friendship and ambition. There is kind, handsome Willem, an aspiring actor; JB, a quick-witted, sometimes cruel Brooklyn-born painter seeking entry to the art world; Malcolm, a frustrated architect at a prominent firm; and withdrawn, brilliant, enigmatic Jude, who serves as their center of gravity. Over the decades, their relationships deepen and darken, tinged by addiction, success, and pride. Yet their greatest challenge, each comes to realize, is Jude himself, by midlife a terrifyingly talented litigator yet an increasingly broken man, his mind and body scarred by an unspeakable childhood, and haunted by what he fears is a degree of trauma that he’ll not only be unable to overcome—but that will define his life forever.

Stevie Nicks - Gold Dust Woman. A biografia definitiva da vocalista do Fleetwood Mac
Stephen Davis · 2019

Suíte Tóquio
Giovana Madalosso · 2020

Acts of Desperation
Megan Nolan · 2021

Pachinko
Min Jin Lee · 2017
A New York Times Top Ten Book of the Year and National Book Award finalist, Pachinko is an "extraordinary epic" of four generations of a poor Korean immigrant family as they fight to control their destiny in 20th-century Japan (San Francisco Chronicle).<br/><br/>NEW YORK TIMES NOTABLE BOOK OF 2017 * A USA TODAY TOP TEN OF 2017 * JULY PICK FOR THE PBS NEWSHOUR-NEW YORK TIMES BOOK CLUB NOW READ THIS * FINALIST FOR THE 2018DAYTON LITERARY PEACE PRIZE* WINNER OF THE MEDICI BOOK CLUB PRIZE<br/><br/>Roxane Gay's Favorite Book of 2017, Washington Post<br/><br/>NEW YORK TIMES BESTSELLER * #1 BOSTON GLOBE BESTSELLER * USA TODAY BESTSELLER * WALL STREET JOURNAL BESTSELLER * WASHINGTON POST BESTSELLER<br/><br/>"There could only be a few winners, and a lot of losers. And yet we played on, because we had hope that we might be the lucky ones."<br/><br/>In the early 1900s, teenaged Sunja, the adored daughter of a crippled fisherman, falls for a wealthy stranger at the seashore near her home in Korea. He promises her the world, but when she discovers she is pregnant--and that her lover is married--she refuses to be bought. Instead, she accepts an offer of marriage from a gentle, sickly minister passing through on his way to Japan. But her decision to abandon her home, and to reject her son's powerful father, sets off a dramatic saga that will echo down through the generations.<br/><br/>Richly told and profoundly moving, Pachinko is a story of love, sacrifice, ambition, and loyalty. From bustling street markets to the halls of Japan's finest universities to the pachinko parlors of the criminal underworld, Lee's complex and passionate characters--strong, stubborn women, devoted sisters and sons, fathers shaken by moral crisis--survive and thrive against the indifferent arc of history.<br/><br/>*Includes reading group guide*

Conversations on Love: Lovers, Strangers, Parents, Friends, Endings, Beginnings
Natasha Lunn · 2022
<b><b>“</b>This book might just change your life”<br>―Sunday Times<br><br>'Wise, wonderful, moving and brilliant... will leave your heart in a much better place”<br>―Stylist<br></b><br>After years of feeling that love was always out of reach, journalist Natasha Lunn set out to understand how relationships work and evolve over a lifetime. She turned to authors and experts to learn about their experiences, as well as drawing on her own, asking: How do we find love? How do we sustain it? And how do we survive when we lose it?<br><br>In Conversations on Love she began to find the answers:<br><br>Dolly Alderton on vulnerability<br>Stephen Grosz on accepting change<br>Candice Carty-Williams on friendship<br>Lisa Taddeo on the loneliness of loss<br>Diana Evans on parenthood<br>Emily Nagoski on the science of sex<br>Alain de Botton on the psychology of being alone<br>Esther Perel on unrealistic expectations<br>Roxane Gay on redefining romance<br>and many more...

The Lonely Stories
David R. Garcia · 2022
A collection of essays about the joys and struggles of being alone by 22 literary writers including: Lev Grossman, Jhumpa Lahiri, Lena Dunham, Jesmyn Ward, Yiyun Li, and Anthony Doerr If you’re feeling lonely or if you’ve ever felt unseen, if you’re emboldened by solitude or secretly longing for it: Welcome to The Lonely Stories. This cathartic collection of essays illuminates an experience that so few of us openly discuss. Some stories are heartbreaking, such as Jesmyn Ward’s reckoning with the loss of her husband and Dina Nayeri’s reflection on immigrating to a foreign country. Others are witty, such as Lev Grossman’s rueful tale of heading to the woods or Anthony Doerr’s struggles with internet addiction. Still others celebrate the clarity of solitude, like Claire Dederer’s journey toward sobriety and Lidia Yuknavitch’s sensual look at desire. Thoughtful and affirming, The Lonely Stories reveals the complexities of an emotion we’ve all felt—reminding us that we're not alone. Contributors include: Megan Giddings Claire Dederer Imani Perry Jeffery Renard Allen Maggie Shipstead Emily Raboteau Lev Grossman Lena Dunham Yiyun Li Anthony Doerr Helena Fitzgerald Maile Meloy Aja Gabel Jean Kwok Amy Shearn Peter Ho Davies Maya Shanbhag Lang Jhumpa Lahiri Jesmyn Ward Lidia Yuknavitch Dina Nayeri Melissa Febos

Notes on Heartbreak
Annie Lord · 2023

Call It What You Want
Alissa DeRogatis · 2023

Homesick for Another World
Ottessa Moshfegh · 2017

Comédia Romântica
Curtis Sittenfeld · 2024

Men Are from Mars, Women Are from Venus
John Gray · 1993

Um verão italiano
Rebecca Serle · 2023

OS MARIDOS
HOLLY GRAMAZIO · 2024

The Dictionary of Obscure Sorrows
John Koenig · 2021

Eu que nunca conheci os homens
Jacqueline Harpman · 2021

Morte em suas mãos
Ottessa Moshfegh · 2023
Uma nova narrativa instigante e bem-humorada da autora de Meu ano de descanso e relaxamento. Vesta Gul fez o que pôde para viver dias de calmaria. Exausta e abatida após ter acompanhado a agonia final de seu marido, vítima de um câncer, ela decide encerrar o período de sofrimento com uma mudança de ares. Para isso, vende a residência do casal e passa a viver em uma cabana à beira de um lago. O cotidiano pacato é interrompido abruptamente quando ela encontra um bilhete revelando a morte de uma garota chamada Magda. Embora não conheça ninguém com esse nome, ela não consegue evitar as perguntas óbvias. Quem foi Magda? Por que, e por quem, foi assassinada? Foi mesmo um assassinato, ou ela morreu por acidente? Por que seu corpo foi abandonado? Como é possível que ninguém tenha percebido seu desaparecimento? O mistério de Magda lançará Vesta em uma jornada investigativa, na qual ela irá se guiar pelo conhecimento acumulado de romances policiais e filmes baseados em obras de Agatha Christie. Todavia, enquanto ela tenta recriar a vida e os passos de uma Magda hipotética, as fronteiras entre ficção e realidade começam a ruir, trazendo à tona os fantasmas e enigmas da própria Vesta. Tão imprevisível quanto sua protagonista, este romance de Ottessa Moshfegh apresenta uma rara combinação de suspense, comédia e horror. Morte em suas mãos é uma história também sobre identidade, e sobre as histórias que contamos a nós mesmos para suportar o mundo.

Seeing Other People
Diana Reid · 2023

As irmãs Blue
Coco Mellors · 2024

Os abismos
Pilar Quintana · 2022
<p><b>Novo livro da autora de <i>A cachorra</i> aborda, pelos olhos de uma criança, a solidão feminina e as imposições sociais na vida de mulheres</b></p><p>Claudia mora com os pais em Cáli, na Colômbia, em um apartamento tomado por plantas e rodeado por precipícios físicos e metafóricos. O ambiente, exuberante e bem-cuidado, é um contraste, uma oposição à mãe indiferente que está em conflito com os caminhos escolhidos e impostos para a própria vida. Como muitas famílias, a de Claudia passa por uma crise, e basta o casamento de seus pais estremecer para que ela comece a entender a fragilidade dos limites que mantêm a previsibilidade do cotidiano.</p><p>A partir da expectativa e de seu olhar atento e ao mesmo tempo inocente de criança, é a menina que narra os acontecimentos que abriram as fendas por onde entraram seus piores medos, aqueles que são irreversíveis e podem levar à beira dos abismos. Nos últimos anos da infância, Claudia começa a entender que a existência chega ao fim e que essa ruptura pode ser uma escolha pessoal. É pelos relatos da mãe, obcecada por revistas de celebridades — e em especial pelas figuras femininas com finais trágicos, como Grace Kelly —, que ela faz a correspondência entre a morte e as escolhas e passa a temer pelas decisões de sua progenitora.</p><p>Em meio à beleza e à violência da natureza, confrontando desejos inconfessos, criança e mãe se encontram e, assim, o destino da mais velha parece se debruçar sobre o abismo contra o qual tantas outras mulheres também já se depararam.</p>

Tudo sobre o amor
bell hooks · 2021

Atos humanos
Han Kang · 2021

Paixão Simples
Annie Ernaux · 2019

Sintomas – e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou (o novo livro de Marcela Ceribelli)
Marcela Ceribelli · 2025

Girls of a Certain Age
Maria Adelmann · 2021

Carrie Soto Is Back: A Novel
Taylor Jenkins Reid · 2022

As conversas que nunca tive com a minha mãe: Histórias reais
Michele Filgate · 2023

O AMANTE
Marguerite Duras · 2003

A Amiga Genial
Elena Ferrante · 2015

Dias Lentos, Encontros Fugazes
Eve Babitz · 2025
Eve Babitz, A Mulher Que Viveu E Soube Narrar Como Ninguém O Glamour Da Hollywood Dos Anos 1970, Estreia No Brasil Pela Amarcord. Dias Lentos, Encontros Fugazes Apresenta A Los Angeles De Eve Babitz. Quente, Veloz, Efêmera, Imperiosa, Sensual. Uma Cidade Que Não Se Desculpa Por Não Ser Uma Cidade, Apesar Dos Olhares Tortos Que Alguns Lançam Para Sua Sujeira, Desorganização E Cores Vibrantes. Na L.a. Dos Anos Sessenta E Setenta, Você Pode Encontrar Janis Joplin Numa Piscina, Dar Uma Volta De Carro Com Um Famoso Diretor De Cinema, Ir A Festas Na Companhia De Estrelas Angustiadas E Até Visitar Amigos Escondidos No Famoso Chateau Marmont. Mas, Para Isso, Você Precisa Conhecer A Galera Certa. E Eve Babitz Faz Parte Dela. Em Dez Contos, A Escritora E Artista Visual Descreve O Glamour E A Decadência Da L.a. Que Só Quem Viveu A Era Do Sexo, Drogas E Rock And Roll Sabe Contar. Mas O Que à Primeira Vista Pode Parecer Uma Aventura Extravagante é, Na Verdade, Uma Deliciosa, ácida E Inteligente Autoficção Que Expande As Fronteiras Da Imaginação E Os Limites Da Própria Cidade. Eve Babitz Foi Por Si Só Um Acontecimento. Reconhecida Por Sua Beleza E Por Experimentar Livremente Seus Desejos, Cultivou Amigos, Amantes E Histórias De Bastidores Daqueles Anos Boêmios. Sorte A Nossa Que, Além De Viver Tudo Isso, Ela Soube Narrar Como Ninguém Os Dias De Verão, As Festas, A Transitoriedade Da Vida E A Vibrante Paisagem Californiana, Que às Vezes Se Arrasta Em Dias Lentos, Mas, Com Certeza, Se Equilibra Com Seus Encontros Fugazes. Esta é A Sua Estreia Na Amarcord. Eve Babitz Não Viveu Uma Vida Livre Do Patriarcado, Mas Seus Leitores Atuais Podem Supor Que Ela Encontrou Uma Maneira De Burlá-lo. Apesar De Sua Proximidade Da Máquina Capitaneada Por Homens Famosos, Uma Vez Que Era Parte Do Seleto Círculo De Hollywood, Ela Raramente Sucumbiu Ao Charme Masculino; Ao Contrário, Eve Babitz Sempre Fez Todo Mundo Jogar De Acordo Com Suas Próprias Regras. – Marie Solis, The Nation Eve Babitz Escreve Como Chet Baker Toca Jazz, Algo Iluminado, Etéreo, Lírico, Mas Também Rítmico, Despegado E Sensual; Ou Como Larry Bell Constrói Suas Estruturas, Vítreas E De Linhas Tão Simples, Suaves E Leves. Ela Tem Um Talento Natural. Ou O Faz Parecer, Com Sua Escrita Elegante, Mas Ainda Assim Urbana, Colorida, Dançante, Alegre E Hedonista – é Los Angeles Na Forma Mais Pura E Idealizada. – Lili Anolik, Biógrafa De Eve Babitz, Vanity Fair Ler Eve Babitz é Como Estar No Frescor Do Pôr Do Sol Em Uma Autoestrada, Como Ela Chama No Livro, No Ar-condicionado 4/90, Ou Seja, é Como Ir A Noventa Quilômetros Por Hora Com As Quatro Janelas Abertas. Você Sente O Vento No Rosto. – Dwight Garner, New York Times O Estilo De Eve Babitz é Cool, Comunicativo, Livre E Mesmo Assim Carregado De Uma Poesia Que Parece Surgir Sem Esforço. Diferente De Sua Contemporânea Joan Didion, Babitz Não Olha Para O Abismo E Retorna Para Nos Contar, Ela Quer Nos Falar Sobre O Quão Boa é A Luz Dentro Do Abismo. – Andrew Male, The Guardian Em Dez Contos Sedutores, Los Angeles é A Paciente, A Heroína, A Vítima E A Agressora: São Histórias Sobre A Maravilha Da Loucura Da Liberdade Sem Forma. Como Renata Adler, Eve Babitz Tem Os Fatos E Nunca Fala Demais. – Vogue Embaralhando As Fronteiras Entre Ensaio E Ficção, Memória E Narrativa, Eve Babitz Fez De Sua Vida Sua Arte, E De Sua Arte Sua Vida, De Maneira Que Deve Ter Sido Mais Fácil Invejá-la De Longe, Do Que Para Aqueles Que Foram Capturados Em Sua órbita.

Aos Prantos no Mercado
Michelle Zauner · 2022
Não é preciso conhecer nada de gastronomia para saber que a comida é uma das bases de nossa educação sentimental. Os ingredientes, os modos de preparo, a combinação de aromas, cores e sabores com as quais aprendemos a nos familiarizar compõem o repertório íntimo de cada um de nós. E é justamente esse poder de mobilizar o afeto que é evocado desde o primeiro parágrafo de Aos prantos no mercado. Nele, vemos a protagonista, que atravessa o luto pela morte precoce da mãe, liberando o pranto represado ao percorrer as prateleiras do mercado coreano H Mart em Nova York. Originalmente publicadas na revista The New Yorker com o mesmo título, essas páginas tiveram um enorme sucesso e acabaram se tornando o capítulo de abertura do primeiro livro da cantora de rock independente Michelle Zauner, um best-seller do New York Times que também entrou para a lista de melhores de 2021 do presidente Barack Obama. Enquanto a saudade da mãe coloca em perspectiva as antigas rebeliões da adolescência e atenua o rigor do julgamento das escolhas feitas pelos pais, a comida representa uma espécie de tábua de salvação na qual Zauner navega os descaminhos dos últimos e dolorosos momentos da mãe. Nessas memórias, a autora relembra a culinária afetiva a fim de não se perder de si ao atravessar o luto. Ela passa horas assistindo aos vídeos de uma youtuber, compenetrada em reproduzir a alquimia das receitas coreanas. Isso atenua a angústia íntima de que seus traços caucasianos vão apagar a origem coreana, antes legitimada pela existência da mãe. E entre os expedientes da vida adulta, a protagonista descobre que o luto, a festa e a criação artística podem conviver intimamente na difícil tarefa de encontrar um lugar no mundo. Estreia literária da cantora, Aos prantos no mercado nos inunda de sensibilidade ao reconstruir a dimensão afetiva dos pequenos atos cotidianos, e supre a distância entre o paladar brasileiro e o coreano ao aguçar a curiosidade de conhecer esses sabores. O livro também pondera consensos e dissensos reconstruídos à luz da experiência limite do luto, ressignificando os traumas da infância e convocando a uma nova responsabilidade sobre as escolhas da vida adulta.

Meu Ano De Descanso E Relaxamento
Ottessa Moshfegh · 2019









